| Gulliver
dribla concorrência e cresce 15%
A Gulliver deve crescer 15% este ano, em comparação
a 2004, num período em que a concorrência
com eletrônicos e com produtos ilegais foi
o terror da indústria de brinquedos. O
faturamento de R$ 40 milhões é resultado
da estratégia de diversificação
de produtos adotada pela empresa durante o ano.
Foram brinquedos para todas as idades, importados
e de fabricação própria,
para meninos e meninas e com preços variados,
a partir de R$ 4,50.
Um dos maiores impulsionadores das vendas foi
o investimento em licenciamento de personagens
de sucesso, como heróis Marvel, Warner,
Disney e de clubes de Futebol. Com a estréia
de filmes, como o Quarteto Fantástico,
os brinquedos de personagens ganharam força
extra. Até o final do ano, a empresa ainda
trará ao mercado bonecos e acessórios
de mais dois longas-metragens, que serão
lançados em dezembro: “King Kong”,
da Universal, e “As Crônicas de Narnia”,
da Disney.
Ao mesmo tempo em que trouxe ao público
brasileiro brinquedos importados que não
poderiam ser produzidos no país devido
à indisponibilidade da tecnologia necessária,
a empresa apostou na viabilização
de produtos para o mercado nacional, usando o
máximo de sua capacidade para fabricar
tudo o que fosse possível e diminuir os
custos ao consumidor.
“Alguns brinquedos exigiam
tecnologia mais avançada apenas em algumas
peças. Nesses casos, elas foram importadas
e todas as outras foram produzidas aqui. Foi o
que ocorreu com os baldes de praia: a impressão
especial dos personagens foi feita fora e as pás,
formas e tampas foram produzidas pela Gulliver”,
conta Paulo Benzatti, gerente nacional de vendas.
Para driblar a concorrência dos aparelhos
eletrônicos, como celulares e computadores
desejados cada vez mais cedo pelos jovens, a empresa
apostou na linha para crianças em idade
pré-escolar. Brinquedos educativos, desenvolvidos
especialmente para estimular a inteligência
e os sentidos dos pequenos, como os blocos de
montar Mega Bloks e a linha Cotoons, conquistaram
tanto eles quanto seus pais.
“De 2001 a 2005 conseguimos dobrar nosso
faturamento e a empresa não pára
de expandir”, conta Benzatti, que espera
um crescimento em 2006 de 15% em relação
a 2005. Neste Natal a fabricante de brinquedos
pretende incrementar suas vendas em pelo menos
15% em relação ao ano passado. No
segundo semestre, para reforçar a produção
e atender às encomendas de Dia das Crianças
e Natal, a empresa aumentou seu quadro de funcionários
em 15%.
Leia
Também
Movimento
da Redecard subiu 29% no 3º trimestre
Kraft
Foods investe US$ 5 milhões em nova fábrica
Automação
industrial deve crescer 20% em 2005
Honda
vai ampliar fábrica de automóveis
no Brasil
Programa
de exportação do setor gráfico
atinge maturidade
Clique
Aqui e Veja Mais Notícias de Empresas
Leia
as Últimas Notícias
|