A espera dos fãs compensou: o novo M5 é o mais potente BMW já produzido e vai de 0 a 100 em 5,3 segundos |
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| A nova geração do M5,
lançada no primeiro semestre de 1999, veio conquistar o
título de sedã mais potente do mundo produzido em série.
O motor de 6 cilindros em linha e 3,8 litros da versão
anterior foi substituído por um V8 de 408 cv, baseado no
de 4,4 litros do 540i, que saltou para 5 litros com uma
preparação da divisão Motorsport da BMW. Dotado de
pistões e bielas forjados e Double Vanos (comando de válvulas
variável), é o mais potente motor produzido em mais de
70 anos pela marca da Bavária, sem se considerar o V12
do McLaren F1. O torque atinge 51 m.kgf a 3.800 rpm. O resultado é surpreendente: aceleração de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e velocidade máxima estimada em mais de 290 km/h -- infelizmente limitada a 250 km/h pelo acordo de cavalheiros entre fabricantes alemães. O câmbio manual de seis marchas é convencional, mas logo estará disponível o sequencial do atual M3. |
![]() Interior permite escolha entre madeira polida e alumínio/titânio. Motor V8 com comando variável atinge 408 cv |
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Para
domar a cavalaria o novo M5 dispõe de enormes freios a
disco de alumínio, controle de tração (ASC+T), de
estabilidade (DSC) e de freios (DBC, Dynamic Brake
Control), que podem ser desativados a um simples toque de
botão, para uma pilotagem mais inspirada. |
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Faróis de xenônio, rodas de 18 pol e acelerador eletrônico: desempenho e segurança de primeira |
| Uma tela de cristal líquido
controla sistema de áudio, controle de navegação e uma
TV, os dois últimos opcionais. O volante multifunção
permite controlar o sistema de áudio BMW Business,
opcional nas demais versões da série 5. Um comando no
painel seleciona as funções suave e esportiva da
suspensão, direção e do acelerador eletrônico. Este
se tornou necessário para um rápido acionamento das
borboletas de aceleração: permite aceleração total em
120 milissegundos! Para quem não se satisfizer com toda essa potência, a BMW promete uma versão ainda mais apimentada, a Evolution, com detalhes de fibra de carbono e rodas de 19 pol. semelhantes às dos carros de Turismo. O líder ficará ainda mais à frente. |
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![]() Motor V8 com compressor rende 374 cv ao Jaguar: aceleração de Corvette |
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| Mais cromados, linhas clássicas
-- até um pouco antigas --, muita sobriedade: o perfil
do mais esportivo dos sedãs Jaguar é bem diferente.
Apenas a grade inspirada em modelos dos anos 30, as rodas
de 18 pol e os logotipos distinguem o XJR do comportado
XJ8. Em seu interior, couro Connoly e madeira de lei
convivem em harmonia, transmitindo classe e sofisticação.
Apesar da baixa posição de dirigir e dos cavalos disponíveis
sob o pé direito, o Jag opta pelo conforto mesmo no
ajuste da suspensão, que em curvas tomadas mais
rapidamente pode deixar saudades dos alemães. Como nada é perfeito, os assentos são curtos e o espaço no porta-malas apenas razoável. Comandos do sistema de áudio e do controle automático de velocidade no volante estão bem acessíveis, o que não ocorre com os do console central. Os instrumentos colocados em três cavidades separadas tornam-se difíceis de ler sob alta incidência de luz e a alavanca do limpador de pára-brisa tende a ser acionada acidentalmente quando se dá a partida. |
![]() ![]() Na grade, inspirada em modelos dos anos 30,
uma distinção. No interior, |
| Sob o capô do XJR
descansa o consagrado AJ-V8 lançado em 1998 no cupê XK8,
repotenciado dois anos depois na versão supercomprimida
XKR (saiba mais) e agora disponível no sedã. Com ele a
marca substituiu ao mesmo tempo o 6-em-linha e o V12 da
antiga geração. Um compressor volumétrico operando a 0,8
kg/cm2 e um intercooler põem por terra a convicção
norte-americana de que "não há substituto para
polegadas cúbicas", ou para grande cilindrada. De 4
litros o motor inglês extrai 374 cv e 53,5 m.kgf, força
o bastante para levá-lo de 0 a 100 em 5,4 segundos e a
uma velocidade máxima limitada em 250 km/h. As respostas
são rápidas em qualquer regime, e a aceleração, tão
ágil quanto a de um Corvette. Partilhando com o E55 a transmissão de cinco marchas dos Mercedes V12, o XJR prima pela suavidade. Apesar dos pneus 255/40 ZR 18 na frente e atrás, o rodar é mais confortável que o dos concorrentes, mas menos preciso. Tudo parece inspirar uma viagem tranquila por longas estradas, ouvindo o refinado sistema de áudio Harman Kardon de 240 watts mesclado ao sussurro imponente do V8 de 4 litros, à melhor tradição Jaguar. |
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