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Fraudes
com cheques caíram em janeiro
Com índice de 0,18% em
janeiro, as fraudes com cheques no Brasil caíram
21,74% na comparação com mesmo período
de 2006, quando o indicador ficou em 0,23%, de
acordo com estudo da Telecheque, empresa de concessão
de crédito no varejo. Em relação
a dezembro (0,09%), no entanto, a pesquisa constatou
aumento das fraudes de 100%.
"Esta queda, além
de muito positiva para o varejo, reflete um comportamento
mais cauteloso dos lojistas, que têm buscado
realizar suas com mais critério, dificultando,
desta forma, os golpes aplicados por estelionatários",
comenta José Antônio Praxedes Neto,
vice-presidente da Telecheque.
O estado com o maior indicador
de cheques fraudados foi São Paulo, que
registrou índice de 0,54%. No estado ainda
houve crescimento das fraudes de 5,88% em relação
a janeiro do ano passado (0,51%) e de 100% frente
ao mês anterior (0,27%).
Goiás ficou em segundo
lugar, com índice de fraudes de 0,41%.
Nele, também verificou-se um expressivo
crescimento desse tipo de golpe, de 241,67% na
comparação com dezembro (0,12%)
e de 310% em relação ao mesmo período
de 2006 (0,10%).
Na sequência, destacaram-se
Mato Grosso e Rio de Janeiro, com indicadores
de cheques fraudados de 0,27% e 0,25%, respectivamente.
No Estado fluminense o crescimento das fraudes
com cheques chegou a 257,14% frente ao mês
anterior e a 177,78% em relação
a janeiro do ano passado.
O índice de roubo de cheques
no país foi de 0,11% e apresentou queda
de 15,38% no comparativo com janeiro de 2006 e
alta de 57,14% em relação ao mês
de dezembro. Em janeiro do ano passado o índice
de cheques roubados ficou em 0,13%, enquanto em
dezembro em 0,07%.
Já o indicador de cheques
sustados foi de 0,43%, superior 65,38% na comparação
com o mês anterior (0,26%) e 2,38% frente
ao mesmo período do ano passado (0,42%).
"Os cheques roubados se tornaram
uma prática de golpe ultrapassada no mercado,
já que os golpistas têm atualizado
muito os tipos de abordagem ao varejo a cada dia",
acrescenta Praxedes.
OBS: A Telecheque avalia a inadimplência
com cheques, bem como outros indicadores relacionados
a esse meio de pagamento, considerando o valor
em reais das transações e não
a quantidade de folhas de cheques emitidas.
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