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Os prêmios da música secular só vieram a consolidar algo que os cristãos sabiam há muito tempo. Em 17 anos de carreira na música evangélica, Jorge Camargo ajudou a escrever a história do que viria a ser o atual "gospel' no pioneiro grupo "Vencedores por Cristo", no "Grupo Semente", nos audaciosos projetos da Igreja Batista do Morumbi - quem seria louco o suficiente para usar uma orquestra de 22 cordas em um disco evangélico, em plenos anos 80 ? - e em uma carreira solo de qualidade inquestionável. É difícil encontrar nas igrejas evangélicas históricas quem nunca se emocionou ao ouvir que "O rei da glória, o rei dos reis, Senhor dos senhores, soberano Deus...é Jesus". Às vezes é até difícil ler em Salmos que "...o pardal encontrou casa e a andorinha ninho para si, eu encontrei teus altares Senhor, rei meu e Deus meu" sem se lembrar da melodia de Jorge. "Bendize ó minh'alma ... pra sempre penhorada ao Seu imenso amor...Senhor tu és maravilhoso...". Sim, Deus é maravilhoso com Jorge Camargo como pode ser com qualquer pessoa, "de todas as tribos, povos e raças". São muitas as músicas dele, registradas nos discos "Salmos" e "Presença", apontado como uma das melhores produções dos últimos anos, onde mescla regravações de canções bem conhecidas com outras inéditas. Um vida grossa de talento e ternamente fina de dedicação a Deus.
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