O tridente retorna às pistas A Maserati volta a
competir com o MCC e coloca no |
Trinta e
sete anos após sua última vitória em um campeonato internacional -- o GP
da África do Sul de 1967, com um Cooper-Maserati de Fórmula 1 --, a
marca do tridente retorna às pistas. Ao lado do modelo de competição
MCC, o supercarro de rua MC12 se
encarregará de despertar a paixão dos entusiastas pela Maserati, que
andou em baixa até poucos anos atrás. |
| O desenho do MC12 é típico de competição, sendo possível remover o teto para o transformar em um targa. O motor V12 de 6,0 litros desenvolve 623 cv e o leva de 0 a 100 em 3,8 segundos |
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O chassi usa fibra de
carbono (mesmo material da carroceria) e Nomex, para baixo peso e
grande rigidez, havendo dois subchassis
de alumínio. O motor central-traseiro de 12 cilindros em V, 6,0
litros, 48 válvulas e aspiração natural,
com lubrificação a cárter seco,
desenvolve 623 cv de potência a 7.500 rpm (104
cv/l) e 66,5 m.kgf de torque a 5.500
rpm. O câmbio é o manual automatizado CambioCorsa, com seis marchas e
mudanças por "borboletas" junto ao volante, e possui programas Sport e
Race (corrida), este com trocas mais rápidas. |
| No interior, um pouco do conforto inerente a um Maserati: revestimento em couro, painel bem-equipado e o relógio oval no console |
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Como um dirigir vigoroso não deve implicar desconforto, o interior não nega a origem: tem um pouco do luxo que se espera da marca italiana, como o revestimento em couro de dois tons, painel bem-equipado e detalhes em fibra de carbono, mesmo material da estrutura dos bancos. No console central aparecem o botão de partida e... o relógio oval característico da marca. Ou não seria um Maserati. |
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