| Gestores
ganham ferramentas para ajudar a contratar deficientes
Gestores de Recursos Humanos já podem contar
com ferramentas tecnológicas para ajudá-los
na tarefa de selecionar, recrutar e inserir pessoas
com deficiência no ambiente de trabalho,
cumprindo assim a Lei 8213/91 (conhecida como
Lei de Cotas).
Na terça-feira (4/10), dois novos instrumentos
virtuais serão colocados à disposição
dos gestores: o Banco Solidário de Currículos,
específico para a organização
e gerenciamento de currículos de pessoas
com deficiência, desenvolvido pelo Instituto
Paradigma em parceria com a Profit Tecnologia
da Informação, e o curso a distância
“Gestão de Espaços Acessíveis
– Desenho Universal”, resultado de
uma parceria do Instituto com a FGV Online. Ambos
serão apresentados aos executivos, das
8h30 às 10h30, na Fundação
Getúlio Vargas (R. Itapeva, 474, 1º
andar, sala 1000, Bela Vista, SP).
A inclusão das pessoas com deficiência
no mercado de trabalho trouxe a necessidade de
se desenvolver uma tecnologia específica
para a gestão dos currículos de
profissionais com deficiência. Compreendendo
esse cenário, em parceria com o E-Hunter,
o Instituto Paradigma criou o Banco Solidário
de Currículos, cujo principal objetivo
é servir de referência para captação
de candidatos com deficiência. Essa ferramenta
estará disponível para os parceiros
do Instituto Paradigma e para os Clientes E-Hunter.
Para evitar a comercialização de
currículos, as empresas de recrutamento
e seleção só terão
acesso aos currículos encaminhados pelas
empresas parceiras. Todas as empresas que depositarem
seus currículos para a gestão solidária
do processo de recrutamento receberão uma
senha de acesso ao banco de dados.
Outra ferramenta importante para efetivar a inclusão
das pessoas com deficiência nas empresas
é o curso à distância “Gestão
de Espaços Acessíveis – Desenho
Universal”, desenvolvido pela FGV Online,
em parceria com o Instituto Paradigma, para atender
as necessidades de arquitetos, designers, engenheiros,
e demais profissionais interessados em conhecer
as alternativas existentes para tornar os espaços
acessíveis a pessoas com deficiência
e mobilidade reduzida.
Alguns dos tópicos abordados no curso
são um histórico da percepção
social a respeito das questões da deficiência,
o conceito de homem padrão versus diversidade,
entre outros.
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