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Vereador Rui Reis se retrata

O que vale é o que está escrito. As interpretações são pessoais e não podem servir de base para julgamentos.
Além disso, sempre escrevo o que penso e não escrevo paródias a serem interpretadas. Sou franco e direto, até porque não tenho rabo preso com ninguém.
A minha luta é pela transparência e respeito pelo dinheiro público.
Escrevi recentemente sobre doação de terrenos que, em alguns casos, são usados como troca política e coerção política por um prefeito que atua como “imperador”. Ele utiliza assim a cultura, esporte, lazer, educação e saúde com objetivos escusos para se manter no poder.
Defendo uma escola pública muito melhor e uma escola privada que continue buscando inovação, entre as quais Santa Cruz possui várias que são motivos de orgulho.
Jamais quis deixar entender — muito menos denegrir quaisquer pessoas ou instituições — que porventura possam ter recebido algo a título de doação. Sobretudo aquelas que tem a sublime missão da educação.
No entanto, se alguém pode ter se ofendido, peço desculpas. E não tenho nenhum problema em pedir desculpas.
Quem está próximo de mim sabe das minhas intenções e estou consciente e tranqüilo que a minha proposta é ajudar — e não atrasar esta cidade maravilhosa.
Os homens geralmente mais julgam pela visão do que pelo tato, uma vez que todos podem facilmente ver e somente uns poucos sentir. Cada qual vê o que parece ser, mas poucos têm o sentimento daquilo que de fato é. E estes alguns não ousam contrapor — se a opinião de muitos contam em sua defesa com a majestade, o Imperador (Maquiavel?).

— Rui Reis, vereador (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Amaury César

O saudoso Amaury Cesar foi meu professor de educação física e de outros milhares de jovens santa-cruzenses, sempre respeitado e querido por todos.
Era um companheiro fiel que defendia suas posições com lealdade e bravura. Foi o principal escudeiro do ex-prefeito Onofre Rosa de Oliveira em todas as suas eleições, bem como seu principal conselheiro.
Entrou na política pelas mãos de Onofre e constituiu-se num dos mais ilustrados e combativos vereadores.
Foi meu amigo, advogado e conselheiro. Aprendi muito com o saudoso amigo Amaury. Peço ao nosso Bom Deus que conforte seus familiares.

— Walter Rosa de Oliveira (São Paulo-SP)



Deputados

Vergonha: parlamentares aumentam salários em 28,5%. Na semana passada, enquanto a atenção do povo se desviava com a visita do Papa, os parlamentares aprovaram, de forma vergonhosa, um reajuste de 28,5% nos salários dos deputados, senadores, presidente, vice-presidente e ministros. O percentual, segundo os deputados, equivale à inflação acumulada dos últimos 4 anos. Um índice jamais concedido a qualquer trabalhador brasileiro! O projeto de aumento de salários ainda depende de votação no Senado.
Pelo projeto aprovado, o salário dos deputados e senadores vai passar dos atuais R$ 12.847 para R$ 16.512, e as verbas de gabinete deve ultrapassar R$ 60.000,00. O presidente Lula, que recebe atualmente R$ 8.885, passa a receber R$ 11.420 pela proposta aprovada. Já o salário de Alencar e dos demais ministros subiria dos atuais R$ 8.362, para R$ 10.748,00.
Enquanto diversas categorias de trabalhadores brasileiros, em suas campanhas salariais, lutam pela reposição da inflação do período e quase poucas conseguem a proeza, os parlamentares argumentaram que apenas corrigiram os subsídios com base na inflação. Tiveram a cara-de-pau de afirmar que não se trata de reajuste e sim de reposição. Ridículo!
Como o projeto precisa ser votado no Senado para entrar em vigor, os trabalhadores, precisam entrar na luta para pressionar os senadores a rejeitarem este projeto indecente e vergonhoso.

— Walter Tavares Júnior (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Desgosto e suicídio

De onde vem o desgosto pela vida que se apodera de alguns indivíduos “sem motivos plausíveis”?
Os espíritos respondem que o desgosto pela vida, quando não há motivos plausíveis, é um “efeito da ociosidade, da falta de fé e geralmente da saciedade”. Dizem ainda... “para aqueles que exercem as suas faculdades com um fim útil e segundo as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente; suportam as suas vicissitudes com tanto mais paciência e resignação quanto mais agem tendo em vista a felicidade mais sólida e mais durável que os espera”.
Outros vêem motivo plausível para seus desgostos, encontrando-o na morte de um ente querido, na perda de fortunas, na frustração amorosa, nas desavenças familiares, na doença incurável e outros mais.
Para estes, a fé sustentada pelo conhecimento das leis que regem nossas vidas aquém e além do túmulo, torná-los-ia mais pacientes e fortes diante das provações da vida terrena, possibilitando-lhes saírem desta vida como vencedores de si mesmos, portanto, mais evoluídos e felizes.
Mas, para tanto, precisamos ter elementos para compreender que Deus jamais é injusto, pelo contrário, tem como atributos o Amor, a Justiça e a Misericórdia. E, levar-nos a esta compreensão é a missão do “Espírito Consolador”, do qual falou Jesus, prometendo-nos enviá-lo ao mundo para consolar-nos, relembrar-nos o que dissera e que seria esquecido, e ensinar-nos todas as outras coisas que ainda não tinha dito, pois, afirmou-nos que ainda não tínhamos condições de compreender.
Só pode ser Consolador aquele que consola e esclarece, e só é consolado aquele que se esclarece e antevê um futuro mais feliz.
E, entre os desgostosos pela vida, alguns podem pensar que o suicídio ser-lhes-ia o fim das dores da alma. Outros julgam encontrar no suicídio uma forma de punir, pelo sentimento de culpa, aqueles que pensam ser a causa de suas dores. Insensatos, esse gesto os levará a dores maiores, pois a alma é inextinguível, e levarão consigo suas dores morais que serão acrescidas por outras maiores. Não!... Não são teorias, são fatos. Os nossos infelizes irmãos suicidas, em busca de socorro e alívio, nos trazem seus dolorosos testemunhos. Esses mais expressivos depoimentos, encontramo-los no livro “Memórias de um Suicida” escrito por Camilo Castelo Branco através da médium Ivonne Pereira, e no livro “Céu e Inferno”, onde Allan Kardec apresenta diversos depoimentos de espíritos infelizes e felizes, mostrando-nos que na Justiça Divina não existem penas eternas.
Na questão 944 da obra “O Livro dos Espíritos”, diante da pergunta “O homem tem direito de dispor da sua própria vida?”, respondem: “Não! Somente Deus tem esse direito. O suicídio voluntário é uma transgressão dessa lei”. E, até a questão 957, as perguntas sobre o suicídio se sucedem e se aprofundam.
Com a vivência do Amai-vos e Instruí-vos compreender-se-á que na Justiça Divina não há privilégios, e para todo efeito há uma causa. Se para nossas dores não encontramos sua causa nesta vida e, sendo Deus sempre Justo, a causa necessariamente estará em outra vida. A dor moral sempre transmuta-se em vida útil, paz, e felicidade quando se dá a rearmonização do homem com as Leis do Autor da Vida.

Fernando Alberto (Ourinhos-SP)



Repensar os valores

O chefe de Estado do Vaticano e chefe da Igreja Católica, papa Bento XVI, não mediu as palavras em sua primeira visita pastoral à América Latina, precisamente em solo brasileiro. Foi logo tocando em pontos cruciais como: aborto, eutanásia, família, matrimônio...
Em seus discursos foi sempre enfático em afirmar “Deus é amor!” e ainda enalteceu a família como seio insubstituível de educação e fonte de amor.
Numa demonstração de amor e carinho, o sumo pontífice encontrou-se com líderes de outras Igrejas e confissões cristãs. Um momento de manifestação de fraternidade e reciprocidade.
Ao presidente Lula: “Que a educação no Brasil seja reforçada com valores espirituais e morais”, disparou o papa.
Logo no Brasil: “valores morais”. Um país totalmente desgovernado nesta área. Lembro-me que há alguns anos atrás tínhamos uma matéria na escola: EMC — Educação Moral e Cívica. Penso que seria interessante repensar sobre sua volta...
Um país onde a impunidade estampa as capas dos principais jornais e revistas e recheia os telejornais com as mais sórdidas e fantásticas histórias de desvios, corrupções, bingos, dólares em cuecas, falcatruas... Um país onde o ministro da saúde defende o aborto. Um país onde as programações da TV não estão nem aí com a qualidade no entretenimento ou informação, mas de olho apenas no faturamento. É preciso vender! É preciso faturar! Novelas mostrando a degradação das famílias... Só para exemplificar — ao ligar a TV no domingo, para ver o que estava passando, enquanto trocava de canal, sintonizo o Gugu fazendo uma homenagem às mães e apresentando em seu programa uma banda, diga-se de passagem horrível. Então os componentes abraçaram-se e viraram-se de costas para a platéia e deixaram as calças arriarem e em cada cueca uma letra da palavra mamãe. Que homenagem! Ô tristeza... E tem gente que achou lindo. É muita mediocridade.
Por fim, repito as palavras do papa aos jovens: “Jovens, não desperdiceis vossa juventude. Não tenteis fugir dela. Vivei-a intensamente”. E mais: “Vós, jovens, não sois o futuro da humanidade, como uma espécie de fuga do presente. Pelo contrário, vós sois o presente jovem da humanidade”.
Deus o abençoe e sua família! Porque Deus é amor!

— Anselmo Poli Júnior (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Serra

Todo político, quando busca aproximação ou quer agradar um público, em geral perde a noção do ridículo. E ocorrendo do político ser também um intelectual, a situação então se torna hilária.. Veja o caso do governador José Serra empunhando uma arma do GATE, conforme publicado no site do “Estadão” e no próprio jornal. Não revela nenhuma habilidade, tampouco conhecimento sobre como manuseá-la — ele é inteligente e sabe disso. Ainda assim, sem noção do rídiculo a que estava se expondo, toma nas mãos o fuzil e sai a apontá-lo como se quisesse demonstrar alguma afinidade com a atividade policial. Ledo engano — como Mário Covas, outro tucano — por questões histórica e (de) formação política, José Serra e a polícia alimentam antipatia recíproca. Enquanto o governador faz de conta que atende os pleitos dos órgãos policiais, estes simulam que aderem ao seu projeto de Segurança Pública — se é que existe. Tudo se resume em fingimento explícito!

— Noel Gonçalves Cerqueira (Guarujá-SP)



Mãe, com carinho

Fecho os meus olhos um instante
Criança pequena me vejo
Aconchegado em teus braços
Sinto o calor do teu beijo

Parece um sonho, irreal,
A história da vida da gente
Momentos tão lindos de outrora
Repassam tão claros na mente...

Aquela criança travessa
Crescendo, tornando-se ‘gente’
Te deu muita dor-de-cabeça
Mas sem maldade, inocente...

Um rumo na vida me deste
Com desvelo e amor me ensinaste
Em meu coração tu puseste
O molde do teu caráter

Mamãe, eis que o tempo não passa
Nas lembranças que me vêm de novo
Te vejo na lida da casa
“O avental todo sujo de ovo”

Por todo o bem que fizeste
Por tudo o que sou, que te devo
Recebe deste teu filho
Um cheiro, um afago, um Beijo...

— Delano Cruz (São Paulo-SP)


Cia. de Maria

Felizes daqueles que têm uma história. Melhor ainda, quando dela fazemos parte. Celebrar os 400 anos de presença da Companhia de Maria no mundo — e 70 no Brasil — é a feliz oportunidade de comemorarmos nossa história educativa.
São 4 séculos de história protagonizada em meio aos acontecimentos de cada tempo e sua respectiva realidade, tendo como meta, a partir de um estilo próprio, trazer respostas às pessoas sobre os desafios existenciais de sua época.
Existir durante 400 anos significa ter sólidas raízes no tempo; vínculos que nos unem a uma corrente de gerações que se sucedem e a tornam possível; faz-nos tomar consciência de unidade, de corpo: significa, enfim, que os elementos fundamentais da proposta educativa de Joana de Lestonnac trazem a segurança que perdura, porque foi ratificada pela própria vida.
A Companhia de Maria é a primeira Ordem religiosa no mundo, aprovada pela Igreja, para a educação da juventude feminina (Papa Paulo V - 07/04/1607).
Enfim, celebrar o quarto centenário da Companhia de Maria nos torna herdeiros de uma história que a nós se incorpora e transcende. Mais do que isso, compromete-nos ante a responsabilidade de acolher este legado inesgotável, dar-lhe continuidade, expressando-o de maneira sempre renovada e enriquecedora, através desse ato criativo e criador que é educar.
— 7 de abril de 1607 – Fundação da Ordem da Companhia de Maria Nossa Senhora, em Bordeaux (França).
— 16 de julho de 1936 – As Madres da Companhia de Maria chegaram ao Brasil, em Santa Cruz do Rio Pardo, onde ficaram até 1970.
— 15 de maio de 1949 – Santa Joana de Lestonnac foi canonizada pelo Papa Pio XII.
Convidamos você para participar da Rede Laical Companhia Maria. Próxima reunião: 24 de maio, quinta-feira, às 16h, no salão paroquial da Matriz São Sebastião.

— Maria Aparecida S. de Giácomo e Maria Regina Ladeira Scudeler (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Agradecimentos

Venho por meio deste agradecer à equipe escolar e à Escola da Família (em especial à educadora Luciana Beguetto) da E.E. “Prof. Tomaz Ortega Garcia” pela homenagem realizada no Dia das Mães.

— Elaine Maria Nocera Kaizer, professora Coordenadora pedagógica da E.E. Prof. Tomaz Ortega Garcia (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



O Lar São Vicente de Paulo agradece ao Dr. João A. Pereira Nantes pela doação das sapatilhas às idosas e a participação do senhor Sérgio Aparecido de Paula e família no lanche especial oferecido pelos mesmos em comemoração ao Dia das Mães.
Deus lhes pagues!

— Nilda P. S. Caricati, vice-presidente diretora (Santa Cruz do Rio Pardo-SP)



Homenagem

Bem-vindo seja
Entre nós,
Num Brasil
Tão carente de voz,
Onde o amor e a paz...
Dão lugar à violência e ao ódio.
És presença de amor
Zeloso e conciliador
Entre um povo tão carente
Sua palavra é presente
Sua autoridade é de Pastor
Estando pois, em nossa Pátria
Interceda a Deus, mais uma vez,
Seja bem-vindo, Bento XVI!

— Oldack Roder (São Pedro do Turvo-SP)



Políticos

Tem político que já está quase agindo como na musica de Bezerra da Silva:
— Vagabundo é mala, mas dessa vez ele não se deu bem... Foi assaltar casa de pobre ve só o que aconteceu... O ladrão foi lá em casa quase morreu do coração, já pensou se o gatuno tem um infarto, malandro, e morre no meu barracão...
Eu não tenho nada de luxo que possa agradar o ladrão, é so uma cadeira quebrada, um jornal que é meu colchão, eu tenho uma panela de barro, e dois tijolos como um fogão...
O ladrão ficou maluco com tanta miséria em cima de um cristão, que saiu gritando pela rua pega eu que eu sou ladrão, pega eu, pega eu que eu sou ladrão, pega eu, pega eu que eu sou ladrão, não assalto mais um pobre nem arrombo um barracão, por favor pega eu...
Pega eu, pega eu que eu sou ladrão, pega eu, pega eu que eu sou ladrão, lelé da cuca ele está no pinel falando sozinho de bobiação dando soco nas paredes e gritando esse refrão... (pega eu) Pega eu, pega eu que eu sou ladrão, pega eu, pega eu que eu sou ladrão...
Não assalto mais um pobre e nem arrombo um barracão, e olha o ladrão foi lá em casa quase morreu do coração; já pensou se o gatuno tem um infarto, malandro, e morre no meu barracão, eu não tenho nada de luxo que possa agradar o ladrão, é so uma cadeira quebrada, um jornal (DEBATE) que é meu colchão, eu tenho uma panela de barro, e dois tijolos como um fogão... O ladrão ficou maluco com tanta miséria em cima de um cristão, que saiu gritando pela rua pega eu que eu sou ladrão, pega eu, pega eu que eu sou ladrão, pega eu, pega eu que eu sou ladrão, não assalto mais um pobre nem arrombo um barracão, por favor pega eu...

— Anderson Luis Gimenez (São Paulo-SP)