Disputa por petróleo, costumes tradicionais do mundo árabe, paisagens do deserto no início do século XX: esses são os ingredientes principais de
O príncipe do deserto, filme dirigido por Jean-Jacques Annaud – o mesmo de
Círculo de fogo,
O nome da rosa e
Sete anos no Tibet –, atualmente em cartaz.
Nos anos 1930, depois de uma luta de dois líderes guerreiros nos Emirados Árabes, a vitória do emir de Hobeika, Nesib (vivido por Antonio Banderas), lhe dá o direito de ditar os termos de paz para Ammar, sultão de Salmaah (interpretado por Mark Strong). O acordo entre os dois é deixar intocado o território batizado de Faixa Amarela. Em troca Nesib adota os filhos de Ammar, segundo os costumes tribais do local.
Anos depois, um dos jovens quer conhecer a terra de seu pai ao mesmo tempo em que o homem que o criou descobre, por intermédio de um americano, a existência de petróleo na Faixa Amarela. Por ganância, Nesib arranja o casamento de sua filha com um dos filhos adotivos e tenta reconquistar o território do inimigo. O conflito rende batalhas espetaculares e uma história de amor entre o príncipe guerreiro que luta pela paz e sua irmã adotiva, Leyla (vivida por Freida Pinto).