Peugeot
mostra peruas derivadas do 206 e do 307
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Duas peruas, derivadas do pequeno 206 e do médio-pequeno 307 (leia
apresentação), são destaques da Peugeot no Salão de Frankfurt.
Ambas são apresentadas ainda como carros-conceito, mas é uma
tendência natural que cheguem ao mercado europeu dentro de um ano. A
produção da 206 Break na fábrica de Porto Real, RJ, não deve ser
descartada.

A perua 206 mantém o entreeixos do hatchback, 2,44 metros, mas
chega aos 4 metros de comprimento. As linhas da traseira são ousadas
e inéditas, mas estão longe de agradar como no carro de que deriva.
O vidro traseiro pode ser aberto por comando a distância. Rodas de 17
pol, saída dupla de escapamento e spoilers, inclusive sobre o vidro
traseiro, trazem um aspecto esportivo a esta versão conceitual, mas
não deverão equipar o modelo de série.
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O mesmo se aplica ao chamativo acabamento interno em couro preto e
alcântara alaranjada. O motor de 2,0 litros e 16 válvulas aparece em
versão mais apimentada, com 177 cv de potência, que logo estará
disponível em modelos de série da marca.

A 307 Break tem a particularidade de um entreeixos de 2,71 metros, 10
cm a mais que o hatchback, a fim de alojar uma terceira fila de
assentos. Isso a coloca numa faixa de mercado muito próxima da perua
406, o que pode indicar um fim próximo para esta. O comprimento passa
a 4,42 metros. Uma inovação é o teto panorâmico, todo
envidraçado, mas em tom escurecido para filtrar os raios solares.
Em busca da
versatilidade de uma minivan -- segmento que está tomando mercado das
peruas --, os bancos das fileiras central e traseira da 307 são
individuais e podem ser reposicionados ou removidos, ampliando bem o
porta-malas. Com cinco lugares, sua capacidade é de amplos 530 litros.
Mesinhas "de avião" nos encostos dianteiros e muitos
porta-objetos e porta-copos contribuem para a praticidade.
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