Mudança no IPTU aumenta
o valor para bairros pobres


Um mês depois da aprovação do novo IPTU de Santa Cruz do Rio Pardo há reclamações apontando exageros no valor do metro quadrado em imóveis localizados em bairros populares. Um deles foi descoberto quando o contribuinte foi transferir a escritura em cartório. No distrito de Sodrélia o aumento do m2 de imóveis subiu 1.300%. Em outros pontos da cidade há terreno que vale R$ 15 mil, mas o valor venal foi fixado em R$ 35 mil. Essa distorção ocorre porque a Planta Genérica de Valores (PGV) também foi reajustada e praticamente ignorada pela Câmara. O projeto do prefeito Adilson Donizeti Mira (PSDB) atualizou o valor venal dos imóveis. O vereador José Antonio Fonçatti (PTB) disse que os contribuintes deverão contestar os valores na Justiça. A prefeitura admite o aumento em números percentuais nos bairros periféricos, mas justifica que havia uma grande desafagem na planta genérica. “O preço do m2 estava cotado a R$ 0,35. Esse valor era baixo demais”, explicou o assessor da prefeitura Alberto Takeshi Suzuki. O imposto sobre transações imobiliárias de Santa Cruz é o mais alto da região. Ele é calculado em 3% do valor venal dos imóveis.

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Bancário tem coleção de
cédulas antigas do Brasil


Colecionador “por acaso”, como se define, o bancário Oswaldo Scucuglia Junior, conhecido como “Queijo”, guarda um acervo com mais de 70 cédulas de dinheiro nacional e aproximadamente 30 de outros países. O hobby teve início há 20 anos. “Comecei guardando as notas que saíam de circulação e, com o tempo, a coleção foi aumentando”, conta Scucuglia. Nas notas guardadas por ele é possível perceber alguns constumes predominantes nas sucessivas trocas de moeda, como o corte de zeros, o uso de carimbos para identificar o novo valor e nome do dinheiro e o velho hábito do brasileiro escrever nas cédulas.

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Câmara arquiva CPI
sob protesto do PMDB


Depois de seis meses de apurações, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada pela Câmara de Ourinhos não encontrou irregularidade nas licitações da prefeitura para compra de apostilas às escolas municipais. As duas negociações somam R$ 935 mil. O relatório inocentou o prefeito Claudemir Alves da Silva (PTB). O plenário aprovou o relatório na sessão da última segunda-feira — dos 17 vereadores só 4 foram contra. O vereador José Claudinei Messias discorda do conteúdo do relatório. Para o peemedebista, o prefeito mudou o contrato três meses depois que a Câmara instalou a CPI. O vereador João Felício Figueira admitiu que uma das licitações chegou a ficar um período acima do limite permitido, mas a irregularidade foi corrigida a tempo com um aditamento no contrato.

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Confirmado primeiro caso
de dengue em Santa Cruz


Foi confirmado quinta-feira, 7, o primeiro caso de dengue neste ano em Santa Cruz. O paciente contraiu a doença durante uma viagem ao Rio de Janeiro-RJ — cidade onde há epidemia. No dia seguinte à confirmação do resultado, o setor de controle da dengue da cidade iniciou a aplicação de inseticidas nas quadras próximas ao local de trabalho da pessoa infectada, na região central, e no bairro onde ela mora, no Jardim Eldorado.

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Baile de Carnaval perde público
para as excursões a praias do Sul


O carnaval santa-cruzense está mais modesto neste ano em comparação a anos anteriores. Só a escola de samba religiosa “Unidos da São Benedito”, da paróquia do mesmo nome, desfila pelas ruas, com um trajeto diferente e sem grandes alegorias. O Icaiçara Clube realizou o primeiro baile da festa de Momo anteontem, com pouco público. As outras opções em Santa Cruz são os bailes populares no Clube dos Vinte, patrocinado pela prefeitura, e o “Tendaval” montando no conjunto esportivo “Bernardino de Mello Lacerda”, no bairro da Estação. O fraco desempenho do carnaval neste ano tem uma explicação: vários santa-cruzenses optaram por excursões para o Sul do país. Só das agências de turismo partiram na sexta-feira pelo menos dez ônibus com destino a Camboriú, um para São Paulo (sambódromo) e um outro grupo escolheu o Nordeste brasileiro para descansar durante o carnaval.

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