| Praticar
exercício ajuda na tomada de decisão
Agenda lotada, reuniões
e a urgente necessidade de tomar decisões
importantes. Diante dessa rotina, muita gente
sucumbe ao cansaço mental e corporal, com
reflexos negativos na produção diária.
Outros utilizam ferramentas capazes de combater
o estresse e a indisposição, como
a prática de exercícios físicos.
Os especialistas dizem que esta
é uma das melhores soluções,
na medida em que a carga horária de trabalho
não pára de crescer. Pesquisa divulgada
pelo National Institute for Occupational Safety
and Health, dos EUA, revela que a média
de horas trabalhadas por executivos oscila entre
60 e 65 horas semanais, o que dá uma média
de 12 a 13 horas por dia.
“As atividades de fitness
como ginástica e musculação
proporcionam o condicionamento do organismo a
situações que imitam o estresse
do dia-a-dia. Com isso, podemos dizer que em uma
situação de sobrecarga de pressão
na empresa, o executivo estará mais condicionado
à enfrentá-la”, explica Paulo
Pirozzi, médico responsável pelas
avaliações físicas da Triathon
Academia.
Pirozzi revela que o executivo
praticante de atividades físicas de três
a quatro vezes por semana oxigena melhor o cérebro
e aumenta sua performance. “O profissional
fica mais tranqüilo, age mais pela razão
e tende a tomar decisões mais equilibradas”,
completa.
Um exemplo é o empresário
Cimini Júnior, 37, aluno da Triathon. Antes
de praticar exercícios, Cimini fumava muito
e sofria com o estresse. “Era um grande
candidato a ter um infarto. Isso me atrapalhava
inclusive no trabalho; eu ficava extremamente
ansioso. Hoje descarrego minhas energias negativas
malhando. Tenho menos ansiedade, tomo decisões
com a cabeça mais leve e mais calma e procuro
ser menos impulsivo”, diz.
Ao mesmo tempo em que cuida do
corpo, o profissional deve se preocupar também
com a alimentação. A nutricionista
Cristiane Durante diz que beber pelo menos 1 litro
de água por dia e ingerir alimentos com
baixo teor calórico são práticas
essenciais para a manutenção do
bem-estar do executivo.
“É essencial evitar
o consumo exagerado de sal, açúcar,
alimentos ricos em gordura, colesterol e alimentos
que contribuam para o aumento da estafa nervosa,
como por exemplo, o chocolate e o café”,
diz Durante.
Na outra ponta, segundo ela, vários
alimentos ajudam o organismo a repor a perda diária
de vitaminas e sais minerais e, com isso, devolvem
a vitalidade ao profissional.
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