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Sonda
consolida operações no Brasil
A marca Sondaimarés deixa
de existir no mercado brasileiro de Tecnologia
da Informação. A empresa de integração
e serviços de TI passa a se chamar Sonda.
A mudança de nome é decorrente da
compra de 100% da empresa no final de 2005 pelo
grupo chileno Sonda, que até então
detinha 67% das ações da unidade
brasileira. Com sede no Chile e presença
em nove países da região, a empresa
é a maior organização latino-americana
de serviços Tecnologia da Informação,
cujas vendas anuais superam US$ 355 milhões.
Segundo Andrés Navarro,
fundador e presidente da empresa, a mudança
da marca tem como principais objetivos firmar
a identidade da Sonda na América Latina,
alinhar as ofertas da companhia em toda a região,
levar a competência da subsidiária
brasileira para outros países e, em contrapartida,
trazer mais conhecimento de outros mercados para
o Brasil.
A compra da unidade brasileira
é parte da estratégia da Sonda para
acelerar o seu crescimento no mercado latino-americano,
uma vez que, nos últimos anos, a companhia
vem promovendo aquisições. No último
ano, também adquiriu completamente as operações
no México e na Colômbia, com a absorção
da participação de seus sócios
minoritários naqueles países. Adicionalmente,
realizou a aquisição da Divisão
de Serviços e Suporte Técnico da
mexicana Qualita, uma das três maiores empresas
no segmento de Gerenciamento e Suporte de Infra-estrutura
no México.
"O Brasil, ao lado do México,
é considerado um dos mercados mais importantes
para intensificar o crescimento da Sonda na América
Latina, por concentrar as maiores empresas da
região e uma emergente demanda por novos
serviços de tecnologia da informação",
diz Andrés Navarro.
A grande aposta da Sonda para
essa nova fase no Brasil será o aprimoramento
do serviço de outsourcing integral, já
muito utilizado nos outros países da América
Latina em que o grupo tem operações.
"Se bem conduzido e administrado, o outsourcing
permite ao cliente desligar-se dos aspectos mais
cotidianos da TI para dedicar-se àqueles
projetos que têm maior potencial para o
negócio”, explica Mário Navarro,
presidente da operação brasileira.
A Sonda, que tem entre seus acionistas
minoritários a Intel Capital e a IFC, subsidiária
do Banco Mundial, também se prepara para
abrir até 25% de seu capital na Bolsa de
Valores do Chile no último trimestre do
ano. Os fundos levantados serão investidos
no plano de desenvolvimento da companhia, que
pretende aumentar sua base de clientes e realizar
novas aquisições em outros países.
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