Educação

Estresse na infância. É possível?

Márcia Trevisan


Hoje há necessidade da família reavaliar a rotina dos filhos, pois a criança é a nova vítima do estresse.
Agendas repletas de atividades com excessivos compromissos diários e o culto ao modismo estão tornando a vida dos peque-nos uma grande roda viva. Os pais estão cada vez mais atarefados e não conseguem reconhecer quando a criança está estressada.

Briga entre pais, separação na família, mudança de residência ou escola, nascimento de irmãos, excesso de timidez, doenças ou morte de ente querido. Estes são fatores que levam ao estresse infantil.

O estresse aparece através de sintomas físicos (dor de barriga, tique nervoso, náuseas, tensão muscular, ranger de dentes, falta ou excesso de apetite, mãos frias e suadas), ou psicológicos, que surgem por pesadelos, terror noturno, medo ou choro excessivo, agressividade, desobediência incomum, insegurança, dificuldades escolares, ansiedade, isolamento e tristeza. A criança precisa ser criança. Precisa brincar, ter tempo livre sem fazer nada, carinho, atenção e aceitação. Ela precisa ser estimulada a voltar a brincar. Essa é a expressão mais importante da criança, pois nas brincadeiras ela interage com colegas, extravasa medos, ansiedades e culpas, como também aprimora a auto-estima.

O estresse é silencioso, porém de conseqüências muito graves.
É necessário perceber a importância de se evitar sobrecarregar a criança, permitindo-lhe “ser criança” e, assim, no futuro será um adulto feliz, realizado, seguro e capaz de superar os desafios da vida moderna.

Matéria na integra e com dicas para a família: www.renovatus.com.br

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