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...Nunca diga, isso
é natural,
para que nada passe por imutável. (Bertold Brecht)
Todos nós temos acompanhado
através da mídia, de um modo geral, as notícias
sobre o aumento da incidência da violência. O crime
praticado por um adolescente de 16 anos contra um casal de namorados
levantou a discussão sobre a ineficiência do Estatuto
da Criança e do Adolescente (ECA). A mídia sensacionalista,
principalmente os programas de televisão que vivem e se
alimentam das desgraças sociais e da miséria humana,
passaram os últimos dias vociferando a favor da pena de
morte e da diminuição da idade penal, com o intuito
de sensibilizar o Poder Judiciário, a polícia e
entidades, para uma ação mais eficaz
frente ao problema. Mostra-se, subjacente a esse movimento, o
desejo de alguns na internação (FEBEM) de todos
os adolescentes infratores considerados mais perigosos,
e a pena de detenção a todos os maiores de 16 anos.
A razão principal dessa mobilização pró-repressão
é o antigo argumento, compartilhado por muitos: o
judiciário nada faz e, pelo contrário, só
protege os menores delinqüentes!.
Acredito que realmente seja o momento de agir, mas verificando
cuidadosamente qual é o modo de atuação necessária
para não haver precipitação que agrida ainda
mais a sobrevivência dos deserdados do direito de cidadania.
Antes de mais nada é necessário colocar as coisas
em seu devido lugar: primeiro, não se pode generalizar
o crime que foi cometido contra o casal de namorados. Trata-se
de um psicopata, que pode existir em qualquer lugar do mundo;
é um tipo de criminoso raro em países onde as crianças
e os adolescentes têm um acompanhamento familiar e social
apurado, com a rápida identificação das pessoas
com condutas sociais divergentes. Dessa forma não se trata
de um crime social, mas de um problema médico. No caso
brasileiro, com um Estado que mal pode prover os hospitais públicos
de esparadrapo, como falar em acompanhamento psicológico
a pessoas carentes? Talvez somente após se encontrar os
corpos das vítimas! Segundo, a grande maioria dos crimes
cometidos por adolescentes são contra o patrimônio,
através de pequenos furtos e roubos, e que podem ser socialmente
reabilitados, desde que não sejam jogados nas penitenciárias
de onde, se saírem, representarão muito mais perigo.
Para que possamos parar de discutir paliativos e busquemos uma
forma eficaz de resolver o problema precisamos saber: quem é
esse adolescente infrator? Como surgiu essa figura
em nosso cenário social, e porque só agora foi capaz
de mobilizar a atenção das pessoas?
Para essa definição, é necessário
previamente descartar algumas posturas simplistas do tipo, esses
meninos têm uma personalidade criminosa! ou uma outra
muito em moda ultimamente é o demônio agindo
na vida da pessoa. As duas são politicamente conservadoras,
pois a culpa não é de ninguém. Ou é
da natureza humana ou de uma ordem divina que ninguém consegue
mudar, e a única ajuda que podemos oferecer é a
caridade e nossa pieguice travestida de amor.
Com os pés no chão, livre de conceitos teológicos,
mágicos e limitadores, devemos encarar a realidade de frente,
percebendo o fenômeno social dentro de um contexto histórico
e lógico. O capitalismo pressupõe sempre pobreza,
miséria e desemprego. A cada revolução tecnológica
mais pessoas perdem seu posto de trabalho. Nesta perspectiva,
o Brasil é peculiar pois seu modelo desenvolvimento e de
acumulação capitalista produziu uma enorme concentração
de renda (ou riqueza) em mãos de poucas pessoas e em curto
espaço de tempo, criando uma massa de miseráveis
despossuída dos meios de vida e de acesso aos bens e de
dignidade suficiente para uma vida em comunidade. Essa terrível
concentração de renda provocou, atualmente, a desintegração
das referências morais e, como conseqüência,
a impossibilidade de todos estarem compartilhando dos mesmos sistemas
de valores sociais (exemplo: de que maneira serei mais valorizado
socialmente, se for um cidadão exemplar ou se possuir um
carro importado?). Assim, a mãe biológica
desses menores infratores é o nosso perverso sistema econômico
que destrói e desorganiza a vida familiar desses meninos
impedindo que eles tenham o direito de sonhar ou manter qualquer
projeto futuro. Nesse sentido, ele só pode pensar no aqui
e agora, a fim de sobreviver e responder as necessidades imediatas
de sua infância negada. Durante sua vida, a única
lição que aprende é que o dinheiro é
a alma da vida e a droga seu sonho permitido. São também
frutos de nossa indiferença e egoísmo pelo que acontece
longe de nossas vistas, atrás de nossos muros ou do lado
de fora dos vidros de nosso carro. Até o momento em que
estavam jogados na periferia, passivamente esperando pela nossa
caridade, sua presença não incomodava, pelo contrário,
era até importante, pois podíamos praticar nosso
assistencialismo cristão, com a pretensão
de que introjetassem condutas passivas, aceitando sua condição
e lugar social e que vissem apenas na virtude do trabalho
honesto a saída de seu calvário. O que é
um paradoxo com a realidade vivenciada por eles, dentro de uma
sociedade capitalista e do modo de vida das pessoas, onde a competição
por poder e dinheiro não é limitada pela ética
de seus membros.
Por este prisma, a delinqüência não é
uma característica, mas uma estratégia de sobrevivência;
marginal não é um traço de sua personalidade,
mas o lugar que ocupa na sociedade. Assim, quem deveria estar
no banco dos réus e condenada por todos é o nosso
modelo de sociedade.
Mas, no momento em que a miséria ameaça descontrolar,
fugir de seu limite imposto pela nossa bondade, e
traduz seu silêncio oprimido em contestação
à ordem, atacando o que nossa sociedade tem de mais sacrossanto,
a propriedade, não é mais possível suportá-los,
é hora de clamar às autoridades públicas
para que a ordem seja restabelecida a qualquer preço. Porém,
o Poder Judiciário tem um modo de atuação
delimitado por um código de leis e pela Declaração
dos Direitos da Criança, da qual o Brasil é signatário,
que garante a todas as crianças o direito à proteção
ao desenvolvimento. Mas, nem por isso, seu modo de intervenção
com relação aos menores infratores, deixa de ser,
de alguma forma, violenta e autoritária. A violência,
que as pessoas não percebem no ECA é dissimulada,
diferente daquela que se dá atrás dos muros da FEBEM.
A força do Estatuto não tem como princípio
a repressão física, mas através do exame
e vigilância integral (do menor e de sua família).
A estratégia de ação do Poder Judiciário,
característica nos países capitalistas, com relação
aos adolescentes infratores é sempre de acompanhamento
e gerenciamento. O Juiz não julga o adolescente, ele os
examina sendo os técnicos judiciais (psicólogos
e assistentes sociais) o papel mais importante. Ou seja, com o
escopo de proteção o adolescente infrator
será examinado e vigiado durante toda a sua adolescência,
através da ação dos técnicos judiciais
que penetram em sua casa e vasculham sua intimidade. Esse exame
tem como função verificar quais os infratores passíveis
de obediência e submissão às regras, de tal
modo a serem reintegrados ao nosso meio social e sistema de valores
e quais os mais perigosos, que serão conduzidos até
a maioridade sem surpresas. Assim, enviar todos os menores pré-avaliados
como perigosos à FEBEM, condenaria todos, sem prévia
avaliação individual, a uma vida repertoriada de
crimes. Dessa forma, a grande estratégia de controle que
norteia o Estatuto da Criança e do Adolescente é
evitar a surpresa, todos os futuros criminosos já estão
monitorados pela justiça. Pode-se perguntar para qualquer
funcionário da justiça que ele fará uma lista
dos nomes dos adolescentes criminosos e nos atos infracionais
existem os detalhes mais íntimos de sua vida. Não
se trata aqui de condenar os profissionais do judiciário
como artífices dessa operação, pois presos
ao conceito da imparcialidade da lei, acreditam na isenção
política de suas práticas. Desde os primeiros teóricos
modernos sobre o poder (Maquiavel, Hobbes, Locke e outros) tem-se
a idéia de que violência gera violência, sendo
o controle e a vigilância as armas mais eficazes.
Levando-se em conta toda essa complexidade da questão,
podemos buscar juntos alternativas para uma ação
que pretenda resultados mais eficazes e duradouros, pois o sentimento
de que a situação é grave parece unânime.
Nós não iremos melhorar o problema alterando leis
e tornando mais severas as penas. Enquanto estivermos discutindo
esse ponto estaremos perdendo tempo e enchendo de audiências
os programas sensacionalistas (se um dia o crime acabar vai haver
um monte de apresentador e deputado, que vivem de sangue, desempregado).
Portanto, considerando que ninguém possui a chave para
equacionar o problema, mas balizado nas experiências do
passado, o único caminho que temos o dever e o direito
de trilhar, é o que se baseia na ética e na justiça.
Que vise prioritariamente a reintegração desse meninos
no mundo dos cidadãos, para que todos tenham as mesmas
oportunidades de vida, excluindo-os da dependência do favor
e como reciprocidade a obediência e submissão. Entre
outras medidas, o trabalho digno para seus pais surge como preâmbulo.
Para isso precisamos criar uma vacina que acabe com a miséria
nesse país. Não há saída fácil
e rápida, mas não podemos perder mais tempo com
discussões inócuas.
Maurício Gonçalves
Saliba (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)
Parabéns, papai!
Papai José Eduardo Catalano...
Você merece essa homenagem na Calçada da Fama por
tudo que você fez e faz pela nossa cidade, pelos momentos
alegres que vivemos com você, pelas palavras certas que
nos tocaram, ditas nas homenagens de amigos e outras apresentações
que fez tão bem, pois você consegue transformar qualquer
data simples, qualquer festa comum numa data inesquecível.
Você tem esse dom de abrilhantar qualquer ocasião
e, ao mesmo tempo, a humildade de um homem bom e honesto.
Longe de mim ter um pouco do seu dom de escrever tão bem,
mas estou escrevendo com o coração, com o sentimento
de amor e gratidão. Você é um professor inesquecível
nas lembranças de cada aluno. Me lembro sentada nas carteiras
escutando as histórias que você nos contava (quando
foi meu professor na OAPEC) e conta até hoje com essa alegria
e prazer em estar dando aula, prazer em estar fazendo o que gosta.
Aliás, tudo que você faz é com essa dedicação
intensa e sabedoria. Radialista de 55 anos de programa diário
com a mesma disposição, hoje e ontem, por puro prazer.
Lembro tantas vezes que eu liguei na loteria musical, agora seus
netos fazem o mesmo, deve ser uma alegria inesplicável.
Eterno Protocolo Rotariano com a glória de ter sido governador,
pois sempre dedicou sua vida a fazer o bem e ao ideal de servir.
Advogado competente, assessor jurídico responsável,
corintiano roxo, amigo de todas as horas, pai único e exclusivo,
avô carinhoso e querido. Pai, você é tudo isso
e muito mais: é um exemplo de vida para nós. Dizem
que pai a gente não escolhe, então só me
resta agradecer a Deus por ter sido privilegiada e ter recebido
um pai maravilhoso como você. Parabéns pela Calçada
da Fama! Parabéns pelos 70 anos!
Luciana Catalano Yoneda
(Santa Cruz do Rio Pardo-SP)
Quero parabenizar o mentor da idéia de homenagear o Dr.
José Eduardo Catalano na Calçada da Fama. José
Eduardo é um cidadão que, acredito, todos santa-cruzenses
se enchem de orgulho. A presença dele em qualquer evento
dá um toque de requinte, pois ele é um iluminado.
Nas diversas profissões que exerce, tem grande destaque,
porque faz tudo com muito amor. Nós santa-cruzenses tememos
que ele queira se aposentar porque desconhecemos um sucessor para
tamanho talento. Quero aqui deixar um pedido: Doutor, será
que, se o senhor conseguir uma equipe para lhe ajudar, não
conseguiriam ressuscitar os Bailes de Debutantes e o Programa
Rádio Clube Mirim? Tenho certeza que esse é o desejo
de muitos. Parabéns pelo homem, pai, esposo, professor,
advogado, radialista, mestre cerimonial, e por esse ser humano
de uma sensibilidade abençoada. Gostaria de pedir para
que todas as pessoas pudessem ler o Salmo 1º em sinal de
agradecimento a Deus por essa pessoa maravilhosa que temos a honra
de conhecer.
Antonia Perin (Santa
Cruz do Rio Pardo-SP)
Adeus Elzinha!
Com as saudades de sua ausência,
tão repentina entre nós, familiares e amigos, entre
a dor no coração, você nos deixou uma alegre
lembrança, enquanto conosco esteve e um vazio enorme por
essa perda irreparável.
Você foi um anjo merecedor de um filho que tanto te amou.
Você foi uma tia como nos contos de fadas, que passam na
cabecinha das crianças. Para meu filho, você era
e continua a ser a Princesinha. A tia e fada no coração
dos demais sobrinhos. No seio da família, o nosso ponto
de referência.
Você nos surpreendeu pela vontade de Deus mas que, em todos
os seus planos, possamos cumprir o que você sonhou. Queremos
que seja muito feliz onde você estiver, olhando por essas
pessoas que aprenderam de uma maneira muito especial a gostar
de sua forma de ser. Estamos aqui agora, na sua falta, prontos
a cultivar o que sempre semeou de seu bondoso coração
para todas as pessoas que você amou e que jamais esquecerão
de você.
Beijos, minha querida irmã, e até que um dia, quando
formos chamados para fazer parte de seu convívio.
Maria Aparecida Cachoni
Figueira (Jundiaí-SP)
Rock é cultura
Há algum tempo promove-se
no Bar do Cersão, em frente ao Icaiçara
Clube, a apresentação de bandas locais de rock'n'roll
durante as tardes de domingo. Houve, porém, um fato lamentável
que ofuscou o último domingo, 16. Durante a apresentação
da banda Over12, policiais compareceram ao estabelecimento dizendo
que haviam recebido denúncias de barulho e
perturbação. Não quero comprar briga com
ninguém, muito menos com a lei. Só acredito que
as manifestações culturais, quaisquer que sejam,
sendo tão raras em nossa cidade, deveriam ter mais incentico
e apoio tanto da população quanto da prefeitura.
O próprio Cersão disse que já
havia consultado a vizinhança a respeito de possíveis
transtornos e não recebeu nenhuma reclamação.
Naquela tarde, os perturbadores fomos nós que nos divertíamos
sadiamente, sem envolver ninguém. No mais, espero que o
DEBATE se interesse por essa nova cena musical que surge em Santa
Cruz.
Thiago Pitol de Abreu
(Jacarezinho-PR)
Os Verdugos
A frase a sua vida faz
a nossa vida dá margem a várias interpretações
em todos os campos do conhecimento. Na sócio-política,
ela soa terrivelmente irônica. Isto não significa
que a conceberam com estas intenções zombeteiras,
mas aos desempregados estruturais ou não (o que importa
este conceito?) o capitalismo parece estar rindo sarcasticamente
com frases ambíguas. Na conjuntura atual, percebe-se que
a vida de muitos trabalhadores faz a doce vida de poucos empresários.
Os capitalistas de hoje, tem suas presas crescidas para sobreviverem
e perpetuarem seus altos ganhos. A ganância viciosa não
poupa esforços para seus objetivos de luxúria e
soberba vivência.
No passado, poucos capitalistas aderiram ao cooperativismo, abrindo
mão de uma parte de seus bens para estabelecer um padrão
de vida mais justo a seus operários. Não, isto nem
sequer passou pela mente da maioria dos capitalistas. Jamais admitiriam
desfazer-se de seus bens herdados do mercantilismo. Aliás,
o capitalismo é filho rebelde do Mercantilismo, que desgarrado
criou asas. Então, quem poderá dizer que enriqueceu
honestamente sem, ao menos, ter cometido o pecado de inflacionar
seus preços? Quem não explorou mão-de-obra
barata para ganhar mercado, mesmo sob as terríveis conseqüências
do desemprego em outras regiões? Quem não cobrou
ágio nos tempos dos preços congelados? Vocês
são os verdugos desta história, vocês condicionaram
os operários a esta vida sofrida. Já é hora
de olharem para baixo. Vejam esta turba que, às seis da
manhã, marcha para a indústria em busca do seu vintém
diário. Marchar para o trabalho, hoje, é prazer
e alívio por não estar desempregado. Mas é
uma marcha inquietante, pois não se tem estabilidade empregatícia.
Apesar das contrariedades, a marcha tem sua beleza própria,
pois o trabalho dignifica.
Porém, creio que a solução não é
ética como dizem, senão via terapia, pois basta
entender o que é a ganância, reconhecê-la como
um defeito pessoal a ser superado por muitos capitalistas. A superação
levará os relacionamentos socioeconômicos a uma condição
de suportabilidade pelos trabalhadores. Amenizar os sofrimentos
destes será a solução pacífica e transitória
até a sociedade evoluir para um estado superior ao atual.
João Zanatta
Neto (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)
Escola em destaque
A nossa escola EE Prof.
Tomaz Ortega Garcia, de Santa Cruz do Rio Pardo, foi contemplada
nestes últimos dias com quatro acontecimentos que merecem
destaque.
O primeiro deles foi a presença da Profª. Maria Cristina
Almeida da FDE de São Paulo, integrante da Gerência
de Informação Pedagógica que coordena o projeta
piloto aluno Monitor, juntamente com a Dirigente de
Ensino da Região de Ourinhos, Profª. Maria Regina
Pereira de Araújo. Também estiveram presentes os
assistentes técnico-pedagógicos Lucilene, Samira
e Rogério do Núcleo Regional de Tecnologia Educacional
(NRTE) de Ourinhos, que visitaram a nossa escola, especialmente
a sala ambiente de informática, valorizando e estimulando
o trabalho dos alunos monitores: Breeane Frasson Da Silva, Edivaldo
Fernando Grossi, Glacieli Cristina Bastos e Marcos Paulo Moreira.
O segundo acontecimento foi a conquista pela aluna Lucilene Piol
Cardoso da 7ª série, sob a orientação
da Profª. Marilene Jacob De Carvalho, que teve seu trabalho
(redação) escolhido em 1º lugar na fase regional
(2ª fase) do concurso A Saúde Bucal, que
irá concorrer na 3ª fase (nível Estadual) com
trabalhos escolhidos nas outras Diretorias de Ensino do Estado
de São Paulo.
Tivemos, ainda, no II Congresso de Iniciação Científica,
promovido pelas Faculdades Integradas de Ourinhos, a participação
do aluno João Paulo Cardoso, da 2ª série do
ensino médio, orientado pela Profª Luciane Valéria
Pedroso De Alcântara, que, juntamente com o Prof. Coordenador
Pedagógico Ednilson Celso Fernandes, acompanharam, neste
dia 10/11/2003, o aluno para a sua apresentação
no congresso, com o projeto Energia Nuclear no Brasil.
O quarto acontecimento que merece destaque é a visita dos
alunos do Projeto Guri, no dia 24 de outubro de 2003, sendo acompanhados
pelo Prof. Mário Nelli, Prof. Magali Junqueira, Valdir
Pedro, maestro Jeferson Bento e Suzete, dando um show de cultura
com as brilhantes apresentações musicais, cujo resgate
em nossas crianças e jovens é digno de ser elogiado.
Assim, pretendemos através desta carta, sabendo da ampla
divulgação que o DEBATE proporciona, tornar público
os nossos cumprimentos aos trabalhos mencionados e a todos aqueles
que, na EE Prof. Tomaz Ortega Garcia, empenham-se
para tornar a escola o espaço de concretização
das idéias, procurando fornecer os elementos necessários
para a construção da cidadania.
Aproveitamos a oportunidade para cumprimentá-los pelo trabalho
jornalístico do mais alto nível sempre presente
neste conceituado jornal.
Luciene Damasceno
Silva, diretora em substituição, e Oldack Roder,
vice-diretor (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)
Boa sorte!
Fiquei muito orgulhosa quando,
ao olhar o DEBATE pela Internet, aqui de longe, pude ver o meu
pai estampado nas páginas deste conceituado jornal. Na
matéria sobre as eleições da OAB meu pai
deu entrevista, já que é candidato ao cargo de presidente
pela chapa União da Ordem.
As eleições serão no próximo dia 27
e espero que aquele que for eleito seja um bom presidente. Estou
aqui de longe, em São João da Boa Vista, torcendo
para que vença o Gersinho, como meu pai era
chamado pelos companheiros do Banespa nos anos que trabalhou por
lá, onde foi sempre muito querido por todos. Gersinho
deixou o Banespa para advogar, pois sempre foi o que ele mais
gostava de fazer.
Sei que a minha opinião é suspeita, mas acredito
que ele será um ótimo presidente e que fará
as melhorias necessárias dentro da OAB de Santa Cruz. Acredito
nisso não por ser filha, mas por saber que ele é
um advogado honesto e que nunca fez distinção entre
os seus clientes particulares e os da justiça gratuita.
Tanto é verdade que ele é um dos advogados mais
disputados por aqueles que procuram a assistência gratuita
na OAB. Torço para que o eleito seja Gerson Balielo Junior.
No entanto, se o outro candidato vencer, espero que também
faça um ótimo trabalho.
Pai: estou torcendo por você, boa sorte no dia 27!
Aqui no jornal que eu trabalho, mostrei para todos meu pai na
Internet. Estou feliz por você!
Thaís Elisa
Balielo (São João da Boa Vista-SP)
Maura: 1º lugar
Maura Alice Souza Pegorer, 1º
lugar na pesquisa que acontece todos os anos em nosso município.
Destaca-se sempre por sua alegria de viver e amor em tudo que
faz. A você, todo meu respeito e admiração.
Parabéns!
Elsen Butignoli Andrade Molitor, Orientadora Técnica
Assessora de Educação Infantil (Santa Cruz do Rio
Pardo-SP)
Dedé Correia
Como se fosse possível esquecer um querido amigo de meu
pai Altamiro. Se possível fosse esquecer meus quinze anos,
baile de Debutantes do Ica, sua poesia feita à todas nós,
que guardo com muito carinho, de branca que foi hoje bem amarelinha.
Se fosse possível esquecer seu livro Dicas,
que permanece sobre a mesa da biblioteca para consulta dos alunos
aqui da escola onde trabalho. Não se esquece pessoas significativas.
Maria de Fátima
de Império Tonon (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)