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Venda
de imóvel usado cresce em SP pelo
2º mês consecutivo
11-06-2007
Em abril, as vendas de imóveis
usados no estado de São Paulo registraram
um crescimento de 2,06% na comparação
com março. Foi a segunda alta consecutiva
deste ano, desempenho que fecha o primeiro
quadrimestre em uma situação
de virtual "empate técnico"
- com dois meses de queda (- 2,56 em janeiro
e - 2,35% em fevereiro) e outros dois de
alta (+ 2,27% em março e + 2,06%
em abril). Os números foram levantados
em pesquisa feita pelo Conselho Regional
de Corretores de Imóveis do Estado
de São Paulo (CRECI-SP) com 1.410
imobiliárias de 37 cidades do Estado.
"A tendência
daqui para o final do ano deverá
ser de crescimento já que os bancos
prometem ampliar o volume de financiamentos,
a economia está em expansão
e, conseqüentemente, o desemprego tende
a diminuir, gerando a estabilidade que as
famílias desejam para embarcar na
realização do sonho de ter
sua casa própria", afirmou o
presidente do CRECI-SP, José Augusto
Viana Neto.
Houve um aumento no índice
estadual de vendas de 0,6851 em março
para 0,6993 em abril. Nas quatro regiões
do Estado em que a pesquisa é feita,
três tiveram desempenho positivo no
período: Capital (+ 1,82%), Interior
(+ 1,93%) e as cidades de Santo André,
São Bernardo, São Caetano,
Diadema, Guarulhos e Osasco (+ 5,49%). Apenas
no Litoral, houve queda de 0,34%.
Os imóveis mais vendidos
em abril no Estado foram os de até
R$ 100 mil. Segundo a pesquisa CRECI-SP,
eles representaram 53,96% do total vendido
na Capital; 66,9% no Interior; 73,58% no
Litoral; e 60,87% nas cidades do A, B, C,
D, Guarulhos e Osasco. A maioria das propriedades
foi vendida à vista (59,94%), sendo
o restante dividido entre financiamentos
bancários (32,25%), financiados pelos
proprietários (7,2%) e consórcios
(0,61%).
Locação
tem queda de 2%
O mercado de locação
de imóveis no Estado teve comportamento
oposto ao de venda em abril. Houve queda
de 2% no número de propriedades alugadas
em relação a março.
O índice estadual de locação
caiu de 2,3348 em março para 2,2879
em abril.
A queda nas locações
atingiu a Capital (- 1,1%), o Interior (-
3,81%) e as cidades do A, B, C, D, Garulhos
e Osasco (- 2,58%). No Litoral, entretanto,
o número de imóveis alugados
foi 4,27% maior que o de março. Os
novos contratos concentraram-se na faixa
dos aluguéis de até R$ 600,00
- eles representaram 59,51% dos imóveis
alugados na Capital, 79,91% no Interior,
71,94% no Litoral e 82,16% nas cidades do
A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.
Segunda a pesquisa CRECI-SP,
a inadimplência dos inquilinos nas
imobiliárias pesquisadas cresceu
no Interior (+ 5,53%) e no Litoral (+ 4,46%)
e diminuiu na Capital (- 1,82%) e nas cidades
do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (- 1,84%).
A pesquisa CRECI-SP foi
realizada em 37 cidades do Estado de São
Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara,
Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca,
Itu, Jundiaí, Marília, Osasco,
Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão
Preto, Rio Claro, Santo André, São
Bernardo do Campo, São Caetano do
Sul, São Carlos, São José
do Rio Preto, São José dos
Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté,
Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião,
Ubatuba, Bertioga, Guarujá, Santos,
São Vicente, Itanhaém, Mongaguá,
Peruíbe e Praia Grande.
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