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Prefeito de Ipaussu rebate acusação

Quero afirmar que em nenhum momento declarei ser o professor Homero responsável pelo resultado da Escola Profª “Anália Marquesi Ramos”. Aliás, se forem observadas as ponderações da diretora Fatiminha, não iremos olhar de forma negativa.
Ao citar o nome dos secretários Homero e Fátima, somente quis mostrar que o problema era pessoal e político. Uma das áreas que lpaussu mais evoluiu em nossa administração foi a Educação e sempre faço questão de citar os nomes dos ex-secretários Homero e Fátima e agradecer-lhes pelo trabalho realizado no passado.
Temos certeza que nossa pequena lpaussu melhorou muito em todos os setores e devemos isto ao apoio e empenho de ex-secretários secretários atuais, funcionários públicos e a população em geral.
Fomos eleitos em 2000 com 61% dos votos e reeleitos em 2004 com 77%.
Sempre admirei e continuo admirando a leitora Beatriz Pestana e seus familiares. Não mudei e nem mudarei o meu conceito.
Convido a população a participar mais de nossa administração, pois, além de conhecê-la melhor, sugestões visando melhorias serão bem aceitas.
Desculpe-nos se falhamos em algum momento. Somos humanos.

— Paulo Sérgio Correa Leite, prefeito (Ipaussu-SP)



Nota de repúdio

A direção e equipe de docentes da EMEF “Amador Bueno” vem através desta repudiar a carta datada de 20/08/06, publicada nesta seção, onde cita nossa escola sem embasamento nenhum nos nossos trabalhos, colocando nossa casa de ensino em exposição negativa perante a comunidade que respeitamos e procuramos prestar bons serviços.
Gostaríamos que todos soubessem que nossa escola é tradicional, querida pelo povo ipauçuense, trabalha com clientela heterogênea, com inclusão de alunos, é publica e para todos e não somente para a classes privilegiadas. Informamos ainda que uma única avaliação escrita não poderia jamais servir como termômetro ou parâmetro da capacidade dos alunos, equipe docente, direção ou secretaria e nem mesmo ser alvo de pessoas que tomam dores políticas e particulares, sem nenhuma visão sistêmica dos seus atos, expondo uma coisa grandiosa — que se chama ÉTICA — para com o que é público e de todos. A educação é um processo e muito do que trabalhamos hoje é continuidade dos trabalhos anteriores, se é que alguém conheceu ou conhece o trabalho aqui desempenhado. Queremos dizer que nós, sim, estamos com sentimento vexatório, pois na classificação nossa escola está entre as 10 melhores da região, e não ter o merecido reconhecimento causa, além do vexame, muita tristeza.
Liderança para nossa equipe é vencer a cada dia dificuldades de seres que precisam ser transformados e ter um futuro melhor, independente do seu ponto de partida. Nossa escola completou nesse dia 15 de agosto, 89 anos de TRADIÇÃO, ORGULHO, CONQUISTAS, COMPETÊNCIA demonstrada não só na avaliação Brasil como 7º e 10º colocada, mas também em dados indicadores que sempre nos elevam a médias bem acima das do Estado como, por exemplo, quando fomos visitados e avaliados por um observador do PROTAGONISTÉS e INSTITUTI LEMANNN.
Convidamos a todos para conhecer o nosso trabalho e dizer que há muito para ser feito, mas sabemos que a educação está a cargo de todos e precisamos estar sempre entre os melhores. Portanto, trabalharemos cada vez mais e melhor, mesmo que no “ranking” nos consideramos estar entre os “melhores”.

— Maria Cristina Trovô Lourenço, diretora da Escola EMEF Amador Bueno (Ipaussu-SP)



Contas públicas

A despeito da farta exigência da legislação, algumas prefeituras teimam em mostrar-se alheias aos ditames da lei. A divulgação das contas públicas é uma exigência constitucional, através do princípio da publicidade. Muitos prefeitos creditam a este princípio a divulgação de suas obras, maquiadas pelo entendimento único de que devem mostrar o que foi feito por eles durante seu mandato, tentando fazer-nos acreditar que se trata de um ato de utilidade pública.
O sentido do “Princípio da Publicidade” é a divulgação dos atos administrativos do governo para a realização de suas obras — e não as obras em si — e também a divulgação dos serviços de atendimento e de utilidade pública para atender às necessidades da comunidade. A divulgação das obras não passa, assim, de manipulação do que diz a lei.
O que importa para a comunidade, e o que está implícito na Constituição, além da informação da população sobre os atos administrativos e os serviços essenciais, é a divulgação das contas públicas — do quanto foi arrecadado com impostos, dos valores transferidos pelos Governos Federal e Estadual, do montante de gastos realizados, além da situação dos diferentes balanços do município.
Mas alguns municípios não respeitam nem a Constituição, em seu artigo 37. Sendo que desrespeitam também o artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei nº 9.755/98 e a Instrução Normativa nº 28/99 do Tribunal de Contas da União.
Cabe também a nós, o povo que elege os governantes, o papel de fiscalizar os atos dos governantes, mesmo que muitos vereadores achem que o ato de fiscalizar o Executivo caiba apenas ao Tribunal de Contas do Estado e se esquecem desta sua incumbência.
Conforme a legislação, os municípios devem publicar as contas públicas em seus sites da internet, mas nem todos estão em dia com a disponibilização dessas contas e balanços.
Na nossa região, até o dia 24/08/2006, os maiores municípios (em recursos orçamentários, antes que alguém brigue comigo) eram os piores exemplos de respeito aos contribuintes.
Parabéns aos pequenos municípios (em recursos orçamentários), pela presteza na prestação de contas aos munícipes. Ipaussu, Piraju e São Pedro do Turvo estão em dia com suas publicações de contas até julho de 2006, sendo que Ipaussu apresenta erros nos meses de março e abril desse ano. Chavantes e Manduri e Bernardino de Campos estão com as contas divulgadas até maio de 2006, mas Bernardino apresenta as contas a partir de 2005, e está com erros nas receitas de janeiro de 2006. Óleo está com as contas divulgadas até abril de 2006.
Para os municípios de Timburi e Espírito Santo do Turvo não foram encontrados os sites oficiais.
Na ala da vergonha da prestação de contas para os cidadãos encontram-se os municípios maiores (em recursos orçamentários), Santa Cruz do Rio Pardo e Ourinhos.
Santa Cruz apresenta a publicação das contas de janeiro a julho de 2006, mas não tem as receitas e despesas disponíveis de novembro de 2004 a dezembro de 2005.
E o “Oscar da indiferença com o cidadão” vai para... Ourinhos. O seu site www.ourinhos.sp.gov.br, no link “Contas Públicas”, apresenta a mensagem – “atenção: nenhum registro encontrado”. Ou seja, “não temos nada a informar ao cidadão e contribuinte, nós sabemos de tudo, nós entendemos de tudo e nós controlamos tudo”. Abaixo a democracia e a participação popular...
Péssimo exemplo desses últimos municípios, pois seus moradores não têm o direito a conhecer todas as nuances dos gastos públicos por mera indiferença dos governantes, que se acham detentores vitalícios de seus cargos, sendo que não passam apenas de funcionários temporários e devem prestar contas do que fazem.
Parabéns aos cidadãos dos municípios menores (em recursos orçamentários), os quais são respeitados como cidadãos, pelo menos neste ponto, conforme exige nossa Carta Magna.
Ponto negativo aos vereadores, que são pagos com dinheiro público para, também, fiscalizar e denunciar os maus gestores, mas não o fazem, ou o fazem dentro de seus interesses eleitoreiros, sendo que muitos se omitem em defesa dos prefeitos, e em detrimento da população que paga impostos.
Todos os municípios citados podem ter suas páginas acessadas por meio do seguinte link: www.XXX.sp.gov.br — coloque o nome completo do município a consultar no lugar do “XXX”, sem acento e sem espaço entre as palavras.

— Mauricio Rodrigues de Araujo (Brasília-DF)



Pe. José Márcio Dias

No último dia 9 de junho, nós, da Família Dias, sofremos um forte abalo. Perdemos o Padre Márcio, nosso caçula. Não esperávamos por esse desenlace e sofremos muito.
Ele era o nosso guia, o mais esperado nas festas da família. Sua presença, enriquecendo o ambiente com seu bom humor, trazia-nos muita alegria, . Márcio era um cavalheiro, sempre agradecendo o convite, sem se dar conta de que sem ele a festa não tinha graça.
Acompanhamos sua doença, assistimos pesarosos suas limitações, mas ele nunca se entregou. Embora com problemas físicos, fez questão de cumprir sua missão de sacerdote até os últimos dias. Em seus últimos momentos, como se estivesse orando com seus paroquianos, repetia: “Senhor, escutai a nossa prece!”.
Não tenho irmãos, mas senti ao lado do José Augusto a dor indescritível da perda de um deles. Seu enterro, precedido de missa de corpo presente, foi emocionante. Lá estavam o Bispo diocesano, os padres — seus amigos fraternos —, e os paroquianos, que lhe dedicavam uma amizade verdadeira e o aplaudiram com demoradas palmas.
Tudo isto foi para nós um dolorido sentimento de perda; ele nos deixou uma imensa, uma imorredoura saudade; que Deus o tenha entre os justos que souberam dignificar o Seu nome.

— Alba França Bérgami Dias (São Paulo-SP)



Violência e cultura

Em setembro do ano passado, eu e minha filha Aline fomos agredidos por pessoas ligadas ao Secretário de Cultura de Ourinhos. E tudo ficou por isso mesmo. Se a violência fosse cometida contra parentes dos nobres vereadores, secretários ou outros membros da administração, a coisa seria bem diferente. Como a violência atingiu um simples pintor de letras e sua filha, ninguém está nem aí e os fatos são varridos debaixo das conveniências políticas.
Recentemente, o secretário de Cultura (?) desaprovou um projeto que tem ou tinha o apoio do prefeito Toshio Misato. Não poderíamos esperar nada mesmo de um secretário que fez uma proposta indecente de emprego ao diretor do Grupo Cia das Artes, outro grupo de Ourinhos.
As eleições estão aí e todos os candidatos de Ourinhos afirmam que defendem a cultura e são contra a violência. Espero que todos eles digam se são favoráveis ou contra a maneira como o Secretário de Cultura vem tratando os grupos de teatro de Ourinhos desde o início desta gestão. Espero que não fiquem em cima do muro...

— Cícero de Pais (Ourinhos-SP)


Organização Criminosa

O Ministério Publico concluiu explicitamente que o PT montou uma organização criminosa para roubar os cofres públicos. Eu denunciei uma quadrilha em Santa Cruz do Rio Pardo paga com os nossos impostos, que usam esses recursos em benefício próprio, quadrilha esta que foi indiciada recentemente. Mas há outras quadrilhas em Santa Cruz, que formam, assim, uma organização criminosa. As outras quadrilhas, todas a serviço do Imperador, têm funções distintas. Uma tem o papel de atacar todas as pessoas que denunciam ou reclamam dos serviços da prefeitura — utilizam essas quadrilhas da estrutura da prefeitura dos orgãos repressores da prefeitura, dos advogados e assessores e dos vereadores aliados ao Império. Fazem parte desta quadrilha, além de alguns assessores — e esposas dos mesmos que ganharam emprego na prefeitura ou empresas coligadas —, além de vereadores que ganharam emprego até para namoradas, irmãs e outras formas de pagamento, como ser agraciado com o serviço das melhores linhas do transporte de alunos e afins.
Uma outra quadrilha ainda se dedica a incitar a população de forma criminosa (fato que está sendo apurado pela Justiça), contra vereadores e pessoas que denunciam estas bandalheiras. Neste caso, fazem parte desta quadrilha, além dos mencionados acima, outras pessoas, todas com “negócios” com a prefeitura. Como vemos, a Justiça terá muito o que fazer em Santa Cruz, trabalho que será facilitado com o arrependimento de alguns que começam a abrir o bico, e vereadores que já não apóiam mais o prefeito. Como diz aquele velho ditado, “quando o navio começa a afundar, os ratos são os primeiros que pulam fora”.

— Rui Sergio dos Reis, vereador (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)


A espada e Jesus

Muitas pessoas estranham, e muito, certas frases que os discípulos de Jesus deixaram registradas no Evangelho como de autoria do Mestre, e dentre elas, uma das que não me pareciam coerentes com a bondade, sabedoria e amor incondicional daquele que chamamos de o “Cordeiro de Deus”, fazendo-me suspeitar da sua autenticidade, encontramo-la em Mt 10:34 – “Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada”.
Admitimos que o Mestre tenha dito essas palavras, mas não admitimos que tenha se limitado a esta única frase, e sim, certamente tenha feito a fundamentação da sua afirmativa com uma belíssima explanação complementar, de maneira a encantar os corações daqueles que lhe ouviam, sem nunca referir-se à espada que fere, sangra e mata.
No livro “Caminho, Verdade e Vida”, psicografia de Chico Xavier, 23ª edição, à pág. 223, o espírito Emmanuel diz que o conceito de “paz”, desde muitos séculos, foi adquirindo outros contextos e que, na expressão comum “ter paz”, para o indivíduo, significa haver atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados, valendo-se o homem de servidores, vivendo na ociosidade e ausentando-se dos movimentos da vida.
Diz que Jesus não poderia endossar uma paz desse jaez, e, em oposição a esse falso princípio vigente entre os homens, trazia a luta regeneradora, a espada simbólica do conhecimento interior e da verdade pela revelação divina, a fim de que o homem iniciasse a batalha do “aperfeiçoamento em si mesmo”. Com os seus ensinamentos estabelecia-se o bom combate, sem ira e sem ódio, sem morte e sem sangue para que se alcançasse a libertação e a elevação do ser humano, criatura de Deus. Há vinte séculos vive a Terra sob esses impulsos renovadores, e ai daqueles que dormem no equivocado conceito humano da paz com que os homens equivocados ainda tanto sonham.
Emmanuel ainda diz que buscar a mentirosa paz da ociosidade é desvirtuar-se da luz, fugindo à vida e precipitando a morte. No Entanto, Jesus é também chamado o Príncipe da Paz.
Concorda que o Cristo, na verdade, trouxe ao mundo a espada renovadora da guerra contra o mal, constituindo em si mesmo a divina fonte de repouso aos corações que se unem ao seu amor; esses, nas mais perigosas situações da Terra, encontram, n’Ele, a serenidade inalterável. É que Jesus começou o bom combate de salvação para a Humanidade, representando, ao mesmo tempo, o sustentáculo da paz sublime.
Jamais autorizaria a luta entre irmãos para que suas idéias prevalecessem mesmo que pela força, como aconteceu em guerras ditas religiosas, que não defendiam o Amor Universal, e sim os interesses pessoais e de instituições humanas. Apresentava uma espada para que o homem a usasse contra seus próprios vícios e imperfeições morais, com a qual, da própria ignorância pudesse o homem libertar-se e começasse a construir o seu céu interior.

— Fernando Alberto (Ourinhos-SP)



Os excluídos

Como um corpo que andava.
Entre dúvidas e apostas
Em busca de uma resposta,
Que as vezes nem se esperava.

A chuva que não caía
E quando caía pouco molhava,
Vela que se queimava
Em preces o grito não se ouvia.

O velho chapéu de couro,
Cobria a cabeça que não pensava
A água que não bebia,
Nascia dos olhos que não enxergavam.

Era a dor que não passava,
Ao ver a criança que não corria,
Era um concerto sem melodia,
ou um remédio que não curava.

Com o sol escaldante,
Ou primavera sem flores,
Não havia um arco-íris em cores,
No lago seco, o barco que não flutuava.

O tempo que não passava,
Como um grande monarca sem reinado,
A terra era como um troféu comprado,
Por um time que não ganhava.

Vida que não se vivia,
Lua que não clareava,
O raquítico seio que não amamentava,
O velho poeta sem poesia.

No calendário sem dias,
E assim é a criança que não corria
Com os pés nus no escaldante chão,
Chorando ao ver o pai excluído...
E a pequena irmã na prostituição.

— José Antônio Figliolia (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)


Agradecimento

Queridos catequistas, este é um dia significativo para todos nós. É um dia em que a Igreja reconhece o nosso ministério de catequista como um serviço à comunidade.
Bendito seja Deus pelo empenho e dedicação de cada catequista, pois ser catequista é assumir o batismo e vivenciá-lo na comunidade Cristã. Homenagem da Equipe de Coordenação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.

— Pe. Gilberto Moretto, Fátima T. R. Lamino, Ester F. Medeiros Poli e Márcia R. C. Gozzo (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Igrejas

A fé move montanhas — uma frase pronta que é usada para realçar e ratificar o valor da fé. Fé, segundo o dicionário da língua portuguesa, significa: convicção, créedito n existência de um fato, crença nos dogmas e doutrina da religião, confiança que nos inspira a bondade e o poder de Deus.
Mas precisamos separar o joio do trigo. O que estamos vendo nos últimos tempos é o comércio escandaloso em nome da fé. A implantação de uma igreja em cada esquina, com um crescimento desordenado da religião evangélica, de olho no dízimo, em troca de promessas de uma cura de doença, parar de fumar, arrumar um emprego, de uma vida melhor etc.
O dízimo é bíblico, segundo Malaquias, cap. 3 vers, 10: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa”...
Mas o problema é a interpretação e o abuso cometido por determinadas denominações religiosas que usam o nome de Deus para obter vantagens e até prejudicando o trabalho dos bons pastores que professam a religião de forma séria e honesta, dedicando a sua vida na divulgação do evangelho ensinado pelo mestre dos mestres, Nosso Senhor Jesus Cristo.
A religião é importante para formação do caráter do ser humano, não temos nenhuma dúvida disso. Mas, como disse anteriormente, temos que separar o joio do trigo, usando o nosso discernimento e o livre arbítrio que Deus nos deu, para não ser conivente com pessoas que querem enganar o povo e até nos fazendo crer que estão surgindo os falsos profetas como diz na bíblia, em Mateus 7.15: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas que vêm até vos vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”.
Para se abrir uma igreja no nosso país não se precisa cumprir nenhuma exigência. Não pagam sequer imposto do que arrecadam.
Devemos nos ater para detalhes importantes: se para ter uma farmácia funcionando precisa ter um farmacêutico responsável, ou até mesmo de um jornal que precisa do jornalista para se responsabilizar perante a justiça, por que, quando se trata de religião não se exige nenhuma responsabilidade?
Com a palavra, as autoridades constituídas e os pastores que levam a religião a sério e acreditam na palavra deixada por um Ser que nunca cobrou nada para ensinar o bem e o amor ao próximo, deixando há mais de dois mil anos ensinamentos que estão sendo deturpados pela ambição e maldade dos homens gananciosos. Eu tenho um amigo, por exemplo, que tem como conceito de religião o seguinte: “religião, prática do enriquecimento do espírito de uns e do bolso de outros”.

— Delson Barroso de Queiroz (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Espero que...

Espero que você possa aceitar as coisas como elas são
Sem pensar que tudo conspira contra você,
Porque parte de nós é entendimento...
Mas a outra parte é aprendizado...

Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos
E que, no final, possa alcançar todos os seus objetivos
Porque parte de nós é cansaço...
Mas a outra parte é vontade...

Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento
Que essa escola possa ser longa e feliz
Porque parte de nós é o que vivemos...
Mas a outra parte é o que esperamos...

Que você possa aprender a perder sem se sentir derrotada
Que isso possa fazer você cada vez mais guerreira...
Porque parte de nós é o que temos...
Mas a outra parte é sonho...

Que durante a sua vida você possa construir sentimentos verdadeiros
Que você possa aceitar que só quem soube da sombra, pode saber da luz...
Porque parte de nós é angústia...
Mas a outra parte é conforto...

Que você nunca deixe de acreditar
Que nunca perca sua fé
Porque parte de DEUS é amor...
E a outra parte também !

— Gagrione F. da Silva (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)


Sanguessugas

Foi extremamente vergonhoso o comportamento do senador João Alberto Souza (PMDB-MA), ao tentar arquivar o pedido de investigação contra 3 senadores envolvidos com sanguessugas. Só não arquivou por eficiência da imprensa, que fez com o escândalo repercutisse por todo o país, antes de ser concluído. Agora, todo sem graça e com uma cara que já não consegue enganar mais ninguém, vem dizer que vai investigar. Partindo de uma pessoa do caráter demonstrado pelo senador, não dá para acreditar. Prevalecerá, para variar, o corporativismo indecente que reina no Congresso há décadas.

— Habib Saguiah Neto (Marataízes-ES)