• Lino
Fernandes, presidente em 1932. Cidadão bem educado, de maneiras
comedidas, gesto respeitável, esteve presente na vida associativa
da cidade.
• João
Vieira Rique (1933/34 - 1939/40 - 1945/46 - 47 - 1951/52), presidente
eleito em dez ocasiões diferentes. Comerciante de rara argúcia,
inteligente, de imensa capacidade de trabalho. Participou ativamente da
vida desta cidade durante quase meio século. A comunidade é
devedora a essa notável figura, e a sua memória merece ser
reverenciada.
• João
Araújo (1936/37-1944), presidente eleito por duas vezes; comerciante
exportador de algodão, personalidade de quem não nos esquecemos,
pela sua vivacidade e constante bom-humor. A comunidade também lhe
é devedora de uma atuação sempre presente aos reclamos
de seus interesses maiores.
• João
Leôncio de Castro (1934/35), presidente eleito em 10 de novembro
de 1934, foi comerciante do ramo de algodão, probo e digno, soube
ser estimado por todos que tiveram a satisfação de privar
de sua cordial amizade.
• Edésio
Silva (1937/38), bacharel, porte fidalgo, atitudes elegantes, estimado
e respeitado pelos que puderam conhecer-lhe as nobre qualidades.
Eleito presidente em 2 de dezembro de 1937.
• João
Cavalcanti de Arruda (1940/41), do comércio exportador de algodão,
jovem ardoroso, eficiente e ambicioso, demorou pouco em nossa cidade. Eleito
presidente em 24 de novembro de 1940. Faleceu em São Paulo, onde
se tornara grande industrial.
• Abelardo
de Aquino Fonseca (1947/48), comerciante de automóveis e acessórios,
depois banqueiro, personalidade cativante, teve largo círculo de
amigos que muito o estimavam pelo seu cavalheirismo. Foi eleito em 24 de
novembro 1947.
• Domício
Velloso da Silveira (1940/49), eleito presidente em 24 de novembro
de 1948. Misto de comerciante e industrial, vitorioso por sua grande capacidade
de trabalho, organização e valor pessoal. Fundador, com outros
empresários destacados da cidade, da Federação das
Indústrias do Estado da Paraíba, com sede em Campina Grande.
Foi também presidente da CNI - Confederação Nacional
da Indústria.
• Francisco
Alves Pereira (1949/52) eleito presidente em 24 de novembro de 1949.
Foi banqueiro e dirigente da Sanbra, indústria da cidade, de importância
inquestionável para o desenvolvimento da cidade. Cidadão
respeitável, de gestos moderados, porém energéticos,
padrão de bom-senso e equilíbrio de atitudes. Muito fez pelas
coisas da comunidade, tendo ocupado sempre cargos de responsabilidade,
dos quais soube se desincumbir com acerto.
• Severino
Bezerra Cabral (1952/55), eleito em 2 de dezembro de 1952 e reeleito
em 23 de novembro de 1953. Comerciante de grande projeção,
político de largo prestígio, foi a mais vigorosa liderança
da cidade. Lutador incansável, quase imbatível, era contudo
dotado de imensa solidariedade humana.
• Newton
Rique (1955/57), eleito em 16 de novembro de 1955. Jovem ardoroso e
intrépido banqueiro, inteligente e brilhante nas suas iniciativas,
foi um líder político de qualidades inegáveis.
• Fleury
Gomes Soares (1957/59), eleito presidente em 22 de novembro de 1957,
esforçou-se para saldar todos os débitos da Associação
Comercial, que deixou sem dívidas ao final de sua gestão.
• Francisco
Fernando Arruda, eleito presidente em 16 de novembro de 1959. Moço
ainda, já revelava suas qualidades de dirigente capaz e organizado.
Muito poderia ter feito pela Associação Comercial e pela
cidade. Todavia, teve de se retirar para São Paulo, passando a presidência
a Antonio de Almeida Barreto.
• Antonio
de Almeida Barreto (1960/67), eleito presidente efetivo em 11 de novembro
de 1963, e reeleito em 11 de novembro de 1965. Terminara o mandato do Sr.
Francisco Fernando Arruda, de modo que exerceu a função desde
1960 até 1967, tendo-se comportado com muita dedicação
e capacidade de trabalho, realizando uma administração muito
profícua.
• Arthur
Freire de Figueiredo (1967-69) empresário vitorioso e
admirado por todos, foi o único presidente eleito pelo voto direto,
em 16 de novembro de 1967. Foi um dos dirigentes que mais benefícios
fez à entidade, confirmando o seu renomado conceito de organizado
e operoso. Modernizou e ampliou as instalações da Associação
Comercial com recursos próprios. Foi o único presidente eleito
pelo voto direto.
• Raimundo
Gerardo Lopes Freire (1969/72) Empresário meticuloso e correto,
mais industrial do que mesmo comerciante, dotado de verdadeira vocação
de bem-servir, o que normalmente se confirma quando aceita a direção
de uma entidade de classe ou de serviços à coletividade -
a exemplo da superintendência do SESI/PB. Desempenhou uma proveitosa
administração da Associação Comercial.
• João
Batista Dantas, (1972/74) de temperamento forte e muito caráter,
sempre presente as solicitações da comunidade, esteve sempre
presente à altura das melhores administrações da Casa.
Correto e leal, merece o apreço dos companheiros.
• Francisco
de Medeiros Nóbrega (1974/76), eleito em 4 de fevereiro de 1974.
Inteligente e cordial, destacou-se pelo eficiente dinamismo com que se
comportou na presidência da entidade. Fez boa administração.
• José
Epaminondas Braga (1976/78) Comerciante intelectualizado e progressista,
comunica logo a sua agilidade de raciocínio e a firmeza de caráter.
Feliz escolha que, por suas atuações passadas em cargos da
diretoria, não significa promessa de boa administração,
porém, a certeza de que a realizará. |