Ano 2 - nº 17 
28 de fevereiro a 10 de março/00 

Fazendo música através da lente

por Bel Carrilho Martins
borage@uol.com.br

Marco Aurélio Olímpio
O trombonista Bocatto, em um
show no SESC Pompéia, em 98.

"Música é como comida. E tem gente que sabe temperar como ninguém". Com essa frase, Marco Aurélio Olímpio, fotografo que vive os bastidores da música paulistana, define exatamente o que sentimos em shows, onde músicos, no ato de tocar um instrumento, colocam o "tempero" certo em cada som, para deleite de nossos ouvidos.

Em sua carreira, fotografando interpretes e instrumentistas, Marco Aurélio já clicou tantas vezes que até perdeu a conta. Baseado em sua experiência, ele comenta: "O registro de alguns momentos é como um ato de beleza, onde músico e instrumento se tornam uma só coisa. Eles estão ali simplesmente fazendo música".

Marco Aurélio Olímpio
O Percussionista Sorriso, da "Banda do Zé Pretinho",
em Show no SESC Pompéia em 99.

A Revista Interativa Borage divulga agora dois pequenos exemplos desse universo tão vasto de "Imagens Musicais", antecipando cenas da exposição de Marco Aurélio, que será realizada no mês de março, em São Paulo.

Nessas imagens, fica evidente a sensibilidade do fotografo, que espera pacientemente o momento certo para eternizar um ato que muitas vezes passa despercebido do público.

CAPA BORAGE