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A víbora, ainda mais venenosa |
A espera foi longa: mais de dois anos e meio se passaram desde a apresentação do cupê conceitual Viper GTS-R no
Salão de Detroit de 2000. Mas os entusiastas pelo Dodge Viper, o carro-esporte de linhas e desempenho brutais que o mundo conheceu pela primeira vez em 1989
(leia história), já podem celebrar o nascimento de sua segunda geração, à venda nos Estados Unidos neste último trimestre. |
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Embora mais
curto, o novo carro tem entreeixos e largura maiores, o que o O aumento da distância entre eixos em
6,6 cm tornou o estilo mais equilibrado (a largura cresceu 6 cm e a altura 9,1 cm, mas o comprimento está 2,2 cm menor que no antigo R/T 10), enquanto alguns caracteres das versões iniciais estão de volta, como os escapamentos laterais. Um sistema de comunicação entre os gases da tubulação esquerda e da direita evitou que eles emitissem, cada um, o som de apenas cinco cilindros, como nos primeiros Vipers. |
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Os faróis
superelipsoidais estão em grupos óticos que lembram os olhos da
víbora. Com base nessas demandas foi criado um Viper fiel a suas tradições: um
roadster com enorme capô abrigando o motor V10, dois lugares quase sobre o eixo traseiro, linhas agressivas e o mínimo de aparatos eletrônicos -- controle de tração, nem pensar. A rigor, um fato inédito é se tratar de um conversível puro, sem a estrutura de proteção na traseira que o acompanhava desde o lançamento, em 1992. O único Viper da primeira geração que não a adotava era o primeiro carro-conceito, de 1989. Continua |
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