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Toda prosa |
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| 01 de julho de 2005 |
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| Sartre conta sua participação na Segunda Guerra Mundial |
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Coincidindo com as comemorações de 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, será lançado em agosto o livro Diário de uma guerra estranha, de Jeal-Paul Sartre. Em 1940, quando tinha 35 anos, o filósofo francês foi convocado, acabou preso pelos alemães e levado ao campo de concentração de Trier. Ao sair, no ano seguinte, fundou o movimento Socialismo e Liberdade, que atuava na Resistência.
Esse é o pano de fundo da história narrada no livro, que só seria publicado em 1983, depois da morte do autor (em 1980), por iniciativa de sua mulher, a escritora Simone de Beauvoir, que atendeu assim ao desejo de Sartre.
Traduzido no Brasil nos anos 80, o livro ganha, na nova edição, um acréscimo, com as primeiras anotações do diário de Sartre. O filósofo do existencialismo faria 100 anos neste ano, efeméride marcada pela reedição de sua obra.
Escrita sob o impacto do fim da guerra, a trilogia Os caminhos da liberdade (A idade da razão, Sursis e Com a morte na alma) também teve reedição recente. |
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