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Escola "Arco-Íris" deve ser concluída no segundo semestre

OBRAS — Alunos vão permanecer acomodados na antiga Delegacia de Ensino durante o primeiro semestre



Obras começaram no final de 2007 e ficaram paralisadas por um período
As obras iniciadas no final de 2007 na EMEI Arco-Íris, finalmente parecem estar no fim. A administração garante que os alunos voltam às aulas no segundo semestre já no novo prédio, na rua José Vidor, na vila Oitenta.
Desde o final de 2007, os 200 alunos do Jardim I, II, pré-escola e 1º ano do ensino fundamental estão tendo aulas em local improvisado, na antiga Delegacia de Ensino. O local que não é adaptado para receber crianças já foi alvo de críticas. Os alunos precisam dividir as salas de aula com os estudantes dos cursos técnicos da ETEC “Orlando Quagliato”.
Alunos da EMEI “Pingo de Gente” também estão “provisoriamente” na antiga Delegacia de Ensino desde 2007. No caso desta escola infantil, as obras sequer tiveram início. A administração informou que aguarda processo licitatório para começar a construção.
O novo prédio da escola Arco-Íris tem capacidade para atender até 300 crianças. No projeto, desenvolvido pelo engenheiro Antonio Carlos Júnior, são seis salas de aula, brinquedoteca, sala de professores, auditório, refeitório de 150 metros quadrados, cozinha com 40 metros quadrados, sala da diretoria, área de serviço, depósito e estacionamento. O diferencial é que todos os cômodos da escola garantem acessibilidade aos portadores de necessidades especiais.
Existem outras novidades na arquitetura do prédio, como estímulo pedagógico por meio do lúdico. Um exemplo seriam as janelas do auditório que formam figuras geométricas. A obra também privilegia algumas ações ambientalmente corretas, como a construção de uma cisterna de 100 mil litros para reaproveitamento de águas pluviais e telhas de material reciclável. Para a segunda fase da obra, estão previstas restauração do playground, reforma paisagística, calçada externa e instalação de alambrado. A obra está sendo executada pela Codesan (Companhia de Desenvolvimento Santacruzense). Segundo a administração, até o momento foram gastos R$ 812 mil.