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Terceirização
em TI pode sanar falta de mão de-obra
Todos os indicadores apontam para uma tendência
de crescimento do setor de Tecnologia da Informação
(TI) nos próximos anos. Segundo expectativas
do IDC - International Data Corporation, entre
2006 e 2009, deverão ser criadas 630 mil
vagas para o setor somente na América Latina.
Atualmente, o Brasil já concentra 47% dos
especialistas da região com 892 mil empregos),
seguido pelo México com 23% (429,6 mil)
e Argentina com 9% (179 mil).
Ainda segundo o IDC, até
2009 os investimentos em tecnologia da informação
(hardwares, softwares e serviços) na região
devem chegar aos US$ 39 bilhões, com crescimento
anual de 8,9%. O mercado brasileiro deve se responsabilizar
pela maior taxa de ampliação, de
11,8%, nos próximos quatro anos.
O mais interessante é que,
de acordo com levantamento realizado pelo MCT
(Ministério da Ciência e Tecnologia),
existem hoje 17 mil vagas em aberto no país,
por falta de mão-de-obra especializada
e, nos próximos três anos, esse número
deve chegar a 100 mil. Aí é que
entra a necessidade de terceirização
da TI pela maioria das empresas.
Para baratear o custo da TI, só
há uma solução: a utilização
de recursos compartilhados via outsourcing. Esta
é a visão do especialista com mais
de 26 anos de mercado Miguel Ruiz da MR Consultoria.
“As empresas estão percebendo que
investir em projetos que não estão
alinhados ao seu próprio negócio
resulta em grandes prejuízos, seja de tempo,
recursos financeiros ou humanos”, analisa
Ruiz.
Segundo o consultor, com o passar
do tempo, o empresariado deixou de ser refém
dos “emperradores do sistema” e passou
a investir em parcerias com empresas especializadas
em TI. “Hoje, o sucesso das organizações
está intimamente ligado aos recursos humanos
que possui. Cada um em sua expertise de negócio.
O cliente necessita de talentos, ferramentas e
instrumentos tecnológicos capazes de suprir
as necessidades de seu negócio.”
Ruiz explica que do ponto de vista
da gestão, com o outsourcing (terceirização)
da TI, as empresas podem dedicar-se integralmente
ao foco principal das suas atividades. “A
incorporação de profissionais melhor
qualificados para o suporte tecnológico
propicia resultados de mais qualidade aos serviços
e mais disponibilidade do pessoal interno para
o negócio da empresa propriamente dito”,
diz.
Segundo ele, um mesmo profissional
pode atender bem a mais de uma empresa de segmentos
diferentes. Basta, para isto, um bom planejamento
dos projetos e uma boa distribuição
das atividades.
Fundada em 1999, a MRC tem realizado
consultoria e terceirização em diversas
empresas como Bunge Fertilizantes, Hospital do
Câncer, Blue Life, Sogefi, Crown / Petropar,
Huber Suhner, Valeo, JHT, Metal 2, Stancati, Fiamm,
Solving, Austex, Fitesa, UVPack. Site: www.mrconsultoria.com.br
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