|
A parte externa
Vamos à
análise do veículo em si. Antes de mais nada, jamais escolha a noite
ou locais fechados e escuros para vê-lo. A falta de luz pode mascarar
defeitos na carroceria ou falhas na pintura. Preste atenção em
ondulações e amassados. Desníveis entre partes móveis e fixas, como
portas e capô, denunciam um possível acidente. Cuidado redobrado com
bolhas na pintura: sinal de ferrugem à vista. Uma olhada mais atenta
em locais que acumulam umidade, como bordas de borrachas e canaletas,
caixas de rodas, a região por baixo das portas, quinas de capô e
porta-malas são suficientes para descobrir focos de oxidação.
Fique atento também às modificações em automóveis, como um carro mais antigo com a frente de modelos mais novos. É comum encontrar Fiat Uno até 1990, por exemplo, com a frente utilizada de 1991 em diante. Isso pode indicar um acidente onde o proprietário aproveitou para remoçar a aparência do carro com as peças reestilizadas. |
O interior
O aspecto
geral dos estofamentos e revestimentos indica cuidado, ou não, por
parte do proprietário.
Atente ao estado de botões, puxadores e acabamento geral. Certos itens
são raríssimos nas lojas de autopeças para alguns modelos,
sobretudo os importados, e podem dar bom trabalho para reposição.
Examine todos os comandos, instrumentos, faróis, lanternas,
acionadores de vidros, travas e retrovisores elétricos,
ar-condicionado, aquecedor, entre outros.
A
quilometragem indicada no painel não deve servir de referência: mesmo
com hodômetro digital, há mecanismos para alterá-la. Prefira atentar ao estado geral do carro: um
veículo pouco rodado, mas com pedais, volante e alavanca de câmbio
desgastados, é forte indício de adulteração no hodômetro. O mesmo vale
para uma diferença de marca entre os pneus de rodagem e o estepe, caso
o carro esteja abaixo de 30 mil km: é sinal de que um jogo já foi
substituído. |
|
Segurança & Serviço - Página principal - Escreva-nos © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |