Notícias
   Carreira & Gestão
   Dança das Cadeiras
   Pesquisas
   Artigos
   Cursos & Seminários
   Livros
   Turismo
   Compras
     Anuncie Aqui
     Fale Conosco
     Home



 
   Vagas & Oportunidades   
   Balcão de Talentos  
   Notícias  
   Cursos  
   Anuncie Aqui  
   Fale Conosco  
   Home  



Clique aqui e assista entrevistas em vídeo


 

CLIQUE AQUI

 



Photos By:

Conheça as novas câmeras digitais da Kodak

 
 
Carreiras & Gestão    

Novo projeto de lei pode esvaziar as agências reguladoras

O projeto de lei que prevê novas regras para as agências reguladoras e acaba de ser enviado pelo presidente da República ao Congresso, poderá esvaziar essas agências, transformando-as em meros órgãos fiscalizadores.

A avaliação é de Ricardo Azevedo Sette, da Azevedo Sette Advogados em São Paulo, escritório especializado em fusões e aquisições. Sette também enxerga inconstitucionalidades na transferência de funções para os Ministérios e no fim da independência funcional das agências.

Para ele, “se já tínhamos um horizonte difícil em relação ao investimento estrangeiro, com esse projeto a situação vai piorar. Para qualquer tipo de investidor o modelo atual é mais interessante porque proporciona maior transparência nas negociações e demonstra que existe um órgão regulador sobre a atividade do investidor”.

Segundo Sette, as agências, de acordo com a proposta, serão obrigadas a encaminhar ao Congresso relatório anual de suas atividades, com prestação de contas sobre o exercício da regulação e da fiscalização. “Estamos andando para trás porque os Ministérios voltarão a ser responsáveis pelas licitações, contratos de concessão e permissão, atividades desempenhadas atualmente pelas agências”, explica o advogado.

Desse modo, restará às agências reguladoras a função de conduzir a parte operacional das licitações, além de serem responsáveis pela extinção de concessões e contratos de autorização, limitando os poderes das agências, ao invés de ampliá-los, pondo um fim, portanto, na independência funcional com o Executivo.

“Este projeto em resumo, acaba com as agências dentro do moderno conceito e objetivo com que foram criadas. Tudo isso vem minando a combalida atividade empresarial do país, afugentando o investimento seja nacional, seja estrangeiro e promovendo o desemprego em larga escala. Projetos como este que só servem à ganância do Governo Federal por maior concentração econômica para o Estado que nada produz e arrecada, pelo contrário, cada dia aumenta sua voracidade tributária, fiscal e previdenciária sem qualquer retorno à sociedade. O meio empresarial deve dizer um Basta a tudo que tem acontecido e este projeto inconstitucional deveria ser o primeiro grito do chega, do não aguentamos mais, do assim não é possível”, desabafa o advogado.

Clique Aqui e Veja Mais Carreiras & Gestão


 

Leia Ainda

Dança das Cadeiras

Confira o vaivém do
mercado de altos
executivos na semana

Cursos & Seminários

Palestra conta novidades
da maior feira de merchandising dos EUA

Curso ensina a gestão da qualidade de vida no trabalho

ABRE realiza curso de Design de Embalagem

Empresas

Rudnick inaugura loja conceito em Curitiba

Randon Veículos fecha negócio de R$ 32 milhões com a Votorantim

American Express já parcela despesas internacionais

Getronics aluga solução
sem fio para força de venda

Unibanco dá consultoria para quem quer investir
na Bovespa

Carreiras & Gestão

Regime não-cumulativo
da Cofins afeta
prestadora de serviços

Pesquisas

Conjuntura e prazos de pré-datados geram
novo recorde
de cheques sem fundos

Indústria alimentícia exportou 16% a
mais no 1º bimestre

Feriado atrapalha, mas varejo de SP vende mais no crediário

Livros

Livro analisa a
reforma tributária

Lazer & Turismo

Spa The Sensory
prepara pacotes
especiais para as mães

Compras

Grife Ricci & Colella
dá dicas de moda masculina