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02 de julho de 2009
Baader-Meinhof, entre a militância e o terrorismo
 
DIVULGAÇÃO
Atores interpretam Andreas Baader e Gudrun Ensslin/ Líderes da organização armada que reagiu contra a repressão às manifestações juvenis
É sempre difícil agradar à crítica quando se coloca nas telas um episódio da história relativamente recente. O filme O grupo Baader Meinhof, do diretor de Christiane F, Uli Edel, dividiu as opiniões na Alemanha, trazendo à tona as desventuras de um dos mais importantes e controversos movimentos de esquerda dos anos 70 no país. O grupo Baader Meinhof narra a trajetória da Rote Armee Fraktion (Fração Exército Vermelho), RAF na sigla em alemão. Movimento de guerrilha de esquerda, o grupo formado por Andreas Baader e a jornalista Ulrike Meinhof nasceu em 1967, como reação à violenta repressão policial ao movimento estudantil, que protestava contra a visita do xá do Irã a Berlim. Durante a manifestação, um estudante foi morto por um policial.

Nos anos 70, o grupo passou para a luta armada e começou a praticar atos de terrorismo. O filme acompanha os principais acontecimentos até 1977, durante o episódio conhecido como o Outono Alemão, quando um avião da Lufthansa foi sequestrado por terroristas que exigiam a libertação dos líderes da RAF presos.
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