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Mercedes E 63 AMG: nova geração evolui em câmbio e
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Novo corpo, o mesmo coração: contrariando
expectativas, a versão 63 AMG do
novo
Mercedes-Benz Classe E surge com potência
próxima à da
geração anterior, 525 cv (antes 514), extraída
do conhecido V8 de 6,2 litros e
aspiração natural. A
marca da estrela deve ter se sentido confortável
pelo fato de nem BMW, nem Audi terem sedãs mais
potentes na classe
— ou
seria efeito da crise mundial? Qualquer que seja o
motivo, o E 63 permanece um dos melhores em torque
máximo (64,2 m.kgf), está 12% mais econômico em
média e acelera muito bem: vai de 0 a 100 em 4,5
segundos. A máxima continua limitada a 250 km/h pela
central eletrônica. |
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Inédito do modelo é o câmbio Speedshift MCT, um
automático que troca o habitual conversor de torque
por uma embreagem, para transmissão direta de
potência e maior rendimento. Com sete marchas, ele
inclui quatro modos de operação (eficiente,
esportivo, mais esportivo e manual), controle de
arrancada e "blip" eletrônico, que eleva a rotação
do motor quando se pede uma redução. Outra novidade
é a suspensão com Ride Control, em que as molas
traseiras são pneumáticas, mas as dianteiras
continuam helicoidais em aço para respostas mais
precisas. Nos dois eixos o controle de amortecimento
é eletrônico com três modos de atuação. |
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Há
mais. A bitola dianteira é 56 mm mais larga que num
Classe E comum, a direção 22% mais rápida, os freios
usam discos ventilados de grande diâmetro e as rodas
passam a 18 pol, com pneus dianteiros 255/40 e traseiros
285/35 (são opcionais as de 19 pol com medidas 255/35 e
285/30, na ordem). O controle
de estabilidade, como no C 63 e no SL 63, tem
programas normal e esportivo e pode ser desativado. E o
sedã recebe o tratamento estético habitual da AMG por
fora e por dentro, que pode ser acentuado pelos
acessórios Performance Studio.
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