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CURITIBA - O Londrina começa
em setembro a pagar as dívidas trabalhistas, com base
no recente acordo firmado com a Justiça do Trabalho.
Serão quitadas mais de 120 ações, avaliadas
em R$ 2,5 milhões. No primeiro ano serão repassados
15% de toda a receita do clube. Nos anos seguintes, o repasse
aumenta 5% a cada ano, até que a dívida esteja
totalmente quitada.
O acordo, viabilizado pelo jurídico do
Londrina, através do advogado Ricardo Ramalho Cardoso,
só foi possível por que o presidente Peter Silva
já havia viabilizado o pagamento de 30 ações
que oneravam mais o clube, e que custaram R$ 2,5 milhões
aos cofres do Londrina.
Com o acordo, o novo gestor do Tubarão, o empresário
Adir Leme da Silva, poderá canalizar recursos maiores
para o futebol. Ele assumiu a gestão do clube por 3
anos, renovável por mais 7. "O plano é
de longo prazo, seguindo o projeto de reestruturação
do clube, de autoria do consultor técnico-científico
do LEC, professor Ariobaldo Frisselli, que foca a organização
administrativa na gerência do futebol", disse Adir
Leme.
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