O mito da liberdade
Considerado como rito de passagem, “On the road” é constantemente roubado das livrarias. Por críticos literários, é visto com reservas
por Motoko Rich e Melena Ryzik.
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“Peyton Place”, de Grace Metalious
Dentre os romances mais vendidos de 1957 estavam “Peyton Place”, de Grace Metalious, e “On the Road”, de Jack Kerouac.

Ambos foram pedras angulares: “Peyton Place” como precursor da novela moderna e “On the Road” como toque de trombeta para a geração beat e, depois, como bíblia underground das décadas de 1960 e 1970.

Hoje, “Peyton Place” é visto principalmente como uma curiosidade histórica, mas “On the Road”, cuja publicação tem qüinquagésimo aniversário celebrado, ainda goza de uma vida vibrante em cartilhas de cursos universitários de inglês, em listas de leitura de segundo grau e em mochilas de jovens viajantes.

“É um livro que envelheceu bem”, disse Martin Sorensen, gerente da livraria Kepler’s Books and Magazines, em Menlo Park, na Califórnia. Um “notável” número de cópias é vendido a cada ano na loja, disse ele, “com certeza, mais que a média para livros de 50 anos de idade”.
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Motoko Rich e Melena Ryzik. Veja também os textosMeio século do pé na estrada” e “Kerouac também era tradicional”. E ainda. Os arquivos em pdf originais de 1957 do New York Times Reviews de “On the Road”: Gilbert Millstein | David Dempsey