Mechas para todas

Responsáveis pela maior parte da procura de serviços nos salões europeus, as mechas conquistam cada vez mais brasileiras

Cor de chá. O marrom frio contrasta com as mechas louras na balayge assinada pelo francês Jean-Claude Biguine
Balayage, luzes, reflexos, strong (bem marcadas), sun kissed e californianas (que imitam o efeito causado pelo sol). O nome, a técnica, a espessura e a cor escolhida para as mechas podem variar, mas a intenção é sempre a mesma: iluminar o visual, que por sua vez torna-se único, personalizado. Há muitas outras vantagens: elas rejuvenescem, ajudam a disfarçar os primeiros fios brancos, dão movimento, complementam o corte, destacam camadas ou o efeito desfiado.

O visual à la Gisele Bündchen, com mechas grossas no comprimento e nas pontas, é o look do momento. "Ficam ótimas em mulheres arrojadas e com personalidade marcante, que não têm medo de dizer 'eu faço, não nasci assim'", diz Roberto Aros, diretor técnico da MedaVita no Brasil. Outra especialista, Janaína Bogado de Oliveira, técnica da Keune, só não aconselha as muito largas para quem tem pouco volume. "Fica desproporcional." Também estão em alta mechas em forma de figuras geométricas, como estrela, diamante, ziguezague, triângulo e meia-lua. "O resultado no cabelo solto é sensacional", diz Roberto. Segundo ele, a individualidade tornou-se a palavra-chave quando o assunto é cabelo. Mechas são a técnica que o cabeleireiro precisa para deixar cada cliente com um visual exclusivo, com cara de só seu.

À francesa

A rede francesa Jean-Claude Biguine sugere para os próximos meses uma balayage chá fumegante. A técnica consiste em traçar mechas largas sobre as quais se deposita uma cor ligeira e transparente com pigmentos em marrom frio para dar novamente forma, brilho e contraste aos fios. A tendência garante sofisticação, não importa o comprimento.

Danielle Mora

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