

DCPL:Você sentia que a desigualdade social "pesava" muito entre os participantes do Big Brother Brasil 4?
Na verdade não, não sei se pq eu não fazia parte das panelas que lá existiam ou se pq eu não ligo para essas coisas e todo mundo é igual para mim.
DCPL:Em que momento do jogo você decidiu que era mais importante ter um bom relacionamento com a Turma do Boco do que fechar uma posição com os chamados Superpobrinhos?
É isso que eu não consigo entender pq eu nunca quis fazer parte de nada, eu tinha amizade com todo mundo, tratava todos iguais e essa parada de super não sei o que ou turma do Coco,turma do Troco, do Boco, pra mim não valia nada o mais importante sempre foi à sinceridade.
DCPL:Das edições anteriores do BBB, qual o participante com quem você mais se identificava? Por que?
Bom nas edições anteriores eu assistia sempre, agora nessa que eu participei eu não consigo assistir acho bobeira deve ser pq eu estava lá, mas na edição 3 achei mais bacana o Dhomini, pela inteligência e malícia, na edição 2 Rodrigo Cowboy, pela fé e simplicidade, já na 1 o Bambam mesmo, pela inocência e também por ter sido tão massacrado, justo os que ganharam.
DCPL:Antes de participar do BBB4 você achava que seria importante ter um relacionamento amoroso na casa para poder prosseguir no jogo até a final?
Na verdade eu nem sabia se iria de verdade para a casa, foi coisa de supetão, estava aqui em Sampa, dia 5 de janeiro e eles da Globo me ligaram falando que a fita que eu mandei estava muito ruim e que precisariam fazer uma nova gravação então viriam até minha casa gravar, só que no final da gravação apareceu a Leca do BBB1 me dando os parabéns e me entregando a chave da casa 4, até então eu não tinha noção do que estava acontecendo e muito menos do que iria fazer, então acho não, que pelo menos o meu relacionamento foi natural sem armação e sem imaginar que seria bom para gente na casa, foi uma questão de sentimento.
DCPL:Você e a Solange foram acusados de terem usado do romance como uma estratégia de jogo no BBB4. O que foi que "rolou" de verdade entre vocês?
Então na verdade, foi verdade o que rolou, eu achava ela muito bonita pelo menos entre as meninas e lá dentro é muito louco, às vezes a gente faz coisas que aqui fora não faríamos, pois mexe com nosso emocional então por minha parte foi verdadeiro.
DCPL: Você alguma vez na vida se sentiu discriminado por ter a profissão de coveiro?
Haha, discriminado já fui varias vezes só que não como coveiro e sim como jardineiro de cemitério, que eu sou até hoje, trabalho sim muito honesto e também de muita paz, mas isso é da vida e também do ser humano que às vezes pensam que são melhores do que os outros, mas na verdade não somos nada, você sabe que eu já perdi até namoradas por isso, mas eu não ligo e é a primeira coisa que eu falo quando entro num relacionamento pra ver se realmente vale a pena.
DCPL:Como a música começou a fazer parte de sua vida? Conta esta história de ser coveiro e músico ao mesmo tempo.
Então começamos tudo quando fomos eu, meu primo Rodrigo e meu irmão Marco Aurélio ver uma apresentação de uma banda de escola, daquele momento começamos com a banda, isso a uns 6 anos atrás, hoje a banda está mudada com novos componentes, na verdade daquela formação só sobrei eu, e já estamos fazendo shows e dia 10 temos um show aqui em Sampa, então deu para juntar o meu trabalho com a música numa boa.
DCPL: Como você definiria o Rogério Dragone?
Essa pergunta eu respondi quando fiz a inscrição para o BBB, é meio difícil, mas vamos lá, sou um cara tranqüilo que procuro não entrar em confusão, dialogar antes de mais nada e ver a verdade de cada pessoa olhando dentro dos olhos antes de mais nada, muito família que faria tudo por minha Mãe, meu irmão e meus entes, acho que não tenho muito o que falar.
DCPL: Qual a pessoa que mais influenciou na formação de sua personalidade?
Com certeza a minha Mãe a qual eu agradeço muito, pois só me trouxe bons fluidos, formou um homem bom de coração que igualmente ela não vê cor, sexo, não tem preconceito algum, pois o mais importante é o que vem de Deus.
DCPL:Você acha que qualquer coisa vale a pena para atingirmos nossos objetivos?
Quando o homem parar de sonhar ele morre, quando temos sonhos temos sim que correr atrás deles, mas tem meios e meios de você alcançá-lo, pois eu em particular, como na casa, nunca pisaria na cabeça de alguém para conseguir alcança-lo."Tudo sem Deus é nada, Nada com Deus é tudo" "Acredite sempre nos seus sonhos, pois a única coisa impossível é Deus pecar".
DCPL: E o futuro? Quais são seus planos? E a carreira de atleta, como se encaixa neste burburinho do mundo fashion?
Quando o homem parar de sonhar ele morre, quando temos sonhos temos sim que correr atrás deles, mas tem meios e meios de você alcançá-lo, pois eu em particular, como na casa, nunca pisaria na cabeça de alguém para conseguir alcança-lo."Tudo sem Deus é nada, Nada com Deus é tudo" "Acredite sempre nos seus sonhos, pois a única coisa impossível é Deus pecar".
DCPL: Qual foi o saldo positivo e o saldo negativo de ter se exposto tanto participando do Big Brother Brasil e posando para a G Magazine?
O principal foi sem duvida alguma o aprendizado que tive lá dentro, que o mais importante é o que sentimos e não as coisas materiais e também os trabalhos aqui fora, pois as portas se abrem, com relação aos trabalhos, e o negativo não foi ter me exposto mais sim o tempo que se fica preso sem ver quem você realmente ama, mas agora em relação a G Maghazine foi um grande trabalho que eu fiz, que por sinal recebi muito bem e foi totalmente profissional e que também está me abrindo portas, então agora só estou colhendo os frutos.
DCPL: E o futuro? Quais são os planos?
Já fiz teatro e depois do BBB fiz uma peça que se chamava Juventude e Cia, no qual fazia parte do elenco cabeção de malhação, Daniel Zetel (Carlinhos de mulheres apaixonadas) e grande elenco, mas o que realmente eu quero eu estou indo atrás que é a música, estamos ensaiando praticamente todos os dias e está ficando muito bom, então é isso o que eu quero para o meu futuro, enquanto isso estou trabalhando com outras coisa também, mas é isso o que eu realmente quero valeu.
Muito obrigado, qualquer coisa pode entrar em contato e lembre-se o mais importante é o sentimento o resto é conseqüência.
Rogério Dragone
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