| Combinação perfeita
Confortáveis
e muito potentes, sedãs esportivos |
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Sedãs
esportivos são uma espécie muito particular de automóvel.
Luxuosos, impõem presença em qualquer situação.
Confortáveis, transportam famílias por longos percursos.
Rápidos e estáveis, propiciam grande prazer aos
entusiastas do volante. |
Classe e conforto de sedãs, desempenho de esportivos: uma categoria muito especial de automóveis |
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A tradição
da Mercedes em sedãs de grande desempenho vem desde o
300 SEL V8, com um 6,3-litros emprestado do 600 Pullman,
lançado em 1967. Mais recentemente houve o 500E,
preparado em parceria com a Porsche. A associação da
marca da estrela com a empresa de tuning AMG, em 1988,
trouxe novo alento aos amantes de Mercedes esportivos.
Nasceu o C36 AMG, hoje C43 (saiba mais), e logo viria a Classe E repotenciada, com
o E50 e o atual E55. |
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Parece um Classe E comportado, mas sob o capô do E55 ruge um V8 de 5,5 litros feito a partir do S500 |
| O mais bravo dos sedãs
da Classe E começa sua vida em Sindelfingen, na
Alemanha, onde a Mercedes produz a carroceria e a equipa
-- incluindo os acessórios e acabamento desta versão --,
e segue para Affalterbach para instalação dos
componentes mecânicos na AMG. Então retorna a
Sindelfingen para uma revisão final. Como todo AMG, o E55 mantém discrição por fora. Salvo pelas rodas de desenho característico e 18 pol de aro, a saída dupla e cromada de escapamento, o spoiler dianteiro mais pronunciado e os emblemas da preparadora, o E55 passaria por um Mercedes comportado. Internamente, porém, a história é outra: o revestimento em couro combina preto e branco num resultado que passa longe do gosto da maioria. É verdade que a AMG oferece o interior todo em preto ou em azul e preto, mas nestes casos a austeridade destoa da proposta esportiva da versão. |
![]() Rodar firme e pneus traseiros 275/35: para manter no solo a fera de 354 cv |
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| Mas isso é
tudo a criticar nesse supersedã. Partindo do V8 de 5
litros, três válvulas e duas velas por cilindro que
também equipa a Classe S (leia avaliação), a preparadora aumenta o curso
dos pistões em 8 mm para levar a cilindrada a 5,5 litros.
Coletores de admissão em magnésio, filtro de ar e
comandos de válvulas são substituídos por outros mais
esportivos. A transmissão automática é a mesma dos
Mercedes V12 e adapta-se ao modo de dirigir do piloto,
bem, motorista. O resultado são 354 cv, bem transmitidos
ao solo por pneus traseiros 275/35 ZR 18, montados em
rodas de 9 pol de tala. Em prol da segurança, a AMG instala molas, estabilizadores e amortecedores mais firmes, que deixam o Classe E cerca de 2,5 cm mais baixo. O resultado é um rodar firme, não tão confortável quanto se espera de um Mercedes, como se o carro aguardasse a cada instante a chegada a uma estradinha sinuosa. Seu desempenho não é o melhor dos três, mas convence até os mais exigentes: 0 a 100 km/h em 5,9 segundos e velocidade máxima de 250 km/h. |
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