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A ESCOLA CRIATIVA
Dicas práticas para sua escola dominical
Rev. Josivaldo de França Pereira
Eis aqui algumas dicas das professoras Cristina Mellin e Damaris Scotuzzi
para dinamizar um pouco mais a sua escola dominical. Mas queremos ressaltar
que são apenas dicas. Importantes e práticas, mas ainda
assim são dicas. Meios e não fim. Nada substitui um professor
bem preparado e o ensino consistente da Palavra de Deus. Veja meu artigo
O PROFESSOR CRIATIVO neste mesmo site.
COMO MOTIVAR SEUS
ALUNOS POR CRISTINA MELLIN
Motivação
é interesse e vigor físico para alcançar um objetivo
ou para fazer alguma coisa. Para estudar e entender a motivação
dos alunos, devemos descobrir o que os motiva. Exemplos:
A promessa de um dia de folga após passar no exame foi a motivação
que fez com que todos estudassem e passassem (neste caso, pode-se entender
motivação como incentivo).
Fala-se também que aquilo que o professor fala, o que faz, como
apresenta a aula, pode e deve ser motivador ou causar motivação.
MOTIVAÇÃO = vigor físico + interesse + objetivo
ou enfoque
O aluno motivado é o aluno que presta atenção, faz
o trabalho, participa nas atividades da classe, quer saber mais e, geralmente,
não causa problemas. O contrário de motivação
é apatia, preguiça ou falta de interesse.
A motivação é importante no ensino porque leva o
aluno a responder. Ela desperta curiosidade e provoca respostas, as quais
darão oportunidade para serem premiadas e mudar o comportamento
do aluno, seja nos estudos ou em outras atividades. O aluno motivado começa
a participar, envolver-se e aprender mais.
Gostaríamos de enfatizar a importância da motivação
com respeito à disciplina. Uma classe onde os alunos estão
motivados a aprender e a participar é uma classe de poucos problemas
de disciplina. A motivação é uma chave importante
para um ensino melhor e para manter a disciplina.
FATORES DA MOTIVAÇÃO
Distinguem-se seis fatores essenciais de Motivação:
Nível de antecipação ou tensão:
o aluno bem sucedido geralmente é aquele que se preocupa. O professor
deve planejar dar responsabilidade aos alunos, dar oportunidades e desafiá-los
a mudarem de comportamento e aprenderem melhor.
Interesse individual pelos alunos: o professor demonstra
seu interesse no aprendizado e nas necessidades de cada aluno. Ele se
comunica com cada um deles para conhecê-los e ajudá-los.
Tom afetivo: o professor cria um ambiente de aceitação
e boa comunicação para que todos os alunos possam crescer
e aprender.
Sucesso pessoal do aluno: o professor planeja possibilitar
o sucesso de cada aluno, tanto para aqueles que precisam de mais desafio
quanto para aqueles que precisam de atenção especial.
Conhecimento de resultados: é dever do professor
comunicar os resultados dos esforços (ou falta de esforço)
do aluno. Somente assim ele será motivado a melhorar.
Relação entre o reforço e a motivação
para produzir e participar: reforço é um instrumento
potente para mudar o comportamento. O professor deve saber como e quando
aplicá-lo no ensino e em todo o contato com os alunos.
NÍVEL DE ANTECIPAÇÃO OU TENSÃO
Refere-se ao nível de ansiedade ou preocupação do
aluno. É fato comprovado que um aluno obterá melhores resultados
numa prova ao sentir-se pressionado (tensão nervosa) do que se
não sentir pressão alguma. Exemplo:
Se o professor disser: "Depois desta lição vou dar
um teste que vai valer nota", a maioria dos alunos irá prestar
mais atenção e irá memorizar melhor a matéria
do que se o professor não disser nada.
Certa quantidade de pressão ou preocupação é
necessária para haver motivação para aprender. A
pessoa preguiçosa não será um bom cristão,
nem pastor ou professor.
A ânsia sentida deve ser moderada ou poderá tomar a energia
necessária para estudar e aprender.
Existem também casos em que os alunos estão sob tanta pressão
que não podem trabalhar direito. Nesse caso o professor deve diminuir
a tensão ou acalmar o aluno.
O professor deve conhecer seus alunos para saber em que nível de
tensão está cada um deles. Deve também incentivar
os alunos a estudarem mais, especialmente a Bíblia:
Exemplo 1:
(Matéria - Introdução à Bíblia):
Um professor entra e fala: "A semana passada falamos
de forma geral sobre as profecias que se cumpriram. Hoje vamos verificar
biblicamente que Jesus Cristo era (é) o verdadeiro Messias".
O professor explica como isto é importante: "Vamos
nos dividir em grupos de cinco e cada grupo terá como objetivo
procurar no mínimo cinco profecias no Velho Testamento que, cumpridas
por Jesus, comprovam sua identidade. Após isso, cada grupo preparará
um resumo para ser compartilhado com a classe na segunda hora do ensino".
O professor distribui uma folha de instrução juntamente
com livros e com outros recursos para realizar a pesquisa. Ele deve fazer
exigências aos alunos, impor-lhes responsabilidades. Isto causa
pressão. Também exige de si mesmo.
Exemplo 2:
O professor entra e fala: "Prestem atenção:
na próxima semana vocês farão um teste sobre tudo
o que vou falar hoje. Darei dicas indicando os pontos mais importantes,
mas anotem tudo o que for possível".
Em ambos os exemplos os alunos percebem a necessidade de se envolverem
e prepararem-se para obter uma boa nota.
INTERESSE INDIVIDUAL
O professor deve demonstrar seu interesse por cada aluno; interesse em
cada um deles como um indivíduo diferente. Deve demonstrar interesse
em seu sucesso, compartilhando sua fé na capacidade de cada um.
Ele faz com que eles percebam que se sua atenção é
sincera, convencendo-os que está à espera de que todos aprendam
e passem. Isto somente é possível se o professor tiver boa
vontade de dar seu tempo e se comunicar eficientemente. Esse respeito
pelos alunos será correspondido.
Outras maneiras de expressar interesse pessoal através do ensino:
* Mantenha contato individual através dos olhos.
* Mude de posição e mova-se (não fique em um só
lugar).
* Use um tom de voz agradável, expressivo e que possa ser facilmente
ouvido.
* Utilize ilustrações e audiovisuais com cores e desenhos.
* Varie sua maneira de ensinar.
* Faça planos para aplicar as modalidades visual, auditiva e tátil
de ensino.
* Dê oportunidade para os alunos usarem todas as modalidades ao
se expressarem.
* Faça provisão para alunos que tenham provisão necessidades
especiais, lembrando que todos somos diferentes.
Dê oportunidade para todos responderem.
Dê oportunidade para todos expressarem sucesso.
Dê oportunidade para discussão, debate e trabalhos em grupo.
Estas formas de incentivo ou motivação mantém o interesse
dos alunos, mas, além disso, o conteúdo da lição
tem que ser apropriado para as suas idades. Por natureza, o conteúdo
da lição nem sempre é interessante para os alunos,
porém é dever do professor criar uma aula interessante.
Para cumprir com este dever o professor precisa conhecer muito bem seus
alunos e diversificar suas estratégias de ensino.
Freqüentemente considera-se que interesse e motivação
sejam similares. Se uma pessoa se interessar por um trabalho, vai estar
mais motivada a completá-lo. No entanto, somente interesse não
é suficiente, é preciso realizar o objetivo.
Todos os aspectos de motivação influem no desenvolvimento
do interesse. Outras variáveis incluídas são a personalidade
do aluno e o conteúdo apresentado.
TOM AFETIVO OU SENSIBILIDADE DO PROFESSOR PARA COM OS ALUNOS (clima
da sala de aula)
O afeto do professor, a sua sensibilidade e a maneira de se comunicar
vão influenciar o modo de agir dos alunos. Se o professor se expressa
de forma agradável ou de forma dura, criará mais motivação
no aluno do que um ambiente neutro. Contudo, tal expressão deve
ser moderada; nem amigável demais, nem exageradamente dura. O afeto
refere-se a atitudes e sentimentos expressados ou presentes no ambiente.
Sua maneira de ser, atuar e falar é muito significativa. O professor
pode ser frio, distante, desinteressado ou pode ser alegre, amável
e se interessar pessoal e individualmente pelos alunos. Também
a sala pode ser fria, sem nenhuma decoração, ou pode ter
avisos, quadros, plantas, animais e trabalhos artísticos. Isto
vai afetar os sentimentos e atitudes dos alunos.
Um ambiente frio e triste não produz motivação para
aprender. A sala deve ter cores e decorações para criar
um ambiente de aceitação. Em uma classe cristã há
muitas oportunidades de ilustrar a vida de Jesus e a vida de um cristão.
Por "tom afetivo" não devemos entender que o professor
deva se comportar como um aluno, ou que não exija respeito. Você
pode ser muito amável e até amigável, sem se pôr
a brincar com eles.
SUCESSO (êxito)
O aluno deve sentir e saber que está obtendo sucesso para querer
continuar. O professor tem a responsabilidade de ensinar. Isso significa
mudar a condição do aluno para que ele melhore o seu nível
de conhecimento.
O aluno tem que se esforçar de acordo com o grau de dificuldade.
Na realidade, o grau de esforço individual do aluno está
muito ligado à motivação que ele experimenta na aula.
O ensino não deve ser difícil demais nem fácil demais.
Deve ser de valor para o aluno. Deve-se ensinar alguma coisa nova e que
seja fácil de entender.
Alguns alunos não aprendem por causa de suas atitudes. Geralmente
isso reflete um problema pessoal que, por sua vez, tende a refletir um
problema familiar. É responsabilidade do professor mudar a atitude
negativa (não produtiva) dando muitas oportunidades para que este
aluno tenha êxito no que faz. Pode designar trabalhos mais curtos
e em seu nível de compreensão. Deve premiá-lo pelas
coisas que pode fazer bem. É importante que ele aprenda a gostar
de aprender e da escola, senão não terá motivação
para aprender. A atitude do estudante para consigo mesmo é muito
importante, ele tem que saber que pode aprender (com a ajuda de Jesus).
Muitas das atitudes negativas, como a falta de motivação
e outros problemas, simplesmente desaparecem quando o aluno recebe a Jesus.
CONHECIMENTO DE RESULTADOS
É importante para o aluno saber que os seus esforços são
recompensados. O professor deve corrigir e devolver os trabalhos com comentários,
sempre que possível. O aluno também precisa saber em que
precisa melhorar para passar. Só saber se passou ou não
após terminar o curso não dá motivação
nem oportunidade para melhorar a nota durante o curso.
O aluno precisa saber se as suas respostas estão corretas ou não.
O conhecimento deve ser claro.
A informação deve ser dada imediatamente após cada
trabalho ou teste, ou o mais rápido possível.
O professor deve se comunicar com os alunos depois da aula com regularidade.
Pode falar com quatro ou cinco deles após cada aula, mostrando
suas respectivas notas, falando a respeito dos trabalhos e como eles poderão
melhorar.
Deve também dar testes regularmente para ampliar o conhecimento
deles e abrir oportunidade para ajudar, começando na primeira parte
do curso.
RELAÇÃO ENTRE REFORÇO E MOTIVAÇÃO
O reforço deve vir imediatamente após uma atividade. Para
criar motivação reforce a ação certa. Logo
a pessoa vai repeti-la. Exemplo:
Se João bate o pênalti e faz gol e todos os seus companheiros
o abraçam e gritam de felicidade, João certamente vai tentar
fazer outros gols. Porém, se todos continuam sem dar atenção
a João, certamente ele não vai se esforçar muito
na próxima vez.
O professor deve premiar ou recompensar o aluno quando ele fizer alguma
coisa boa. O aluno, pouco a pouco, descobre que quando sua atitude é
boa (faz bom trabalho ou esforça-se para aprender) acaba recebendo
a aprovação de outros alunos e do professor. O uso de reforço
cria motivação no aluno.
MOTIVAÇÃO TEM DINÂMICA
Cada ação do professor causa uma reação no
aluno.
* O professor deve decidir qual ação irá usar para
obter a reação que ele quer do aluno.
* O professor muda os reforços do ambiente para motivar os alunos
(deve criar grupos, mudar de atividades, etc.).
* O professor deve criar e trazer materiais para motivar.
* O professor conhece seus alunos e os reforços aos quais eles
respondem, por isso, usará reforço individualmente e em
grupo.
* O entusiasmo do professor faz parte do ensino.
Podemos definir motivação de muitas maneiras, embora nunca
esteja ausente a dinâmica: a motivação é criada
pela maneira de ser e agir do professor. A motivação vem
do ambiente, dos livros, dos materiais e de outros alunos. Também
cada aluno traz uma motivação própria que precisa
ser dirigida e nutrida. A motivação é uma chave importante
para ter disciplina na classe. (O significado de disciplina é ordem
ou comportamento ordenado e correto. Não estamos falando de castigo.)
* O professor deve motivar seus alunos conforme temos indicado. Quando
o aluno está incentivado para aprender uma coisa específica,
seu comportamento é correto. Ele se concentra no ensino ou no trabalho,
sua atenção é dirigida e ele não se interessa
mais por atrapalhar a aula ou comportar-se mal.
Nem sempre todo aluno vai responder ao reforço do professor e nem
sempre vai ser fácil motivar todos os alunos. Às vezes,
embora o professor faça tudo que está ao seu alcance para
motivar os alunos, alguns deles não têm vontade nem curiosidade
para aprender. Esperamos que isso nunca aconteça em uma escola
cristã ou num Instituto Teológico, pois presume-se que os
alunos ali estão por livre vontade e chamado de Deus.
SUGESTÃO: Anote as idéias sobre como pode fazer com
que sua próxima aula seja mais interessante, mais motivadora. Escreva!
SUGESTÕES
CRIATIVAS POR DAMARIS SCOTUZZI
Uma boa fixação do aprendizado se obtém não
só com repetição, leitura, exposição
sistemática, mas com métodos que estimulem a criatividade
e o construtivismo. Isso é real na escola secular e na escola dominical.
Quanto mais o aluno se envolve no processo de criação e
construção, maior será o seu aproveitamento. Tem
de ser algo íntimo e pessoal, que envolva de dentro para fora (fixação
maior do aprendizado) e não só de fora para dentro (bases
doutrinárias).
Fazendo um paralelo, devemos transformar carboidratos (doutrina) em energia
(ação).
Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. O pecado nos
logrou grande parte das características que herdamos de Deus.
Deus é criativo. Quando observamos a criação ainda
hoje, vemos o poder de Deus e sua indescritível criatividade e
construção perfeita e equilibrada. Observando as invenções
humanas, as famosas, domésticas e sonhadoras artes e o poder de
solucionar, criar e construir, sentimos os sinais do que já foi
uma semelhança plena com Deus. Buscar assimilação
e fixação do ensino através do criar e construir
é no mínimo um caminho certo.
OBJETIVO DA ESCOLA CRIATIVA
Criar ícones de ligação. O período que ficamos
na escola dominical é pequeno e os objetivos enormes. Seus objetivos
não param em memorização de uma avalanche de conhecimento
bíblico, mas visam mudança de hábitos, idéias
e comportamentos através da atuação do Espírito
Santo e atos de observação, repetição, construção
e criação.
Temos que criar ligações que vão além do horário
dominical.
Ícones são imagens fortes que se conseguem quando há
total envolvimento e necessidade do objeto que o ícone simboliza.
Ex.: McDonald's.
Ampliar o tempo da escola dominical. Podemos conseguir isto patrocinando
eventos numa gama enorme de variedades: palestras, confraternizações,
campeonatos, feiras, etc.
SUGESTÕES CRIATIVAS
A sugestões a seguir são para reforçar algo que está
sendo estudado de maneira sistemática na escola dominical. Em havendo
premiações, elas serão feitas na escola dominical.
Enfatize o patrocínio da escola dominical.
Fora do horário da escola dominical
Feira bíblica:
Envolvimento: todos os alunos.
Horário: sábado (manhã e tarde).
Local: igreja, escola pública.
Professores desenvolvem junto à classe determinado tema bíblico
ou secular: drogas, arca de Noé, instrumentos musicais, a criação,
etc. O período de preparação pode ser de um mês.
Envolve: enfeitar a classe, confeccionar roupas adequadas ao tema com
TNT (tecido não tecido), maquetes (material reciclável),
lembranças para os visitantes, balinhas e, conforme o tema, algum
alimento. Ex.: Bodas de Caná.
Programação: devocional de abertura, soltura de balões
(por ex.), sorteios durante a feira, encerramento com um culto.
Obs.: Caso a feira seja feita fora das dependências da igreja
poderá haver uma praça de alimentação.
Campeonato de pipas "gospel":
Envolvimento: infanto-juvenil.
Horário: sábado pela amanhã ou tarde.
Local: chácara, EMEI, CEAR.
Especial cuidado com autorização dos pais e acidentes com
fios elétricos.
Distribui-se os participantes em categoria por idade etc., que trarão
pipas confeccionadas por eles próprios com temas bíblicos.
A premiação deve seguir critérios como: tamanho da
pipa, beleza, melhor mensagem e a mais criativa.
Servir um lanche no final e caso haja tempo e espaço físico
preparar uma oficina de pipas.
A premiação deve ser feita na escola dominical para haver
o "ícone de ligação". Lembre-se: uma cerimônia
de premiação bem preparada é marcante e nem sempre
é dispendiosa.
Concurso de culinária:
Envolvimento: adolescentes e jovens.
Horário: sexta ou sábado à noite.
Local: salão social ou casa de algum aluno.
Prepare o convite. Enfatize a ligação entre o estudo bíblico
dominical e a reunião. Enfeite o local, escolha os juizes e o tipo
de premiação.
Os pratos preparados serão provados pelos juizes e concorrerão
em categorias.
Serenata:
Envolvimento: todos os alunos.
Horário: madrugada do domingo.
Ocasião: Dia das mães, dos pais, do professor, etc.
Reunir um grupo limitado de pessoas munidas de mini-cestas de café
da manhã (confeccionadas pelo próprio grupo), às
23h do sábado, e sair fazendo serenata de louvores nas casas pré-determinadas
e entregando cestas. Com certeza o grupo homenageado terá uma escola
dominical cheia de boas recordações para contar.
Gincana total:
Envolvimento: infanto-juvenil ou adolescentes e jovens ou todos. (Dosar
atividades conforme grupo envolvido)
Horário: sábado ou feriado.
Local: igreja, emei, parque.
Início com devocional, apresentação das regras, pontuação
e premiação. Especificar horário de entrega das tarefas
(ex.: 10h do sábado até escola dominical).
Exemplos de tarefas: A classe que 1) trouxer a foto mais antiga da igreja
ganha "x" pontos 2) a maior quantidade de peças de roupas
ou alimentos para doação vale "x" pontos ou 3)
alguém com mais de 70 anos caracterizado de Abraão.
Possíveis prêmios: um almoço para a classe
vencedora, um passeio, uma reforma na sala de aula ou apenas uma lembrança
simbólica.
Sopão:
Envolvimento: adolescentes, jovens e adultos.
Local: logradouros públicos.
Material: sopão (pense em doações), literatura,
agasalhos, brinquedos.
Reunir o grupo, fazer devocional e partir distribuindo o sopão.
Na escola dominical permitir que dois ou três dêem testemunho
a respeito.
Feira das nações:
Envolvimento: todos.
Horário: sábado das 10h às 16h.
Ocasião: Dia do missionário.
Montar stands (carteiras) das nações.
Cada stand abrigará: comida típica, participantes
devidamente paramentados, informações sobre o país
e missionários nele (cartazes e alunos instruídos anteriormente),
lembrancinha típica.
Comece com devocional, sorteie prêmios durante a feira, encerre
com um culto.
Boa ocasião para se levantar ofertas específicas.
Lembre-se: toda atividade deve ter o aval de seu pastor e conselho.
Pode-se montar stand de livros e CDs.
Mini escola bíblica:
Envolvimento: todos.
Horário: um sábado por bimestre (tarde).
Uma tarde de evangelismo infantil, incentivando novas crianças
a freqüentar a escola dominical.
Outros: passeios diversos, teatro, almoços após a
escola dominical.
Dentro do horário comum
Concurso de maquetes:
Envolvimento: infanto-juvenil.
Os alunos trarão maquetes com temas bíblicos feitas em casa.
Prepare um júri, um local de exposição e uma bonita
cerimônia de premiação.
Concurso de poesias e acrósticos:
Envolvimento: todos (cuidado com os critérios e categorias de julgamento).
Entrevista:
Entreviste alguém de surpresa sobre algum tema que seja importante
para a igreja naquele momento. Prepare um repórter (poder ser uma
criança). Monte um ambiente de entrevistas, crie o "clima",
inclusive com trilha sonora.
Escolha bem o entrevistado para alcançar objetivos.
Cafés da manhã ou almoços:
Eventos que necessariamente ligam horários são excelentes
para a comunhão.
Pode ser mais simples apenas café e leite com chocolate, por vezes,
algumas bolachas.
Podem homenagear alguém, algum departamento da igreja ou aniversariantes
do mês.
Envolva o maior número de pessoas possível.
Bilhetes para serem entregues na entrada:
Devem conter a pergunta bíblica por fora e o dizer "Só
abra se souber a resposta - seja fiel". Dentro haverá um pequeno
prêmio: lixa de unha, pente, bala. Lojas de atacado fornecem uma
linha imensa a preço baixo.
Integração:
Pegue uma foto bem antiga ou objeto de uso pessoal ou profissional de
um aluno. Coloque no painel de avisos por um período determinado
antes da escola dominical. Deixe uma caixa ao lado para que sejam depositados
os votos. Ao final, sorteie um e acertado o nome do aluno em questão,
dê um pequeno brinde a quem acertou. Exponha pequena biografia daquele
aluno e sua família (procure usar recursos audiovisuais).
Como prêmio quem acertou pode almoçar na casa do "aluno
do dia".
TEMA: Gente que faz a escola dominical.
Bandeiras:
Cada classe confeccionará sua bandeira. No encerramento da escola
dominical terá o direito de hastear a sua a classe que obtiver
80% de presença. A classe que obtiver 100% ganha uma estrela (botão),
a que trouxer mais visitantes outra "condecoração".
Depois de um certo período (um mês ou dois), a classe que
teve maior índice de apresentação da bandeira será
homenageada. Valorize a cerimônia de premiação.
Tele-teatro:
Solicite a um grupo de irmãos que prepare uma peça com um
tema da vida secular e a filme passando para a escola dominical. Pode
ser feito em transparência também. Use locações
interessantes.
Mini escola:
Se você é superintendente ou diretor da EBD, permita que
a abertura e encerramento da escola dominical sejam dirigidos pelas crianças,
pré-adolescentes ou adolescentes. Verifique o material a ser usado.
Inverno:
10 domingo: tirar foto da família na entrada da escola dominical.
20 domingo: expor as fotos no mural de avisos (valorize).
30 domingo: entregar fotos (valorize esse momento).
Idéias inter-classes
Fazer um bolo (infantil).
Uma salada de frutas.
Esporadicamente permitir que uma classe faça sua aula em outro
lugar (ar livre, piquenique).
Pr.
Rev. Josivaldo de França Pereira -
Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (I.P.B.) em Santo André - SP. Bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição (J.M.C. - SP), Licenciado em filosofia pela F.A.I. (Faculdades Associadas Ipiranga - SP) e mestrando em missiologia pelo Seminário Teológico Sul Americano (S.T.S.A.) em Londrina - PR.
E-Mail: rev.p@ig.com.br
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