|
|

|



Leia aqui exclusivas colunas todas as semanas, sobre comportamento e etiqueta

Etiqueta com Estrangeiros

Todo mundo sabe que uma gafe é um momento prá lá de delicado. O autor, quer se enterrar de vergonha, a vítima fica sem graça pela vergonha de quem cometeu a gafe e, só mesmo depois de muito tempo é possível relembrar o episódio e achar graça.
E, em um mundo cada vez mais globalizado, é preciso ser rápido em assimilar costumes e regras de comportamento de culturas diferentes da nossa.
Dicas Gerais:
- Mostre-se uma pessoa respeitosa com: idosos, crianças, pobres e familiares do seu cliente. Caso você faça parte de uma cultura que passa por cima de velhinhos, é sempre tempo de aprender uma nova cultura onde os mais velhos são valorizados.
- Família: se familiares forem mencionados ou se fizerem presentes durante a conversa, pergunte sobre eles. Senão, nem pense
Na América Latina os laços familiares são estreitos e, portanto, é natural e bem visto perguntas concernentes à família do seu interlocutor. Já no mundo árabe, perguntar sobre a família é uma grosseria ímpar.
Pontualidade: importante padrão universal!
É isso aí. Com alguma variações na interpretação, chegar atrasado, em qualquer lugar do mundo, exceto no Brasil , é considerado uma falta gravíssima. Veja só.
Entre europeus, australianos e americanos - atraso é um sinal de falta de educação e consideração. Simples assim.
Asiáticos - consideram o atraso uma falha de caráter, típica de pessoas insinceras. Péssimo para a imagem, não é?
Bebida na medida certa.
Beber alcoólicos elegantemente é uma das coisas mais dífíceis, concordo. Porém em alguns casos, o anfitrião espera que você o faça até mesmo como gesto de boa vontade e confraternização. Mas, também nesse ponto a atitude varia.
Americanos: embora bebam bastante, são conservadores e, embebedar-se durante relações comerciais é simplesmente impensável.
Japoneses: gostam de testar a capacidade dos outros povos quanto a resistência em consumir bebidas alcoólicas. Para isso, antes de sentar para falar de negócios, levam o convidado para uma noite em que a regra é beber até cair.
A partir desse momento, está selado um pacto de confiança e amizade. Há executivos que já confessaram fingir-se de bêbados para terminar antes a noite e poder seguir com as negociações no dia seguinte
Franceses: é uma ofensa não aceitar tomar vinho durante as refeições. Ainda que você beba pouco, aceite e tente apreciar. No caso de ser abstêmio por motivos médicos, é melhor explicar claramente.
Alemães: bebem bem e com naturalidade. E não se escandalizam se alguém ficar ligeiramente alto. O problema é que ao faze-lo, quem perde o fio da meada é justamente quem bebe.
Como se vê, as diferenças são sutis, porém importantes. E, em uma próxima ocasião, falaremos de outras situações onde é fundamental causar boa impressão na hora dos cumprimentos e apresentações a executivos de outros países e também em visitas a sua casa, onde é importante saber até onde eles esperam que partilhemos sua intimidade.
|textos anteriores|
|

|

 |