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Lojistas
paulistanos esperam alta de 4% nas vendas para o Natal
22-12-2008
Os lojistas paulistanos estão otimistas em relação
às vendas de Natal e prevêem um aumento
de até 4% no faturamento. É o que apontou
a sondagem da Federação do Comércio
do Estado de São Paulo (Fecomercio) realizada
nos dias 18, 19 e 20 de dezembro, com 160 lojistas na
capital paulista. As lojas de bens duráveis,
como eletroeletrônicos, esperam atingir alta de
2% e o segmento de semiduráveis, a exemplo de
vestuário e calçados, elevação
de 6%.
O resultado apontado pela sondagem está coerente
com os dados do ano anterior, que apresentou alta de
3% nas vendas natalinas. Apesar do final de 2008 ter
como agravante a crise financeira, ainda há elementos
favoráveis em relação às
vendas como a alta do emprego e renda, além da
facilidade de crédito, vistos até meados
de setembro.
A sondagem apontou que 71% dos lojistas estão
com os estoques iguais a 2007. Na avaliação
da Fecomercio, esse resultado deve-se à crise
econômica mundial. Inseguro com o cenário
de incertezas nacional, o comerciante não se
sentiu muito confiante em estocar um grande volume de
produtos e achou mais seguro trabalhar com o mesmo número
de mercadorias visto no ano anterior.
Na hora da comprar, o cartão de crédito
continua sendo a forma preferencial de pagamento, utilizada
em 59% das transações, enquanto o pagamento
à vista – dinheiro, cheque e cartão
de débito - corresponde a 34% das compras. O
cheque pré-datado responde por 6% do total e
outras formas de pagamento como carnês e financeiras,
atingem 1%.
Em busca de aumentar o faturamento, 62% dos comerciantes
favorecem o consumidor com descontos especiais, 27%
optaram pelas ofertas especiais (exemplo: as relâmpagos),
8% lançaram mão de sorteios e distribuição
de brindes e 3% decidiram pelas vendas parceladas sem
juros.
De acordo com a sondagem, 46% dos empresários
do comércio estão investindo em alguma
ação publicitária para aumentar
as vendas. Já em relação a emprego
temporário, 35% dos empresários contratam
mão-de-obra extra no período natalino,
enquanto 60% não.
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