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Leitor lamenta Severo não ser eleito

É uma pena o sargento Severo não se eleger, pois teríamos um digno representante que defenderia e traria recursos em prol do nosso município e de toda a região.
Estou feliz com a reeleição do Milton Monti, que sempre está presente em nossa cidade, ajudou na emenda da passarela — que hoje é uma realidade! —, ajuda a Santa Casa, Adefis, entre outros, liberando também recursos para o Hospital Amaral Carvalho da cidade de Jaú e, com isso, ajudando o nosso município. Aliás, quero parabenizar a dona Áurea Santos e toda a equipe da Rede do Câncer que, com muita dedicação e amor, amenizam um pouco o sofrimento de pessoas portadoras destas doenças.
Volto a frizar: é uma pena o Severo não entrar, mas fica aqui o agradecimento de todos aqueles que votaram no candidato a deputado estadual, acreditando no seu sonho de uma Santa Cruz mais justa e desenvolvida. Porém, a vocês que votaram em outros candidatos que foram bem votados, cobrem daqueles que pediram o voto, para que estes deputados tragam recursos para o progresso de nossa cidade. Eu, juntamente com meu amigo Ricardo Madalena, estaremos empenhados junto ao deputado Milton Monti — que aumentou os seus votos na cidade e, com certeza, aumentou seus laços de amizade e compromisso com o povo santa-cruzense!

— Augustinho Marin Júnior, ex-vereador (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Eleições 2006

Se os tucanos se dispusessem a defender as coisas boas do governo FHC com a metade do entusiasmo com que os petistas defendem as porcarias feitas pelo governo Lula, o Brasil teria muito menos a temer quanto ao seu futuro.

— Euclides Rossignoli (Ourinhos-SP)



Estou com uma dúvida cruel. Alguém pode me ajudar? O problema é o seguinte: Lula anda se comparando a Cristo e a Tiradentes. Claro que é um direito dele, mas no dia 29 de outubro a gente crucifica ou enforca?

— Rosemary Campos Cabral (São Paulo-SP)



Essa esmagadora vitória eleitoral de Lula que se aproxima, tem origem na escolha do candidato tucano, quando da convenção partidária que abriu mão de nomes mais expressivos como Serra e Aécio Neves, cedendo lugar à vaidade pessoal do governador paulista.
Para lutar contra o populismo inquestionável de Lula, a coligação não poderia jamais abrir mão do melhor candidato para a disputa.
Talvez achassem que a vitória seria fácil com qualquer candidato. Hoje parece provado que não é assim, pois a cada pesquisa o candidato tucano mais se distancia da vitória. E a sua aparência e discurso insossos não ajudam em nada; pelo contrário, basta ver que não consegue atrair os eleitores que apostavam num governo decente votando em Heloisa ou Cristovam, muitos deles ainda sem opção de voto.

— Habib Saguiah Neto (Marataízes-ES)



"Luz escura”

A entrevista com o Sr. Renato da Luz, na edição de 15 de outubro de 2006 do DEBATE, causou estranheza e uma certa indignação nos envolvidos no processo de trabalho do Plano Diretor Participativo de Ourinhos.
A estranheza deve-se ao fato de um jornal tão conceituado, completando 29 anos de sucesso e luta na região, dar tanto espaço e voz a uma pessoa leiga e desinformada sobre um assunto tão importante para o desenvolvimento da cidade.
Escrevo aqui, não como autor do Projeto de Lei. Como arquiteto e urbanista formado há 18 anos, fui convidado a coordenar o Plano Diretor Participativo de Ourinhos. É participativo porque conta com a participação de todas as forças vivas da cidade: Poder Público, Poder Econômico e Sociedade Organizada. Não foi escrito por uma só pessoa. Ao coordenador coube captar, sistematizar e organizar, em forma de lei e sob a ótica das atuais teorias urbanísticas, os desejos da cidade. Escrevo, pois, por todos os participantes das reuniões do Plano Diretor que, aliás, atingiu uma boa parcela dos moradores de Ourinhos.
De fato, não estou defendendo o Plano. Apenas explico, porque toda a entrevista se baseia em uma série de equívocos, e mais desinforma do que informa a população. A crítica construtiva é e foi bem-vinda durante todo o processo de elaboração do Plano. Quem participou sabe como se exercitou a democracia durantes as reuniões.
O maior equívoco está baseado no coeficiente de aproveitamento que, segundo está escrito na manchete, precisa ser alterado. Primeiro utilizam o termo “coeficiente de ocupação” errado. Depois falam de um número que não consta em nenhuma linha do Plano Diretor. O coeficiente sugerido pelo Projeto do Plano Diretor chega a até 4 vezes a área do lote. Portanto, “aberração”, como diz o entrevistado, é falar de um trabalho sem conhecê-lo. Se tivesse lido, veria que não precisa alteração, pois está de acordo com o que ele pensa.
A cidade de Ourinhos não copiou a cidade de São Paulo, que não é parâmetro para Ourinhos nem nas leis atuais e muito menos nas leis antigas.
É ridículo, de qualquer forma, acreditar que devemos esperar a cidade ficar tão ruim quanto São Paulo para depois intervir. Outro absurdo, que demonstra total desconhecimento sobre o assunto, é imaginar que qualquer lei deva esperar que Ourinhos tenha 3 milhões de habitantes. Fazendo projeções matemáticas simples, Ourinhos atingiria esta população entre 2120 e 2200. Mas, em mais de um século, as dinâmicas de desenvolvimento urbano serão inimagináveis e talvez Ourinhos nunca atinja sequer um milhão de habitantes. Qualquer tentativa de trabalhar para o século XXII, hoje, não se trata de urbanismo, é irresponsável e beira à idiotice. É possível que sequer exista humanidade até lá, se não forem respeitadas as lei naturais do desenvolvimento sustentável.
O entrevistado expõe mais uma vez a ignorância sobre o assunto ao chamar de imoralidade a instituição de outorga onerosa. É mais do que natural que o capital investidor contribua com a cidade, uma vez que irá se apropriar e usufruir da infra-estrutura urbana. É um instrumento consagrado do urbanismo. Não é inovação ou criação de jovens. Quando o entrevistado exemplifica utilizando a figura de um bandido, ofende os envolvidos no projeto e, mais que tudo, ofende a inteligência do leitor.
O entrevistado apresenta argumentos que nos fazem pensar que ele não mora na cidade e não nos visita há décadas. Diz que Ourinhos é uma cidade pobre e tem “meia dúzia de prédios”. Não podemos dizer que se trata de uma cidade rica, abastada, mas a qualidade de vida do ourinhense é invejável para a maioria dos municípios brasileiros e os problemas sociais têm tido a devida atenção dos órgãos competentes, e as dificuldades têm diminuindo visivelmente. Ourinhos, hoje e há mais de dez anos, possui pelo menos o dobro dessa alegada “meia dúzia” de edifícios.
O leitor se assombra mesmo ao ler que a ferrovia não atrapalha a cidade. De que cidade o entrevistado fala?
Ourinhos tem um sério problema de conflito de transporte devido à travessia da ferrovia na área urbana. A busca de uma solução é urgente e a solicitação de verba federal é lógica porque o transporte ferroviário é um tema nacional e envolve toda a cadeia econômica no âmbito da logística. É preciso olhar a questão dentro da relatividade dos orçamentos. Para o Governo Federal R$ 50 milhões é uma pequena verba, fácil de ser destinada pelo benefício a ser percebido. Para o município, por outro lado, é metade do orçamento anual e, certamente, gerará empregos e renda por todo o tempo de realização da obra. Só uma pessoa equivocada — o que não é o caso do nosso Prefeito — dispensaria a possibilidade de receber um investimento desta monta. Toshio está corretíssimo em solicitar a verba e brigar por ela. É uma decisão necessária e inteligente.
Termino agradecendo ao Sr. Luz por referir-se a mim como jovem arquiteto. Também me considero jovem por manter dentro de mim a chama jovem da busca constante por crescimento e melhoria. Porém, aos 41 anos de vida e quase 20 de trabalho, sei que a experiência me auxilia na tomada de decisões. Infelizmente, para alguns, a idade e a experiência só trazem mau humor e amargura.
Polêmica pela polêmica não é democracia, é besteira. Um entrevistado desinformado e leigo pode atrapalhar a compreensão dos fatos por parte do leitor. Afinal, polêmica fundada em desinformação não serve de contra-ponto para se fazer leituras diversas. Não ajuda para acrescentar novos pontos de vista, pois baseia-se em mentiras ou bobagens. Todos os envolvidos no Processo do Plano Diretor adorariam ver pontos de vistas novos, com opiniões inteligentes. Não foi o que houve na entrevista.
Apesar de que trabalhamos 8 meses, com reuniões, assembléias, oficinas e plenárias públicas em que foi possível a população apontar os problemas de suas ruas e seus bairros e discutir as soluções para cada um dos problemas, infelizmente alguns, como o entrevistado, não se apresentam em nenhuma reunião e esperam o fim do trabalho para depois criticar. Se pelo menos soubessem analisar, até ajudariam. E não se pode alegar desconhecimento das reuniões. Uma pessoa que se diz esclarecida lê jornais e ouve rádio, portanto soube das reuniões. Não participou para poder reclamar depois, sem se comprometer.
Ao CREA, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, fica um alerta. Em um país sério, a prática ilegal de uma profissão é crime. Na área de medicina, por exemplo, alguém que se diz “autodidata” é tratado como curandeiro, como charlatão. E vai preso. No Brasil, e em Ourinhos, às vezes, prefere-se ouvir um curandeiro-urbanista a um dos 160 sócios da AERO, nossa Associação de Arquitetos e Engenheiros, que certamente tem pessoas aptas até para criticar.

— Arquiteto Gustavo Ferreira Martins Gomes (Ourinhos-SP)



Natálie

Você foi um anjo que passou pela nossa vida. Os momentos que passamos juntos são inesquecíveis. Em tudo encontramos vestígios da sua presença: em nossa casa, na família e junto aos amigos que conosco choraram sua perda. Você deixou uma lembrança imorredoura de bondade, de amor, de aceitação da vontade divina. É verdade que sua ausência será sempre sentida. Mas também é verdade que sua passagem por este mundo ficou assinalada para sempre, graças aos seus traços de personalidade, à sua fé, à força que sempre nos passou, às suas qualidades pessoais e aos seus gestos de generosidade, compreensão e doação. Você continua vivendo em nossos corações. Não fomos nós que perdemos uma estrela que brilhava em nossa família e na comunidade. Foi a eternidade que ganhou o brilho da sua existência e a elevou para junto do Criador. Sua imagem para sempre permanecerá entre nós. Embora sentindo sua falta, fomos abençoados por Deus ao nos conceder o privilégio de podermos nos conformar com sua ausência. No jardim do qual você passou a fazer parte, nasceu uma flor encantadora. Como maravilhosa foi sua vida, sempre nos brindando com a magia de seu viver. O Senhor a premiou em vida com seus dotes inigualáveis. Nunca esqueceremos sua voz suave e afinada, suas interpretações enternecedoras, suas palavras lindas, doces e afetuosas. Nós agradecemos a Deus nos ter presenteado com uma jóia tão valiosa. E no seu primeiro aniversário longe de nós, queremos dizer que você está bem perto dos nossos corações e que o vazio deixado pela sua ausência jamais será preenchido no íntimo do nosso ser. Hoje estamos simbolicamente depositando um botão de rosa no mais belo e terno buquê de rosas que um dia recebemos, para lembrar eternamente a mais bonita página escrita no livro das nossas vidas. Natalie Pereira Lopes, sua lembrança está para sempre incrustada em nossas mentes e em nossos corações, onde vive eternamente. Um beijo carinhoso e saudoso de seus pais e de todos nós que aprendemos a admirá-la e a amá-la, na paz de Cristo. 23/10/2006.

— Rita Pereira Lopes e Carlinhos (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Bernardino e teatro

Sr. Diretor:
Antônio do Valle, que foi jurado do 2º FESTAR (Festival de Teatro da cidade de Bernardino de Campos/SP, enviou uma carta de avaliação do evento. Antonio do Valle é ator e diretor de teatro formado pela ECA-USP. Dirigiu mais de 50 textos recebendo os maiores prêmios do teatro: Moliére, Mambembe, APCA, APETESP, Governador do Estado, Grande Prêmio da Crítica. Há mais de 30 anos atua como curador, jurado, debatedor, oficineiro em grandes festivais nacionais. Entre outros, cursou Écolle Jacques Lecoq de Paris e coordenou a escola de formação da Cia. Seiva Trupe em Portugal, onde dirigiu dois espetáculos. Durante dois anos foi orientador pedagógico do colégio de direção teatral do Instituto Dragão do Mar — Fortaleza, Ceará.

— Fábio Leandro Ribeiro (Bernardino de Campos-SP)

Eis a carta.

Uma luz brilhou nos
campos de Bernardino

Uma experiência diferenciada e empolgante vivi de 26/08 a 02/09 de 2006 em Bernardino de Campos, depois de quase três décadas de labor nesse universo de festivais brasis afora. O teatro acontecendo sob a lona colorida de um circo que bravamente resistiu aos ventos bernardinenses, que eu não conhecia nem de ouvir falar, fortalecidos pela frente fria, provocando tempestades. Porém, tudo parecia somar a boa vontade e a boa energia que prevaleceu durante todo o evento.
Desde o grilo sonoplasta e oportuno na apresentação de “Historias que eu não inventei”, até o barulho das ondas tempestuosas causadas pelo vento e chuva em “Os Lusíadas”.
Por se tratar de um evento regional em seu segundo ano, o FESTAR surpreendeu pela sua qualidade, tanto no teatro adulto quanto no “para crianças”, como ficou evidenciado com o “Bicho de Palha”, vencedora da mostra para os pequenos e “ Os Lusíadas”, vencedora do adulto, sendo que nesses gêneros poderíamos ter mais de um vencedor. Mesmo os grupos principiantes apresentaram — se de maneira geral com dignidade e boas intenções, deixando a previsão de uma evolução e crescimento no trabalho do teatro de grupo na região e um futuro de qualidade.
Há que se ressaltar o esforço e a condução competente do coordenador Fabio Ribeiro assessorado na parte técnica do circo pelo Flavio Lanças, sempre bem disposto, orientando sua competente equipe técnica, a presença maciça do publico praticamente lotando as apresentações, obrigando a uma redimensão das cadeiras para aumentar o número de lugares, cominando com a surpreendente presença, quase que diária dos governantes, coisa rara em festivais, o que nos obriga a citar nomes: o sr. Prefeito Moacir Benetti, sempre atencioso, a primeira dama Srª Terezinha Benetti, o vice-prefeito Marcos Donizetti e sua esposa, também coordenadora Marinez de Luca, da secretária de cultura e educação, as senhoras Cibele Aquino Bassetto e Eunice Andrade, que veio provar a boa vontade da cidade em fortalecer esse evento cultural que já começa a marcar presença na região.
Tenho que referendar a deliciosa comida preparada por dona Raquel e dona Jane e o conforto da pousada Séculus, presença sempre simpática e bem disposta da dona Diva Câmara. Foram dias prazerosos que provaram o quanto eventos como esse são necessários pelo interior, onde os grupos possam colocar o seu trabalho em discussão e, através disso, com prêmios ou não receber o alento e o incentivo para a continuidade no seu processo criativo e produtivo com mais força e aprimoramento.
Enfim, teve seu final com a bela festa de encerramento apresentando o já reconhecido texto de Ronaldo Ciambroni, “Donana”, monólogo interpretado pelo ator Paulo Sergio, que se deslocou de Brasília/DF, oferecendo gratuitamente o seu trabalho, que desempenhou com dignidade, demonstrando ser um bom ator, às vezes fazendo lembrar o próprio autor e ator Ciambroni, na sua sempre elogiada atuação por mais de 20 anos nesse papel. Apesar de prejudicado pelo incidente com a roupa que atrapalhou a virada emocional da personagem e o desconcentrou, Paulo levou até o final a sua performance com a dignidade já mencionada.
A bela e merecida homenagem ao ator Umberto Magnani, que dava o nome ao troféu e que fez questão de marcar presença, como sempre simpático, atencioso, bem humorado, coroou o encerramento, sob a sonoplastia insistente do nosso grilo sonoplasta que parecia reclamar o final do espetáculo, entristecido imaginando a lona sendo desmontada o talvez até mesmo querendo dizer a todos que o ano passa rápido e o 3º FESTAR poderá ser maior e mais grandioso que este. Que Bernardino de Campos pode ter o edifício teatral ou mesmo até criar sua marca, desenvolvendo e aprimorando a idéia do festival no circo, com ampliação do palco, dos recursos cênicos, como iluminação e comodidade para a platéia. Quem sabe até para em 2007 não tenhamos as tempestades e sim um coral de grilos ensaiados por nosso insistente amigo grilo desse já saudoso no 2º FESTAR.
De uma coisa tenho certeza: os Deuses do Olimpo, os Deuses do Teatro se fizeram presentes nesse festival e uma Luz especial, Dourada, Brilhou e Iluminou-nos a todos. Felizes o que dela as beneficiaram e evoluíram como seres humanos, mental e espiritualmente.
Em tempo: porque as cidades maiores da região, como Ourinhos, Santa Cruz do Rio Pardo, Paraguaçu Paulista e outras, não seguem o belo e dignificante exemplo de Bernardino de Campos, criando ou fazendo renascer os festivais que já existiram?

— Antonio do Valle (São Paulo-SP)



29 anos do jornal

Formulamos o presente com a finalidade de levar ao conhecimento de Vossa Senhoria, que esta Edilidade houve por bem aprovar a Moção nº 1.084/2006, em Sessão Ordinária, de autoria do nobre Vereador Frednês Corrêa Leite e subscrita pelos Vereadores: Edvaldo Lúcio Abel, Terezinha Paixão Bueno, José Roberto Nunes, Flávio Luiz Ambrozim, Salim Mattar, Hélio Migliari Filho e José Claudinei Messias, cuja proposição estamos encaminhando através de cópia reprográfica. (José Claudinei Messias, Presidente)

Moção nº 1.084/2006
— De congratulações ao jornal DEBATE, de Santa Cruz do Rio Pardo, pelo transcurso do 29º aniversário.
O DEBATE, de Santa Cruz do Rio Pardo, dirigido por Sérgio Fleury Moraes, está comemorando 29 anos, sendo que a primeira edição circulou em Santa Cruz e região no dia 17 de setembro de 1977.
Diante disso, nos termos regimentais, proponho à Mesa, ouvido o douto Plenário, sejam consignadas nos anais dos trabalhos desta Edilidade, as nossas efusivas congratulações ao jornal DEBATE de Santa Cruz do Rio Pardo, pelo transcurso do 29º aniversário.
Proponho, ainda, que cópia desta proposição seja enviada ao sr. Sérgio Fleury Moraes, diretor do jornal.

— Frednês Corrêa Leite (autor) — seguem, ainda, as assinaturas dos seguintes vereadores: Hélio Migliari Filho, Flávio Luiz Ambrozim, José Claudinei Messias, José Roberto Safera Nunes, Edvaldo Lúcio Abel, Salim Mattar, Terezinha Paixão (Ourinhos-SP)


“Debatinho”

Vimos, por meio deste, parabenizar Vossa Senhoria pela realização do concurso “Debatinho”, cujo tema foi a Água, onde alunos da Rede Municipal de Ensino participaram e com grande êxito obtiveram excelentes resultados. Ressaltamos, ainda, que acontecimentos como este estimulam o conhecimento dos alunos ao uso consciente da água.

— Maura Balbinot, secretária municipal de Educação (Ourinhos-SP)



Agradecimentos

A Coordenadora Pedagógica da E.E. Prof. Tomaz Ortega Garcia agradece aos professores e alunos envolvidos no projeto “Artigo de Opinião - Ensino Médio em Rede” e parabeniza pelo excelente desempenho nas atividades desenvolvidas no decorrer do mês de outubro. A partir destas atividades, os professores estão formando leitores mais críticos, autônomos e cidadãos mais conscientes.

— Elaine Maria Nocera Kaizer (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



O Lar São Vicente de Paulo agradece as visitas e as doações recebidas na Semana do Idoso, como balas, bolachas e sabonetes: Educandário Nossa Senhora Aparecida, OAPEC, Centro Social São José, Casa de Apoio ao Menor Carente, Creche Tereza Maria de Jesus, EMEI Arco Íris, EMEI Mércia S. Saleme, O Pequerrucho, Escola Sinharinha Camarinha, Colégio Objetivo, Colégio Camões, Escola Sebastião Jacinto da Silva, Escola Arnaldo Moraes Ribeiro, Escola Sesi, Sargento e atiradores do Tiro de Guerra, Catequese Matriz São Sebastião, Apostolado da Igreja São Benedito, Corpo de Bombeiros, Curso Profissionalizante na pessoa de Regina Menon de Giacomo, Santander Banespa, Rotary Club pelo almoço oferecido com a participação dos rotarianos.

— Nilda Pereira dos Santos Caricati (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Saudades

Nasci em Santa Cruz, mas infelizmente hoje moro em São Paulo. Porém, sempre que posso estou nesta cidade que adoro, que aqui em casa chamamos de “oitava maravilha do mundo”. Gostaria de usar este espaço para deixar um enorme beijo aos meus familiares que residem em Santa Cruz: a família do Edilson (“Piquineu”), que trabalha no Posto Confiança.

— Denise de Cássia Santos Rodrigues (São Paulo-SP)