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Pequenas
empresas também sonham com fusão e aquisição
30-05-2008
De acordo com uma pesquisa da RCS Brasil feita com
250 pequenas e médias empresas de todo o País,
93% dos proprietários ou sócios já
aceitam negociar a sua empresa com investidores e também
não se opõem a participar de uma fusão,
mesmo que seja com um concorrente.
"Muitas destas companhias são familiares.
Quando não, há um grande valor sentimental
por parte do dono. Por isto era muito difícil
que os pequenos e médios aceitassem vender ou
fundir o seu negócio, mas vemos que a cultura
está mudando e isso já é observado
como estratégia importante de crescimento",
diz Mauro Johashi, sócio da divisão de
corporate finance da RCS.
Na opinião do consultor, o que mais atrai os
empresários, no caso das fusões, é
a possibilidade de aumentar o market share e crescer
muito em um curto espaço de tempo.
"No caso das aquisições, a tentação
de receber uma grande quantia pelo negócio e
poder até investir os recursos em um novo empreendimento,
é o que mais seduz os empreendedores", diz.
"Outro incremento aos processos de fusões
e aquisições é a qualificação
do Brasil com investment grade, que irá ampliar
a entrada de investimentos diretos no país, os
quais com certeza também serão direcionados
para pequenas e médias empresas", completa.
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