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O motor V8 de 6,3 litros da AMG, lançado no utilitário esporte
ML, passa a equipar as séries CLS e CLK da Mercedes-Benz

Texto: Fabrício Samahá - Fotos: divulgação

Se há algo de que a Mercedes-Benz não pode ser acusada é de privilegiar determinados modelos, deixando os demais sem as mesmas opções de desempenho. Pouco depois de apresentar o ML 63 AMG, com motor V8 de 6,3 litros, a marca da estrela o estende às linhas CLS e CLK, que surgem com novo ímpeto no Salão de Genebra.

Embora anunciado pela empresa como "o V8 de aspiração natural com maiores potência e torque específicos do mundo", o propulsor perde em ambos os quesitos para o do Ferrari F430. Gera potência de 514 cv no CLS e 478 cv no CLK (cupê e conversível), ganhos expressivos sobre as versões 55 AMG, que tinham 476 e 367 cv, na ordem. O torque máximo, porém, é de 64,2 m.kgf para ambos os modelos, que passam a usar a caixa automática de sete marchas 7G-Tronic (as versões AMG anteriores tinham cinco marchas).

O CLS assim equipado acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos e atinge 250 km/h, velocidade em que atua um limitador eletrônico. O belo "cupê de quatro portas" vem ainda com suspensão a ar, dotada de controle eletrônico de amortecimento, e novos freios dianteiros com discos de material composto. O motor de 6,3 litros também já está disponível na minivan R 63 AMG, com 510 cv.

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No "cupê de quatro portas" CLS (no alto e no fim da página) ou no cupê e no conversível CLK, o mesmo V8 de 6,3 litros, só que com potências diferentes: 514 e 478 cv, na ordem

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Data de publicação: 18/2/06

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