|
 |
|
 |
|
 |
|
 |
|
|
|
 |
Toda prosa |
|
|
| 01 de junho de 2006 |
 |
|
| O primeiro “holocausto” nazista |
|
| |
 |
|
 |
| O acidente com o Hindenburg, em Nova Jersey |
 |
Antes da eclosão da Segunda Guerra, os Estados Unidos não confiavam em Hitler e no Partido Nacional Socialista (nazista), mas mantinham relações comerciais com a Alemanha e permitiam vôos oriundos do país. No dia 6 de maio de 1937, o dirigível alemão Hindenburg, a maior aeronave até então (244 metros de comprimento), explodiu, reduzindose, em 32 segundos, a uma carcaça incinerada no chão de Lakehurt, em Nova Jersey. A tragédia foi registrada por dezenas de câmeras de cinegrafistas e fotógrafos que aguardavam a chegada do Hindenburg. Ao todo, 36 pessoas morreram, como relata Stephen J. Spignesi em seu livro sobre grandes tragédias: “Adolf Hitler sentia um orgulho especial do dirigível alemão, e a suástica, adotada como símbolo da Alemanha nazista em 1935, adornava orgulhosamente a cauda do dirigível. Quando foi informado da explosão do Hindenburg, testemunhas informaram que Hitler ficou visivelmente ‘chocado’, mas recusou-se a comentar o ocorrido. Posteriormente, mesmo após a Agência de Notícias Oficial Nazista ter anunciado que as viagens de dirigível cruzando o Atlântico continuariam ‘inalteradas’, a catástrofe com o Heindenburg pôs fim a tal tipo de viagens transcontinentais. (Ironicamente, o jornal San Francisco Chronicle, ao relatar a reação de Hitler após o acidente com o Hindenburg, estampou em sua primeira página da edição de 7 de maio de 1937 a seguinte manchete: ‘Multidão presencia holocausto em Lakehurst’)”.
As 100 maiores catástrofes da história, de Stephen J. Spignesi; pág. 424 |
|
|
|
|
|
|
|
|