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Pesquisa traça perfil do bilionário mercado de moda

O mercado de moda no Brasil produziu no ano passado 5,6 bilhões de peças (vestuário, meias e acessórios) e consumiu 1 milhão de toneladas de tecido, gerando US$ 15,9 bilhões e 1,1 milhão de empregos. O investimento das 17,5 mil empresas que atuam no segmento foi da ordem de US$ 103,6 milhões.

Os dados fazem parte da pesquisa “O Mercado de Moda no Brasil – Vestuário, Meias e Acessórios Têxteis”, produzida pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) e pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), com o apoio da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX Brasil), e divulgada durante o Fahion Rio. A pesquisa é uma prévia do anuário do setor têxtil que será lançado no fim de junho com o apoio da APEX Brasil e é produzido pelo IEMI desde 1988.

A maior parte da produção está no Sul/Sudeste, regiões que juntas reúnem 86% da produção nacional. A participação do Nordeste, de 12% no ano passado, é crescente. “A produção da moda já foi ainda mais concentrada. Ela costuma crescer junto com o consumo das localidades, a partir do próprio desenvolvimento regional e de incentivos fiscais”, explica Marcelo Prado, diretor do IEMI.

Por outro lado, a produção é bastante fragmentada em número de empresas. As de grande porte respondem por apenas 16% da produção e as pequenas e médias ficam com 66%. As microempresas respondem pelos demais 8%.

A maior parte dos empregos do setor, 71%, é gerada nas empresas de pequeno porte. As micro empresas geram 8% dos postos e as de grande porte detêm os demais 21%. “De 1997 para cá, a produção cresceu 20% em números de peças, graças os investimentos do setor”, acrescenta Prado.

Quarenta e três por cento das vendas nacionais são da linha de produtos classificada como “lazer”, que engloba peças de casual wear, como jeans, camisetas, bermudas e shorts. “Vinte e dois por cento de todas as peças produzidas são camisetas”, detalha o diretor do IEMI. A linha social (ternos, tailleurs etc) fica com 15% e a esportiva com outros 10%. Os demais 32% estão divididos entre os segmentos de moda profissional, praia, gala, inverno, bebê, meias, íntima, de dormir, acessórios e roupas de segurança.

O recorte por público-alvo mostra que as mulheres são as grandes consumidoras de moda no país. A moda feminina responde por 41% da produção. Já o público masculino representa 35% do mercado. A moda infantil tem participação de 18% e a moda bebê, 5%.

De 1998 para cá, a balança comercial da moda brasileira deixou de ser deficitária em US$ 124 milhões para tornar-se superavitária em US$ 192 milhões. No ano passado, as exportações do setor foram de 340 milhões e as importações de US$ 148 milhões. “Os produtos que o país mais compra de fora são as calças e os shorts, seguidos pelas camisas. Os que mais vende são as calças, seguidas das camisetas”, detalha Marcelo Prado. Os principal país de origem é a China (42% das importações), e o país para quem o país mais exporta é Estados Unidos (com 39% das vendas totais).

A pesquisa mostra ainda que a produção e o consumo aparente (produção mais importação menos exportação) praticamente se equivalem. O país produziu no ano passado o equivalente a US$ 15,9 bilhões e o consumo aparente foi US$ 15,7 bilhões. “Ainda é o mercado interno que sustenta o mercado da moda no Brasil”, afirma Prado. Os principais canais de distribuição são as grandes redes de varejo (27% da distribuição total), seguidas do pequeno varejo independente (23%). As lojas de departamento e hipermercados também têm uma participação relevante, de 10%.

Marcelo Prado prevê para 2005 um aumento de 2,5% para o setor. Fernando Pimentel, diretor-superintendente da ABIT destaca a grande importância do mercado brasileiro para a cadeia produtiva de têxteis e confeccionados. “O crescimento poderia ser maior, desde que as condições macroeconômicas fossem mais favoráveis a novos investimentos e ao aumento do poder aquisitivo dos consumidores”, afirma.

Pimentel lembra que o consumo de fibras no país gravita de 8 a 9 quilos por habitante, enquanto em nações com o mesmo nível de desenvolvimento o consumo vai de 10 a 12 quilos por habitante. “Esses números indicam um grande potencial de crescimento no setor, com geração de empregos, renda e desenvolvimento para o país”, acrescenta.

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