| Cidade |
O treinamento de cães
tornou-se uma estratégia de guerra durante a Segunda Gerra
Mundial. No conflito, os alemães utilizavam cachorros com
bombas presas ao corpo para atacar os inimigos e ensinaram aos
animais a vigiarem prisioneiros.
Embora o cachorro tenha acompanhado o homem desde a pré-história,
os primeiros registros de treino de cães para ajudar o
homem em suas tarefas data do final do século XVIII. Naquela
época, na Inglaterra, beagles e foxhoundies ajudavam nas
caçadas imperiais.
Durante a Segunda Guerra, os nazistas começaram a se aproveitar
das habilidades dos pastores alemães para fins bélicos.
Eles alimentavam cães debaixo de tanques de guerra e, depois,
deixavam-os dias sem comer, para levá-los aos campos de
batalha com fome. Quando viam os tanques inimigos vindo, os cães
corriam para eles para se alimentar, com bombas amarradas pelo
corpo.
Devido a grandes baixas, as fronteiras com a França, Holanda,
Bélgica e Espanha foram guardadas por 33,5 mil dobermans
e pastores alemães, que passaram à condição
de guardas.
Após o fim do conflito mundial, o aumento da criminalidade
provocado pelo desnível social promoveu o desenvolvimento
do adestramento de cães de guarda.
Depois da crise do pós-guerra, nos anos 60, a economia
européia se estabilizou e os cães de guarda começaram
a perder as funções. Foi assim que os criadores
passaram a se promover concursos de obediência, que existem
até hoje.