Carreiras & Gestão

Sem inglês, carreira fica comprometida

Uma pesquisa realizada pela Global English Corporation, especializada no ensino do idioma via web, em parceria com a UP Language Consultants, consultoria especializada no ensino de idiomas em ambiente corporativo, fez um levantamento para avaliar como anda o inglês nas corporações. A conclusão é que quem não domina o idioma fica com a carreira comprometida.

A amostra total da pesquisa foi de aproximadamente 25 mil funcionários, desde administrativos a executivos, de 300 corporações globais em 125 países. Apesar de 91% dos entrevistados afirmarem que o inglês é importante para seu trabalho, apenas 9% declaram ter conhecimento suficiente para realizar suas funções.

Dos ouvidos, 89% disseram que terão mais chances de subir na empresa se puderem se comunicar em inglês. Não é para menos, pois 76% dos funcionários de corporações globais usam o inglês diariamente em suas funções. “Hoje o inglês é tão importante quanto a graduação e essa pesquisa mostra bem isso”, diz Lúcio Sardinha, diretor da UP Language.

Para o consultor, não são apenas as oportunidades de emprego que ficam limitadas com a falta do idioma - as promoções e ganhos também. “Um profissional com fluência no idioma pode ganhar até R$ 13 mil a mais ao ano se comparado com os colegas que não tem o inglês”, diz.

Entre os muitos desafios enfrentados pelas corporações, o estudo aponta para uma necessidade de treinamento em inglês, no qual a comunicação comercial ineficiente surje em funções de barreiras idiomáticas. Segundo o estudo, se esse problema for resolvido, as empresas irão lucrar milhões com ganhos de produtividade.

A mesma pesquisa revela ainda que de cada quatro pessoas no mundo uma fala com algum nível de competência o idioma. Também segundo a consultoria, de 20% a 30% da população empresarial no Brasil estuda idiomas. Outro dado que chama atenção são os investimentos das empresas no processo de aprendizado da língua. “Sessenta por cento do budget das companhias são destinados para treinar os funcionários no idioma”, conclui o consultor.


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