Passagem de Mariana


Criação: Eder Santos, Paulo Santos, Sandra Penna
Duração: 30'
Músicos: Paulo Santos, Conceição Nicolau, Alda Resende, Josefina Cerqueira, Stephen Vitillo, Paulinho Carvalho
Direção: Eder Santos
Direção musical: Paulo Santos
Locais e datas de apresentação: Sala Juvenal Dias – Palácio das Artes, Belo Horizonte – 1996; Sesc Pompéia – SP(11° Videobrasil) – 1996; Antigo Matadouro Municipal de V. Mariana – SP – 1997.
Descrição técnica:
Os sete pecados capitais são o tema representado nesta performance que utiliza elementos cenográficos, música eletrônica e recursos audiovisuais. O público tem diante de si uma estranha aldeia indígena povoada por músicos e elementos hi-tech. Sete músicos em sete tendas representam cada um dos pecados capitais. Suas imagens são captadas por câmeras e projetadas , sobrepostas entre elas e outras imagens representativas dos pecados capitais, em cada uma das tendas. A esse conjunto de elementos são adicionados outros recursos de imagens e textos projetados sobre um grande tela de fundo.
Pirâmide Orquestra e Sacrifício



Criação: Eder Santos
Materiais e equipamentos: - 5 músicos

Iluminação:
- 20 Refletores tipo "Fresnel" ou "Par" de 1000 Watts com dimer
- Mesa de Luz de 24 canais.

Video:
- 4 Câmeras
- 8 Projetores Sharp P10 3000 Ansi-Lumen
- 8 HD´s ou Computadores

Equipamento de Som:
- 02 Yamaha O2R Digital Console
- 01 Grafic Equalizer BSS
- 01 Yamaha SPX 990 FX
- 01 P.A . compatible (stereo)
- 12 Monitor Speakers EV FR1502
- 06 Crest Audio Power Amplifiers
- 01 Yamaha MC 32x10 Console Mixer
- 05 Yamaha Grafic Equalizer
- 01 Multi Effects Lexicon
- 02 Tube Compressor DBX 166
- 02 DBX Quadrigate
- 01 Bass Amplifier GK 400 with Warwick Monitor
- 26 Microphones. 10 SM 81; 08 SN 421; 08 SM 57
- 01 Bateria Completa
Produção: Emvideo

  

Pincélulas


Criação: Eder Santos, Paulo Santos, Sandra Penna
Duração: 3 X 35` ou 35
Músicos: Paulo Santos (percussão), Décio Ramos (percussão), Paulinho Carvalho (baixo), Josefina Cerqueira (percussão), Daniela Rennó (percussão), Eduardo Campos (percussão), Conceição Nicolau (vocal).
Materiais e equipamentos:
switchers, 4 video players, 4 projetores, 1 tela de tulli, 1 tela de fundo, 2 câmeras.
Produção: Emvideo
Direção: Eder Santos
Direção musical:
Paulo Santos
Textos: Sandra Penna
Assistentes: Pedro Vilela, Lucas Gontijo
Edição: Anselmo Lafetá, Eder Santos
Bailarina: Mônica Medeiros
Locais e datas de apresentação: Sesc Pompéia – SP (12° Videobrasil) – 1998; Teatro de las Artes – Cidade do México (Vidarte), 1999.
Descrição técnica:
Pincélulas - uma performance de música, vídeo e poesia - tem como objetivo contar a história do desenvolvimento humano, desde sua formação física até emocional. O cenário, que podemos chamar de projeção líquida, traz simultaneamente o vídeo de Eder Santos, a música de Paulo Santos e poemas de Sandra Penna.

A performance é dividida em três momentos que representam cada uma das fases da vida: pisando no céu, a célula, o embrião, bêbê, formação de feições bocas e olhos, o ser crescendo, aprendendo, assimilando o exterior; pensando o céu, a cabeça, a razão; pinçando o céu, a coluna vertebral, a senilidade.

  

Poscatidevenum


Criação: Eder Santos, Paulo Santos
Duração: 35'
Músicos: Paulo Santos (percussão), Décio Ramos (percussão), Paulinho Carvalho (baixo),
Beto Lopes (guitarra e violão), Josefina Cerqueira (percussão), Daniela Rennó (percussão), Eduardo Campos (percussão), Eros Siqueira (percussão), Juliano Ambrósio (tuba), Conceição Nicolau (vocal).
Materiais e equipamentos:
1 switcher, 2 video players, 2 projetores, 1 tela de tulli, 2 câmeras.
Produção: Emvideo
Câmera: Bellini Andrade e Lucas Bambozzi
Texto: Marcus Nascimento
Iluminação Carlos Rocha
Bailarinas: Mônica Ribeiro, Dudude Hermann
Objetos de cena: Fernando Velloso
Direção: Eder Santos
Direção musical: Paulo Santos
Locais e datas de apresentação:
Sala Juvenal Dias – Palácio das Artes, Belo Horizonte – 1993; Grande Teatro do Palácio das Artes, Belo Horizonte – 1993; Sesc Pompéia – SP(10° Videobrasil) – 1994.

Descrição técnica: Espetáculo de imagens projetadas para música ao vivo, inspirado num acotecimento no metrô de São Francisco/Califórnia, resultando em uma opereta de um ato e quatro movimentos, sendo que cada movimento corresponde a uma das quatro estações do metrô. Os músicos executam a opereta ao vivo, acopanhados de imagens de vídeo projetadas durante todo o espetáculo. Cenas previamente gravadas alternam-se nos dois telões instalados no palco com imagens das bailarinas e dos músicos captadas durante a apresentação. Dessa forma, a edição final é também feita ao vivo.