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Trata-se de um sistema
simples e eficiente de suspensão independente. Sua disposição típica
consiste em uma coluna telescópica com mola helicoidal e amortecedor
concêntricos (isto é, a mola está "enrolada" em torno do amortecedor),
fixa na parte superior por um mancal, e um braço transversal na parte
inferior. Sucesso absoluto, em carros de tração dianteira sobretudo: a suspensão McPherson, mostrada no Golf de quinta geração Por falar em geometria, a suspensão McPherson original previa controle
longitudinal da roda por meio do estabilizador, como era no Simca. Desse
modo, o estabilizador era parte integral da suspensão e não apenas um
dispositivo para controle de rolagem (inclinação da carroceria em
curvas). O carro não andaria sem ele. |
Ocupa menos espaço que, por exemplo,
a de braços sobrepostos (leia adiante) e contribui para reduzir o
peso do veículo. No primeiro Escort nacional a traseira era também McPherson com molas helicoidais. Hoje equipa só o Mille, com feixe transversal Eixo de torção
A idéia nasceu com o Citroën 7/11
(o Traction Avant) de 1934. Além de o meio elástico ser uma barra de
torção, o próprio eixo — primeiro tubular e logo depois de seção
cruciforme — podia se torcer e, com isso, proporcionar alguma
independência entre as rodas traseiras. O efeito era parecido, mas o
custo era bem mais baixo do que em uma suspensão independente na acepção
da palavra. O resultado final foi muito bom. |
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