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Nissan Sentra busca espaço
em filão muito concorrido
Apenas seis meses depois do lançamento nos Estados
Unidos e no México, chegou ao Brasil a sexta
geração do Nissan Sentra. O modelo, que
é importado
do México, disputa um dos mais concorridos segmentos
do mercado brasileiro. Nesta briga, estão o Chevrolet
Vectra, Renault Mégane, Toyota Corolla, Volkswagen
Jetta, Honda Civic e Ford Fusion.
Segundo recentes estimativas, o mercado de sedãs
médios no Brasil crescerá 19% este ano,
com volume aproximado de 154.000 veículos. A
vinda deste veículo reforça um dos pilares
do plano de expansão da companhia no Mercosul,
que visa o aumento da gama de modelos disponíveis
na região até 2009.
"O Novo Nissan Sentra é muito importante
nesse contexto de crescimento. Proporcionará
maior visibilidade à marca e reforçará
ao consumidor brasileiro que não somos focados
apenas em veículos 4x4”, diz em nota Thomas
Besson, presidente da Nissan Mercosul.
As três versões oferecidas no Brasil (2.0,
2.0 S e 2.0 SL) são equipadas com motor de alumínio
quatro cilindros 16V com sistema CVVTCS (Continuously
Variable Valve Timing Control System), sigla para controle
de abertura e fechamento de válvulas continuamente
variável.
“Entre os concorrentes diretos equipados com motor
de até 2 litros, o Sentra é o que oferece
maior potência e torque”, destaca Mário
Furtado, gerente de Marketing Produto da empresa. São
142 cv (5.500 rpm) com torque de 20,3 kgfm (4.800 rpm).
Dois tipos de transmissão estão disponíveis:
a manual de seis marchas e a XTRONIC® CVT com função
overdrive. “O XTRONIC® é o que há
de mais avançado em transmissão continuamente
variável”, afirma Rafael Clemente, coordenador
de Planejamento de Produto.
O veículo pode ser encontrado em quatro cores:
uma opção de cor sólida, o Preto
Premium, e três metálicas (Prata Classic,
Cinza Magnetic e Azul Onyx). As rodas de liga leve de
16 polegadas com pneus 205/55 são de série
para as versões S e SL e opcionais para a versão
de entrada.
O pacote tecnológico do sistema mecânico
também é formado pela direção
com assistência variável elétrica.
Suave em manobras de baixa velocidade, a direção
é sensivelmente progressiva em velocidades mais
altas e gera resposta imediata a qualquer movimento
no volante. Não há nada melhor em manobras
de emergência.
Segundo a empresa, o conjunto de suspensão foi
adaptado às condições de rodagem
do Brasil, e é formado pelo sistema independente
McPherson com barra estabilizadora na dianteira e por
eixo de torção com barra estabilizadora
na traseira. Os amortecedores contam ainda com dispositivo
de controle de ondulação, ripple control,
que eliminam as vibrações transmitidas
por depressões ou obstáculos.
Serviço:
Preço: a partir de R$ 59.500,00
www.nissan.com.br
Avaliação:
A equipe do Canal Executivo utilizou o veículo
apenas na cidade de São Paulo, durante mais de
10 dias. O veículo é silencioso e apresenta
forte poder de arrancada. O espaço interno é
bom, com destaque para o porta-luvas, com capacidade
para receber até um notebook.
O detalhe negativo aparece quando o carro é utilizado
em ruas com piso irregular. Neste momento, a desconforto
dos passageiros é grande, pois o veículo
sacode muito. Isso significa que a adaptação
do conjunto de suspensão precisa evoluir.
Outro ponto desfavorável é que ainda não
existem versões flex fuel.
A equipe do Canal Executivo informa que esta avaliação
envolve apenas o ponto-de-vista de motoristas comuns,
sem conhecimento técnico.
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