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Saiba quanto tempo em
média você deve ficar no emprego
20-01-2012
A Catho Online, portal de currículos e empregos,
realizou um novo estudo com base na mais recente edição
da Pesquisa dos Executivos e identificou que houve uma
queda no tempo mínimo que o recrutador julga
que um profissional deva permanecer na mesma empresa.
A pesquisa contou com a participação de
46.067 respondentes.
Conforme aponta o estudo, o tempo mínimo avaliado
pelos recrutadores é de 2,9 anos, sendo que em
2009 essa mediana era de 3,5 anos, e se mantinha estável
desde 2005.

É interessante destacar que os valores mudam
expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores.
Nesse ponto há uma divisão entre os mais
jovens, em que a maioria acredita que um período
de pelo menos 2,3 anos seja adequado, e os mais maduros,
que apostam em uma estabilidade maior, com 4,4 anos
de permanência nas empresas.

Quando os profissionais são questionados sobre
o tempo que estão trabalhando na empresa atual,
a média fica próxima a esperada, uma vez
que aproximadamente 50% dos profissionais estão
há pelo menos 2 anos em seu emprego atual e 25%,
há mais de 5 anos.

“Os jovens de hoje tiveram grande influência
na mudança deste cenário. São profissionais
que trabalham em busca de desafios, que vivem atrás
de novidades. No entanto, mais importante do que o tempo
de permanência na empresa, é a evolução
do profissional", diz Adriano Meirinho, diretor
de marketing da Catho Online.
"Se ele está há muito tempo na organização,
mas apresenta crescimento, isso pode ser algo positivo.
Já se ele muda constantemente de emprego, mas
consegue sempre algo melhor e mais experiência,
também pode ser algo interessante”.
A pesquisa foi realizada no mês de abril de 2011.
A análise contou com a opinião de 46.067
participantes, que responderam a um formulário
online com 249 perguntas, questionando sobre três
dimensões da vida do profissional.
Foram levadas em consideração apenas
as respostas de profissionais que possuem mais de 16
anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas
e residentes no Brasil. Esta pesquisa é realizada
desde 1988.
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