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Emprego
na construção civil segue em alta
O nível de emprego formal
na construção civil brasileira subiu
1,2% em maio na comparação com o
mês de abril. O resultado corresponde ao
incremento de 17,5 mil vagas formais no setor.
A informação é do SindusCon-SP
(Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Estado de São Paulo) e da FGV
Projetos, com base em pesquisa do Ministério
do Trabalho.
Em 2006, até maio, o setor
gerou 75,8 mil empregos (aumento de 5,4% no acumulado
do ano). No fim de maio, a construção
civil brasileira registrava 1,471 milhão
de trabalhadores formais.
No acumulado de doze meses, o
levantamento apontou a admissão de 132,6
mil trabalhadores formais, o que significa alta
de 9,9% no período.
Já o saldo de contratações
na construção civil paulista subiu
apenas 0,25% em maio, desacelerando o ritmo de
abril, que registrou alta de 0,96% sobre março.
O resultado de maio equivale ao incremento de
987 postos de trabalho, contra os 3.765 trabalhadores
contratados no mês anterior.
No acumulado do ano até
maio, o crescimento no nível de emprego
na construção civil em São
Paulo foi de 3,5%. No fim daquele mês, o
setor empregava 398,2 mil pessoas no Estado, uma
elevação de 8,64% no acumulado de
doze meses.
A modesta elevação
no nível de emprego do setor no Estado
de São Paulo foi reflexo das quedas do
nível de emprego em quatro regiões
do Estado. Contribuíram com números
negativos áreas importantes, como o ABCD
e Campinas. No município de São
Paulo, o nível de emprego acumulou alta
de 0,44%, de abril para maio. Os trabalhadores
formais do setor na Capital totalizavam 187,9
mil, no fim de maio.
Por áreas do estado, a
maior alta relativa em maio foi registrada na
região de São José do Rio
Preto, com acréscimo de 335 trabalhadores
(+3%). Já a maior queda relativa ocorreu
na região do ABCD, com redução
de 1,44%, ou 303 vagas a menos.
O emprego na construção
civil na região Sudeste do Brasil registrou
em maio alta de 8.933 vagas (+1,1% na comparação
com o mês anterior). A região Norte
teve o maior aumento relativo do mês, com
crescimento de 2,8% no número de vagas,
ou 1.747 novos postos de trabalho. Já no
Nordeste, a elevação foi de apenas
0,9%, com a abertura de 2.368 vagas.
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