A Folha de S.Paulo e a Fundação Schwab realizam o Prêmio Empreendedor Social 2008, presente hoje em mais de 20 países. Em cada local, uma empresa de mídia ou consultoria foi eleita como parceira. Conhecida por sua política editorial crítica, pluralista e transparente, a Folha de S.Paulo foi escolhida, com exclusividade, para exercer esse papel no concurso brasileiro. Como jornal mais influente e de maior circulação no país, com média de 325 mil exemplares diários* e 2,5 milhões de leitores** em todo o Brasil, a Folha de S.Paulo tem como objetivo principal dar visibilidade ao empreendedorismo social que visa à construção de uma sociedade sustentável e mais justa.
Fontes:
* IVC - abril 2008
** Ibope TGI - julho de 2006 a julho de 2007 (12 a 64 anos) - Nacional
O concurso busca líderes de ONGs, cooperativas ou empresas sociais e pessoas que desenvolveram iniciativas inovadoras e sustentáveis para benefício da sociedade.
Entende-se empresa social como empresa credenciada ao setor privado que distribui o lucro total ou grande parte dele para benefício da sociedade.
Na seleção dos finalistas, os critérios mais relevantes são:
Dá-se importância também para:

Os candidatos que passarem para a 2ª fase ou semifinal serão convocados a apresentar os seguintes documentos:
1) Currículo do fundador da organização;
2) Relatório de avaliação mais recente sobre sua organização (elaborado por um terceiro que seja uma entidade renomada);
3) Demonstração da conta de resultados e balanço dos últimos dois a três anos (de preferência auditados por um auditor externo);
4) Estatuto da organização;
5) Os dois últimos relatórios anuais com as principais realizações, resultados e novas metas atingidas durante um determinado ano;
6) Atas de reunião das duas últimas reuniões do conselho;
7) Atas de reunião das duas últimas reuniões operacionais;
8) Documentos de planejamento anual do projeto, feitos no último trimestre ou mês do ano para o ano seguinte. Por exemplo: "Projeto de tratamento de água", "Projeto de alfabetização";
9) Manual de operações, com descrição dos procedimentos de cada projeto em suas diferentes fases;
10) Relatórios de campo mensais ou semanais para prestar contas de como os recursos estão sendo utilizados e de como o projeto é implementado;
11) Relatório de monitoramento do projeto, com controle periódico dos resultados (pode estar incorporado no item 10);
12) Relatório de avaliação de impactos dos projetos.
Esses documentos serão analisados pela SGS, que tecerá um parecer fiscal e contábil dos projetos semifinalistas.
Os projetos semifinalistas poderão ser visitados pela Folha de S.Paulo.
Nesse caso, os candidatos selecionados serão notificados com antecedência para que essa visita seja agendada.
A comissão organizadora do concurso, que é composta por jornalistas da Folha de S.Paulo e coordenadores de projeto da Fundação Schwab, fará a seleção dos candidatos. Posteriormente, os finalistas serão sabatinados por um júri composto de membros expressivos dos setores acadêmico, público e empresarial, que elegerá o vencedor, o segundo e terceiro colocados.
Em 2007, o júri foi composto por:
a. Amyr Klink, navegador e diretor da Amyr Klink Planejamento e Pesquisa;
b. Fábio Rosa, fundador do Ideaas (Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas e da Auto-Sustentabilidade);
c. Luiz Carlos Merege, coordenador do Centro de Estudos do Terceiro Setor da FGV (Fundação Getulio Vargas);
d. Marco Milani, economista e coordenador do Núcleo de Estudos do Terceiro Setor da Universidade Presbiteriana Mackenzie;
e. Pamela Hartigan, diretora-executiva da Fundação Schwab;
f. Paulo Levy, coordenador de estudos macroeconômicos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada);
g. Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social;
h. Vaguinaldo Marinheiro, secretário de Redação da Folha.
Em 2006 por:
a. Danilo Santos de Miranda, sociólogo e diretor regional do Sesc SP (Serviço Social do Comércio);
b. Glauco Arbix, sociólogo, professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (Universidade de São Paulo) e presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) de 2003 a 2006;
c. Ismael Ferreira, empreendedor social, integrante da Rede Schwab no Brasil e presidente da Apaeb (Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira);
d. Luis Carlos Merege, economista, coordenador do Centro de Estudos do Terceiro Setor da FGV (Fundação Getulio Vargas);
e. Mário Mantovani, geógrafo, diretor de relações institucionais da Fundação SOS Mata Atlântica;
f. Pamela Hartigan, médica, diretora-executiva da Fundação Schwab;
g. Ricardo Young, empresário, presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social;
h. Ruy Ohtake, arquiteto, empresário e autor de "A Cor em Heliópolis" - projeto social que teve apoio da Suvinil e do Banco Panamericano para restauração de 270 casas na favela Heliópolis;
i. Suzana Singer, jornalista, Secretária de Redação da Folha de S.Paulo.
E em 2005 por:
a. Anna Maria Tibúrcio Medeiros Peliano, socióloga, diretora de estudos sociais do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada);
b. Cleusa Turra, jornalista, diretora do Núcleo de Revistas da Folha de S.Paulo;
c. Ferreira Gullar, tradutor, ensaísta e poeta;
d. Mário Mantovani, geógrafo, diretor de relações institucionais da Fundação SOS Mata Atlântica;
e. Milú Villela, psicóloga, embaixadora da Boa Vontade da Unesco e presidente do Instituto Faça Parte, do MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) e do Instituto Itaú Cultural;
f. Pamela Hartigan, médica, diretora-executiva da Fundação Schwab;
g. Rodrigo Baggio, empreendedor social, integrante da Rede Schwab no Brasil e criador do CDI (Comitê para a Democratização da Informática);
h. Sérgio Besserman Vianna, economista, diretor de informações geográficas do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (RJ) e ex-presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).