Santander Banespa
investe nos talentos da casaCapacidade
de execução, liderança, gerenciamento de
pessoas, histórico de geração de resultados,
visão estratégica e gestão comercial. São
esses os critérios para a escolha de
funcionários para o programa Formação de
Líderes do Santander Banespa, que treina
gerentes-gerais para cargos de superintendentes.
O programa Formação de Líderes do Santander
Banespa existe há menos de um ano, já tem 11
funcionários destinados a cargos em
superintendência e quatro já foram promovidos.
O programa envolve um grupo de pessoas,
selecionadas por critérios rigorosos, que tenham
potencial para sucederem diretores corporativos.
Os escolhidos desenvolverão uma visão
estratégica e pragmática dos negócios para
contribuir no direcionamento do banco.
Depois de uma medição de performance e
potencial feita por um sistema que identifica os
melhores profissionais no Banco, 30
gerentes-gerais são indicados pelos gestores de
suas áreas para participar da seleção do
programa e, a partir daí, são escolhidos os que
mais se destacam. Os selecionados passam por uma
entrevista com diretores do Banco e os 15
melhores participam do Formação de Líderes.
O programa inclui cursos presenciais e a
distância sobre diversos tipos de gestão como
de pessoas, de riscos e comercial até Recursos
Humanos. São 288 horas de treinamento em que os
participantes estudam matemática financeira,
contabilidade, noções de macroeconomia e
estratégias de varejo, entre outros. Além
disso, toda semana eles participam de um curso
sobre consultoria de mercado. Na primeira
edição em 2003, 40 gerentes foram selecionados
entre 1200 indicados.
Para Ricardo Saldanha, superintendente de
Recursos Humanos Varejo do Santander Banespa, os
gerentes desenvolvem no curso uma visão de
negócios. "Há muita gente competente
dentro do Banco e precisamos saber usar
aproveitá-los", diz.
Quando uma vaga de superintendência é
aberta, um dos participantes do programa
Formação de Líderes é indicado. João Carlos
de Resende é um dos participantes do Formação
de Líderes e já foi promovido a superintendente
regional de Governos e Instituições. Após
três anos e meio como gerente-geral da Agência
Juiz de Fora, ele foi indicado para o programa e
hoje coordena o relacionamento comercial do Banco
em Minas Gerais com órgãos do governo ligados
à saúde e educação.
João Carlos diz que o grande diferencial do
programa é a possibilidade de ocupar o cargo de
superintendência com conceitos de gestão e por
meio de um processo seletivo com credibilidade.
"É um programa de reciclagem, aprendizagem
e revisão de conceitos que nos dá um grande
visão de mercado", acrescenta o
superintendente.
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