|
Mais
de 250 mil empresas aderiram ao Refis 3
A Receita Federal recebeu 205
mil pedidos de adesão ao Parcelamento Excepcional
criado pela Medida Provisória 303, que
instituiu o Refis 3. Já a renegociação
de dívidas com a Previdência Social
teve 48 mil adesões. Os números
foram fechados pela Receita e Previdência
após a data limite para adesão ao
parcelamento, que venceu no dia 15 de setembro.
O consultor da Unidade de Políticas
Públicas do Sebrae Nacional, André
Spínola, diz que a adesão ao parcelamento
junto à Receita Federal ficou dentro do
esperado. Já o parcelamento de débitos
com a Previdência Social poderia ser maior.
Isso porque, ao contrário da Receita, a
Previdência não oferece o serviço
pela internet. E ainda exige uma série
de documentos em duas vias e só aceita
o pagamento do parcelamento por débito
em conta bancária.
Para Spínola, o parcelamento
via Refis 3 é vantajoso para as micro e
pequenas empresas. "Melhor que não
houvesse dívida. Mas já que existe
pelo menos se abre a opção de parcelar
os débitos, com desconto na multa e nos
juros, abrindo a possibilidade de a empresa ficar
regularizada, apta a participar de licitações
e ter acesso a serviços financeiros",
assinala.
No período de adesão
ao Refis 3, o Sebrae desenvolveu amplo trabalho
de orientação a micro e pequenas
empresas com débitos na Receita Federal
ou na Previdência Social, em parceria com
a Federação Nacional das Empresas
de Serviços Contábeis e das Empresas
de Assessoramento, Perícias, Informações
e Pesquisas (Fenacon), a própria Receita
Federal e os sindicatos de contabilistas nos estados.
Foram organizados seminários
em estados como São Paulo, Rio de Janeiro,
Goiás, Pará, Rondônia, Rio
Grande do Norte e no Distrito Federal, além
de teleconferências sobre o tema. Outra
estratégia adotada foi a elaboração
do 'Guia Prático - Parcelamento de Dívidas
Tributárias', uma publicação
com dicas sobre como aderir ao Refis 3.
De 14 de agosto a 15 de setembro,
o guia ficou disponível nos sites do Sebrae
Nacional, Fenacon e Sebrae em São Paulo.
Ao todo, os usuários fizeram 14 mil downloads
nesses três sites, sendo oito mil no do
Sebrae Nacional, quatro mil no da Fenacon e dois
mil no do Sebrae em São Paulo. "Também
foram distribuídas 50 mil cartilhas de
orientação", informa André
Spínola.
O consultor do Sebrae avalia que
esse trabalho de orientação tem
influência direta no número de adesões.
Ele baseia-se em números do Refis 1, no
ano 2000, quando o Sebrae não realizou
campanha com instituições parceiras.
Naquele ano, foram 129 mil adesões de parcelamento
de débitos com Receita Federal e Previdência
Social.
"Durante o Refis 2, em 2003,
fizemos a primeira grande campanha, com palestras,
cartilhas e material no site, e 374 mil contribuintes
aderiram, sendo 282 mil empresas e 92 mil pessoas
físicas", diz André Spínola.
"Agora, repetimos a campanha e houve 253
mil adesões, sendo 205 mil na Receita e
48 mil na Previdência. Isso mostra que a
sensibilização ajuda a elevar o
número de empresas que aderem ao parcelamento",
acrescenta. (Agência Sebrae de Notícias)
Leia
Também:
Exportador
de frango quer manter pé no Egito
INDG
incorpora 31 novos sócios
Otimismo
na construção disparou em agosto
PST
monta empresa de rastreamento de veículos
Santander
abre linha bilionária para pequena empresa
Nissan
aplica mais US$ 150 milhões no Brasil
Vendas
do atacado químico cresceram 14% em agosto
EDS
pretende dobrar receita na América Latina
International Paper vai construir fábrica
no MS
Produção de celulose subiu 9,5%
no 1º semestre
Volkswagen
vai ampliar família de caminhões
Agrale
exporta 40 chassis para a Jordânia
Celulose Irani puxa fila do setor em crédito
de carbono
Auto-suficiência
em gás natural só chega em 2010
Consultoria
americana Protiviti abre escritório em
SP
Supermercados
perdem R$ 2,2 bilhões por ano
Empresa
baiana ganha dinheiro com bactérias
Clique
Aqui e Veja Mais Notícias de Empresas
Leia
as Últimas Notícias
|