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Recepções em casamentos: há
para todos os gostos (e bolsos)

CASAMENTO — Novidades para festas são ‘bartenders’ e cantinho típico de algum país, especialmente do Japão



"Cantinho japonês" do Bufê StraussEncerrando a série especial de reportagens sobre casamento, nada melhor do que abordar a festa. De simples recepções a festas glamourosas, quase todas as celebrações de casamento terminam em comemoração. Especialista no assunto, Felisberto Ferrari, o “Água Benta” do bufê Holly Water, explicou que existem estilos de recepções para todos os gostos e bolsos.
Ele conta que em Santa Cruz as festas mais requisitadas são os jantares. “Neste estilo servimos um coquetel de bebidas, entradas com salgadinhos e jantar composto por dois tipos de salada, duas carnes, dois tipos de arroz e duas guarnições, tudo escolhido pelos noivos. O custo médio desta festa varia entre R$ 20 e R$ 30 por pessoa”, avalia o empresário.
É possível, ainda, realizar apenas um coquetel, com salgadinhos e bebidas. Neste caso os serviços variam de R$ 12 a R$ 15. “Despesas com garçons, porteiro e montagem já estão inclusos. As bebidas, exceto batidas, são à parte. Os valores também variam conforme a quantidade de pessoas, já que existem serviços com custo fixo. Assim, quanto maior a festa, menor o preço por pessoa”, explica Água Benta.
Felisberto indica como entrada uma mesa de frios. “É interessante substituir os canapés por queijos e frios em geral, que ficam a noite toda no evento para que os convidados possam se servir”, explica.
O bufê Os Galeguinhos realiza festas em salão próprio, o que exclui gastos com aluguel. José Carlos Rosalen, o “Galego”, afirma que a capacidade máxima do local é para 300 pessoas e que as festas mais procuradas são os jantares com variedade de cardápio, conforme escolha dos noivos. “O custo médio é de R$ 13 por pesssoa no caso do jantar. As bebidas são cobradas separadamente”, disse.A novidade "bartender"
Especializado em festas em cidades maiores, o bufê Strauss é dono de um estilo mais requintado. O próprietário, Armando Xavier, explica que o cardápio varia muito, mas no caso de recepções de casamento são à base de carne, peixes e massas. Os serviços do bufê para Santa Cruz custam em média R$ 40 por pessoa. Nos grandes centros, este valor sofre alguns acréscimos. Armando explica que os custos com decoração e bebidas são por conta do bufê, através de serviços terceirizados.
Uma grande novidade no que diz respeito a recepções de casamento são os bartenders, profissionais que preparam drinks de forma artesanal à gosto de cada convidado.
Outro diferencial nas festas de casamento, segundo Armando, é o cantinho japonês, local caracterizado com objetos orientais onde são servidas comidas típicas. “Esta é a coqueluche do momento. É possível também caracterizar este espaço com comidas típicas de qualquer país, fazendo com que se transforme em cantinho grego, italiano, árabe, entre outros”, avalia Armando.
A simbologia tradicional do
casamento e seus significados

Muitos simbolos e costumes envolvem a cerimônia de casamento. Conheça alguns deles:
Vestido branco — Foi a rainha Vitória, da Inglaterra, no século XIX, que inaugurou o visual de noiva transformando-o em tradição quando se casou de branco. Até então, as noivas usavam vestidos coloridos em tons de vermelho e dourado com pedrarias.
Buquê — Surgiu na Grécia Antiga como amuleto contra inveja e mau-olhado. O buquê era feito de ervas, ramos e alho. Mais tarde, passou a ser confeccionado com flores, símbolo de pureza, fertilidade e amor.
Aliança na mão esquerda — A tradição de usar anel como símbolo de casamento surgiu entre os antigos egípcios, que trocavam alianças de feno, couro e marfim para perpetuar o amor, pois viam no círculo o símbolo de eternidade. O anel era usado no dedo esquerdo, onde acreditavam que havia veias conectadas ao coração.
Beijo dos noivos — Na Roma Antiga, o beijo era usado para selar contratos e compromissos. O cristianismo incorporou o beijo na cerimônia de casamento, e, ocorrendo no final, significa um novo status de vida para o casal.
Arroz — O costume de jogar arroz nos recém-casados vem de uma tradição chinesa de mais de 2 mil anos e simboliza o pedido dos convidados para que haja fartura na vida do casal.
Bolo — Na Roma antiga, quebrava-se um pedaço de pão na cabeça dos noivos — quanto maior a quantidade de migalhas, maior a felicidade e número de filhos — que, em seguida, eram distribuídos aos convidados. Com o passar do tempo o tamanho do pão aumentou para que nenhum convidado ficasse sem. Com a introdução do açúcar na Europa, transformou-se em bolo.